sexta-feira, dezembro 25, 2015
sexta-feira, dezembro 25, 2009
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Um símbolo de Natal
The winner is!

A história:
Fonte:Tradições de Natal
terça-feira, dezembro 08, 2009
terça-feira, dezembro 23, 2008
O meu primeiro Natal na Madeira
No dia 23 de Dezembro, fui ao “mercadinho” que se realiza dentro e fora do Mercado Municipal do Funchal onde estão à venda flores, frutos, legumes, aves de capoeira, vindos de todos os cantos da ilha. (É uma profusão de cheiros e cores, típicos desta época natalícia).
Além disso nos bares em volta do mercado, aberto até de madrugada, servem-se “dentinhos” (petiscos) de carne de vinha-d’alhos acompanhados com “vinho seco”.
Depois da meia-noite, cantam-se cânticos de Natal, dentro do Mercado.
No dia 24, antes de se ir à missa do galo, deixa-se feita uma canja de galinha caseira, e, no regresso come-se a canja bem quente e fazem-se sandes de galinha com “pão de casa” e manteiga, broas de mel, cervejinhas, rosquilhas, bolos de mel acompanhado de vários licores como o tim-tan-tun (licor de passas), o de tangerina, o de leite, o de pitanga, etc.; todos feitos em casa.
No dia 25, o almoço é também bem diferente daquele a que estava habituada. Come-se carne de vinha de alhos com batatinhas novas cozidas e salteadas na banha de porco, pão frito, milho frito e legumes cozidos: feijão verde, cenouras, pimpinelas, aboborinhas, etc. Como sobremesa há vários pudins entre eles o pudim veludo. É bom, mas prefiro o Natal tradicional de casa dos meus pais.
Maria José Fardilha ( a minha irmã mais velha)
Oeiras
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Poesia
Menino a irradiar tanta luz
De olhar tão meigo e doce
Vem adormecer nos meus braços
Como eterno embalo eu fosse.
Todos os anos quis festejar
Teu nascimento divino
Pensamentos te dediquei
Louvores solfejei como hino.
Menino de tantos poderes
O mundo podes mudar
A todos queres acolher
Nunca me queiras deixar.
Sozinha na multidão
Com sede ao pé da fonte
No escuro cheio de luz
Sem fé todavia tão crente.
Anyta (18.11.08)

segunda-feira, dezembro 15, 2008
História do Pai Natal

A figura do Pai Natal, importante em qualquer celebração de Natal, tem uma origem bastante antiga.
Nos países nórdicos era habitual, durante a quadra natalícia, alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa.
Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto, foi associado à figura de São Nicolau.
Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda, segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal.
O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e desde então tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra nas casas pela chaminé.
Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa.
Remonta à década de 1930, quando a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.
Desde sempre toda a criança associa o Natal, não só à imagem do Deus Menino, mas também ao venerável e simpático “Homem das Barbas”, o querido Pai Natal.
(Pesquisa: natal/sapo)
(Imagem:Internet)
terça-feira, dezembro 09, 2008
A simbologia, a lenda e a história que envolvem o "Bolo-rei"
Simbologia
Por detrás do bolo-rei está uma simbologia com 2000 anos de existência. De uma forma muito resumida, pode dizer-se que esta doce iguaria representa os presentes que os três Reis Magos deram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento. Assim, a côdea simboliza o ouro; as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; o aroma do bolo assinala o incenso.
Lenda
Ainda na base do imaginário, também a fava tem a sua “explicação”. Reza a lenda que, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o menino.Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava. O Rei Mago a quem calhasse a fatia de bolo contendo a fava, seria o primeiro a entregar o presente. O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi Gaspar, Baltazar ou Belchior o feliz contemplado.
História
Historicamente falando, a versão é bem diferente. Os romanos usavam as favas para a prática inserida nos banquetes das Saturnais, durante os quais se procedia à eleição do Rei da Festa, também designado Rei da Fava. Este costume terá tido origem num jogo de crianças, muito frequente, durante aquelas celebrações e que consistia em escolher entre si um rei, tirando-o à sorte com as favas.
Este inocente jogo acabou por ser adaptado pelos adultos, que passaram a fazer uso das favas para votar nas assembleias. Dado aquele jogo infantil ser característico do mês de Dezembro, a Igreja Católica decidiu relacioná-lo com a Natividade e, depois, também com a Epifania (os dias entre 25 de Dezembro e 6 de Janeiro). Esta última data acabou por ser designada pela Igreja como Dia de Reis, altura em que algumas famílias, nomeadamente em Espanha, procuram manter a tradição, não só comendo o bolo-rei como aproveitando a ocasião para distribuir os presentes pelas crianças.
Para além desta, havia uma outra tradição, da qual poucos terão conhecimento, que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos-reis, entre o Natal e os Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo-rei terá, aliás, surgido neste país, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. Com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida, mas, como bom negócio que era, os pasteleiros continuaram a confeccioná-lo sob o nome de” gâteau dês san- cullottes.”
Em Portugal, depois da proclamação da República, não chegou a ser proibido, mas andou lá perto. Com excepção desse mau período, a história do bolo-rei é uma história de sucesso.
Todas as pastelarias e confeitarias enchem-se de clientes para adquirir “ O Rei das iguarias”, nesta data festiva. Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu, em Lisboa, foi a Confeitaria Nacional, depois de 1869. No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890, pela Confeitaria Cascais.(Fonte: Diário de Notícias online)
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Símbolos do Natal(VI)

Ceia
No dia 24 de Dezembro, à noite, ceia-se e dia 25 é o dia de Natal, propriamente dito. A ceia simboliza o banquete eterno. É o momento em que a família se reúne. A ceia, a refeição do Natal, significa que a nossa verdadeira vida é Cristo.

