Fiquei pensativo com o ardina. Desapareceu como a mocidade. De manhã acordava com o seu pregão. Trazia novas frescas e de rotina. Vieste aumentar minha saudade dos remotos tempos que já lá vão.
Hoje só se vêm esse tipo de vendedores na aldeia, mas muito pouco.Na minha, onde nasci e cresci passa de vez em quando a peixeira e mais nada >Era muitas vezes oportunidade para uma conversinha e para se colocarem as " fofocas " em dia; sabiam de tudo os ardinas de antigamente, pois eram sempre os mesmo e pt sabiam tudo o que se passava na aldeia, pois não havia uma casa onde não parassem um pouco para uma conversa Tudo isso deixa saudade, sim! Um beijinho, Lisa e um bom início de semana, apesar desta chuvinha que não nos quer largar. Emília
As pessoas pelo menos possuem respeito à estátua, porque já pelo marco de correio, não possuem respeito nenhum. O que é pena, porque sempre pensei que esta dupla, deveria ser um monumento só. Já que eles estão plenamente interligados.
Estas caixas de correio deixam-me saudades, hoje resta um olhar , uma recordação e um ardina, que também ele deixou de existir, daí que a tua foto perpetuará o papel que ambos tiveram no passado.
Linda foto e poesia do teu pai!!!Muito legal a homenagem! bjs praianos,chica
ResponderEliminarHoje só se vêm esse tipo de vendedores na aldeia, mas muito pouco.Na minha, onde nasci e cresci passa de vez em quando a peixeira e mais nada >Era muitas vezes oportunidade para uma conversinha e para se colocarem as " fofocas " em dia; sabiam de tudo os ardinas de antigamente, pois eram sempre os mesmo e pt sabiam tudo o que se passava na aldeia, pois não havia uma casa onde não parassem um pouco para uma conversa Tudo isso deixa saudade, sim! Um beijinho, Lisa e um bom início de semana, apesar desta chuvinha que não nos quer largar.
ResponderEliminarEmília
Já não há ardinas nem pregões...apenas as saudades se fixaram como névoas densas.
ResponderEliminarBeijinhos
Profissões que se perderam no tempo e no olhar ficam estes belos exemplares...recordando-nos e deixando saudades!!! Bjs
ResponderEliminarJá nem há ardinas...
ResponderEliminarTudo se transforma e nada fica como dantes.
Gostei do poema do teu pai.
Excelente, como sempre.
Lisa, tem uma boa semana.
Beijo.
gostei...
ResponderEliminarbj doce
Por vezes precisamos de parar um pouco naquilo que nos habituámos a ver...
ResponderEliminarA foto está muito boa e o poema ...posso assinar com o teu pai?
ResponderEliminarAbraço para vós
As pessoas pelo menos possuem respeito à estátua, porque já pelo marco de correio, não possuem respeito nenhum.
ResponderEliminarO que é pena, porque sempre pensei que esta dupla, deveria ser um monumento só. Já que eles estão plenamente interligados.
Acho que conheço esse ardina! Baixa do Porto?
ResponderEliminarAdorei o poema!
Beijo, boa semana e esta chuva que não desiste!!!!
Gostei do ardina, também temos um
ResponderEliminarno Porto, e apreciei a poesia de seu
pai, boa semana, beijo
Mudam-se os tempos, mudam-se os formatos de leitura diária!
ResponderEliminarA história a ser marcada nos dedos do tempo.
ResponderEliminarBeijos
A conjugação perfeita, como sempre.
ResponderEliminar¸.•°♡♡♫° ·.
ResponderEliminarLindo, quanta saudade exala desses versos!!!
Boa semana!
°º✿♫ Beijinhos
Estas caixas de correio deixam-me saudades, hoje resta um olhar , uma recordação e um ardina, que também ele deixou de existir, daí que a tua foto perpetuará o papel que ambos tiveram no passado.
ResponderEliminarBeijos Elisa