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quarta-feira, fevereiro 23, 2011

IX Expocamélia Santo Tirso 2011

Nos espaços verdes de Santo Tirso, por esta altura do ano, destacam-se, pelas suas cores, formas e beleza, as inconfundíveis camélias.

Neste tempo de Inverno, em que a maior parte das espécies florais se queda adormecida, eis que as camélias irrompem com todo o seu esplendor cobrindo de um colorido invulgar muitos jardins, parques e quintas deste concelho.

Neste ano, Santo Tirso realiza a 9-ª edição desta maravilhosa festa. Os dias 19 e 20 de Fevereiro têm um significado especial para nós, e para aqueles que acreditam que este evento, para além das múltiplas valências culturais associadas, é,cada vez mais, um espaço de interacção e de troca de experiências, na defesa e promoção de um recurso regional de excepção.

As camélias, com tonalidades e nuances que só o arco-íris contém, que foram musas de Alexandre Dumas e no Brasil do século XIX símbolo da abolíção da escravatura, são hoje, do outro lado do Atlântico, o motivo que nos une nesta grande festa.

Bem Vindos a  Santo Tirso e ao mundo das Camélias

Câmara Municipal





Fotos minhas

sábado, janeiro 08, 2011

"Olaria de Bisalhães:rostos de barro preto", patente no Museu Abade Pedrosa (Santo Tirso)

O centro olárico de Vila Real

A loiça preta que ainda hoje se produz em Bisalhães, lugar da freguesia de Mondrões, em Vila Real, teve a sua origem há muitos séculos, quando as oficinas de oleiros se estendiam por várias localidades - Parada de Cunhos, Lordelo, Vila Marim - constituindo-se um centro produtor de loiça preta de considerável importância.

Comer em loiça de barro de Bisalhães

Hoje, e desde há uma vintena de anos, a olaria de Bisalhães mantém-se na mão de velhos oleiros. Não se vê gente nova a querer dedicar-se à arte. É certo que novos horizontes se abrem para que o barro continue a ser usado na criação de peças, mas o caminho parece passar pela realização de figurado, procurando-se deste modo novos clientes para novos usos. Se todos continuarem a usar nas cozinhas, em forno a gás, eléctrico ou em micro- ondas, as vasilhas destes oleiros, seguramente se contribui para manter uma arte ancestral.

(Museu de Arqueologia e Numismática- Vila real)



Olaria de Bisalhães

Carga de loiça dentro do cesto


Serviço de chá


Talha

Barro e sachola


Giesta e carqueja (usadas na cozedura da loiça)

Peneiras e pico

Roda e banca

Fotos minhas (pequena amostra da exposição)



quarta-feira, março 24, 2010

Pequena amostra da exposição "Sem Rede" de Joana Vasconcelos


Clicar para ler

 

Contaminação(1)
(2)
(3)
(4)
(5)
(6)
(7)
(8)
(9)

A noiva (feito com tampões o.b)

Spin
Sofá feito com aspirinas
Cama feita com comprimidos valium
Passerelle
Floresta do meu desejo
Cinderela
Burka (1)
(2)
Coração Independente

Néctar
Sr. Vinho

Fotos minhas

quinta-feira, setembro 03, 2009

Estive lá. Valeu a pena!


O FIESA, é uma mega exposição de escultura em areia que se realiza desde 2003 em Pêra, no Algarve. O festival, que é único na Península Ibérica é considerado o maior festival de escultura em areia do mundo, pelo tamanho das suas esculturas e pela área por elas ocupada. Todos os anos a exposição é dedicada a um tema diferente.Este ano, uma equipa internacional composta por cerca de 50 escultores especialistas em escultura em areia, transforma quinze mil metros quadrados e trinta e cinco mil toneladas de areia no FIESA 2009 – DESCOBERTAS, proporcionando ao visitante uma viagem fabulosa através do tempo e da história da evolução da Humanidade. As Descobertas desde os tempos da Pré-História, passando pela Idade Média e Moderna, até às grandes conquistas da actualidade através da ciência e da tecnologia, revelam um extenso mar de conhecimento onde o Homem surge como vértice.

(http://pt.anuncioo.com/musica-e-espectaculos/saidas/exposicoes-museus/faro/armacao-de-pera/fiesa-2009-2359950)




Vídeo:meu

Fotos:minhas

quarta-feira, março 18, 2009

Expocamélia

O Museu Abade Pedrosa, em Santo Tirso, acolheu a VIII Expocamélia , uma mostra que surgiu associada ao programa” A poesia está na rua”.

Apreciem a junção da beleza das camélias à dos versos
.









Camélia, planta de origem distante,
prefere a sombra à luz da manhã,
povoando os jardins públicos e privados
de Santo Tirso desde há muitas décadas.
Pelos fins do século XIX, marcados pela crise,
perdeu muito da sua popularidade,
mas soube iludir o esquecimento e,
nada a fez desistir de florir entre as ruínas de
castelos, casas solarengas e jardins de casas antigas.
Em princípios do século XX, marcados pela guerra,
perdeu admiradores e o título de “rainha”,
mas recuperou o prestígio – a beleza,
essa, nunca a perdeu.

Castro Alves






Fotos:minhas
Vídeo:meu

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