I
Numa das minhas viagens ,
no teleférico andar resolvi.
Tão belo panorama sem rival:
aquele azul cristalino eu o vi
nas águas calmas aos pés da Cidade;
sempre o recordarei com saudade.
E a escorregar dos montes o casario?
de noite, igual Presépio luzidio!
II
Este passeio levou-me a pensar
como é a existência do humano ser:
sempre melhor êxito desejar
e em nenhuma coisa admitir descer.
É melhor devagar querer subir
e do alto da vida poder sorrir,
porque o trabalho honesto a pena valeu
e juros de felicidade redeu.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11/5/1926 a 23/4 2015
Uma bela sintonia, gostei deste belo poema minha amiga.
ResponderEliminarContinuação de uma boa semana.
Maravilha de poesia do teu pai e perfeita tua foto! Sintonia DEZ! beijos, chica, lindo dia!
ResponderEliminarComo bem escreveu o teu pai é melhor subir que descer, aliás o resto do poema é lindo.
ResponderEliminarA foto está maravilhosa, o céu bem azul deu uma tonalidade fantástica ao teu click.
Beijos Elisa
Hum para quem tem medo de alturas o teleférico não é opção eheh.
ResponderEliminarbjs
Adorei o poema!... Mostra tão bem, implicitamente, a tentação das pessoas poderem descer... embora nunca o admitindo... pois sabe sempre tão bem estar por cima de tudo e de todos... visando o exito, a qualquer preço...
ResponderEliminarAdorei sobretudo a segunda parte... encerrando uma lição e forma de estar na vida, muito bonitas e honestas!
A imagem... em perfeita e irrepreensível sintonia!... Admiráveis as tonalidades, enquadramentos, luminosidade e alegria que nos transmite!...
Beijinhos, Elisa! Continuação de uma boa semana
Ana
Um viajar sobre emoções e pensamentos. Gostei
ResponderEliminarBeijo e um dia feliz.
(também, para as suas crianças se for o caso)
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/
Saudades de um poeta que será sempre eterno!
ResponderEliminarAdorei...bj
Não sei, não!
ResponderEliminarO cabo parece ser tão fino... Acho que não me apanhavam numa coisa dessas. Nem dentro, nem por baixo.
:-P
Mas será que à Elisa apanharam? Será que andou no teleférico?
Pelo menos fotografa-lo eu sei que fez. Mas o resto...
:-P
Estou em casa, amiga!
ResponderEliminarQue belas imagens e que palavras perfeitas do nosso poeta.
Beijinhos
Onde é esse teleférico.
ResponderEliminarSou medrosa mas encaro esse passeio.
Elisa, olá!
ResponderEliminarGosto muito da forma doce e ternurenta com que recorda o seu pai. Todos os meses partilha um pouco desses momentos, connosco. Um grande e consciente poeta que era!
Adorei o poema e a imagem que tão bem o ilustra. Obrigada, beijinho carinhoso!
Ah, já agora: é o teleférico do jardim zoológico, não é? :)
ResponderEliminarJá por lá andei e muito!
Grande verdade, Lisa! A vida tem altos e baixos, mas se a soubermos levar com trabalho honesto e respeito pelis outros com certeza que mesmo em baixo , estaremos rerenos , com um sorriso nos lábios; soubemos subir devagarinho, sem atropelar ninguém, descemos quando a isso fomos forçados, mas o prazer do dever cumprido com honestidade fará com que nos sintamos felizes no alto da vida. Gostei muito, Lisa e o teu pai era muito sábio. Bom fim de semana, amiga. Beijinhos
ResponderEliminarEmilia
;
Adoro estes momentos de poesia!
ResponderEliminarBjxxx
Ontem é só Memória | Facebook | Instagram
Lindo de se ler!!
ResponderEliminarBom final de semana
Beijinhos
Hoje um poema de um amigo, visite. Obrigada.
http://quadrasepensamentos.blogspot.pt/
Não sei onde tem mais beleza, se no poema ou na foto! Fiquei maravilhada!!
ResponderEliminarBeijinhos e obrigada pelas visitas no Ciranda de Frases... Talvez goste de conhecer o Vida & Plenitude/ o post Uma Reflexão/dia 25/maio...
Com carinho...
Eu, ao contrário do seu pai, no teleférico ainda não resolvi andar.
ResponderEliminarBeijinhos.
Gostei do poema e da fotografia (nunca andei num teleférico assim)
ResponderEliminarUma foto e poema de excelência!
ResponderEliminarBeijinhos,
Ailime