A apresentação de uma grande variedade de frutos secos no Natal tem uma ligação muito forte e particular ao solstício do Inverno.
Na antiga Roma eram um presente habitual, durante as celebrações. Os frutos secos que se colocam na mesa de Natal, são um antigo costume romano, que prometia a ausência de fome e pobreza durante o ano.
domingo, dezembro 07, 2008
Símbolos do Natal (V)
O uso de coroas remonta à Roma antiga e para as tornar mais atraentes, tornou-se costume enrolar esses ramos numa coroa.
Os romanos exibiam essas coroas nas portas, para aumentar a possibilidade de todos, em casa, terem saúde no ano seguinte.
Actualmente, é costume pendurar no lado de fora da porta, uma coroa durante a época de Natal. Este costume é mais popular nos Estados Unidos, mas espalhou-se pelo mundo.
Bengala
As primeiras decorações da árvore de Natal, nos Estados Unidos, foram feitas de papel e bolas de açúcar, em forma de bengala. Não havia então, decorações artificiais de bolas brilhantes ou de luzes.

Simbolizam as graças divinas que nos são concedidas diariamente; os frutos da “árvore da vida” ou seja, o próprio Cristo.
(Fonte:Tradições de Natal)
(imagens:internet)
sábado, dezembro 06, 2008
Símbolos do Natal (IV)
Presentes
A troca de presentes, representa o presente que Deus nos deu, quando Jesus nasceu para nós. Dar presentes é um sinal de amizade. Os presentes de Natal foram ideia do Papa Bonifácio, no século XVII. No dia de Reis, distribuía pão ao povo, recebendo presentes em troca. Dar presentes no Natal é um costume de origem pagã. Uma tradição mais antiga remete aos presentes que os três Reis Magos deram a Jesus.
Hoje, a troca de presentes faz parte de um ritual popular do Natal. Trocam-se presentes, consoante os países, na noite de 24 para 25 (dia de Natal) ou dia 6 de Janeiro (dia de Reis).
Consta que o primeiro postal de Natal tenha sido criado pelo britânico Henry Cole, em 1843. Nele podiam ver-se três painéis representando, um deles, uma família inglesa gozando o feriado e, os outros dois, mostrando obras de caridade. Podiam-se ler as frases: “Alegre Natal e Feliz Ano Novo”.
Em breve este costume de desejar boas festas tornou-se usual.
As Velas
Os Romanos, nas suas festas chamadas de Saturnais, acendiam velas para pedirem que o Sol brilhasse de novo (Solstício de Inverno). Nessa altura do ano, a escuridão e o frio eram maiores, pelo que as velas forneciam luz e algum calor.
Mais uma vez o cristianismo absorveu esse costume dizendo que, sendo Cristo a Luz do Mundo, a chama da vela simbolizava a sua influência. O seu uso generalizou-se durante os festejos de Natal.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Símbolos do Natal (III)

Do Latim signum, sinal – s.m., instrumento, geralmente de bronze, de forma cónica, e que produz sons mais ou menos fortes quando se percute.
No passado, o povo guiava-se pelo repicar dos sinos. No Natal, o sino chega ao seu esplendor máximo.
O” Aleluia” é um dos mais expressivos hinos de louvor. Aleluia! Quer dizer: Alegremo-nos!
Os sinos também cantam a alegria. São um ponto de comunicação entre o céu e a terra.

A Missa do Galo
A Missa do Galo, também conhecida por Missa da Meia-noite, celebra-se devido ao facto da tradição dizer que Jesus nasceu à meia-noite.
Para os católicos Romanos, este costume de assistir a esta Missa começou no ano 400.
Nos países latinos, esta missa é chamada “Missa do Galo”, porque, segundo a lenda, a única vez que um galo cantou à meia-noite foi na noite em que Jesus nasceu.

Meias
A tradição de pendurar meias na lareira teve origem numa das histórias que envolvem São Nicolau, o santo que inspirou a figura do Pai Natal.
A história:
Nicolau ainda era jovem, quando deu mostras da sua extrema bondade. Na sua cidade vivia um homem muito pobre, que não tinha posses para realizar o casamento de suas filhas.
Sabendo dessas dificuldades, Nicolau, que era de família muito rica, deixou escondido um saco de ouro na janela da filha mais velha. Repetiu a boa acção com as outras duas.
Conta a lenda que Nicolau colocou o saco de ouro pela chaminé, onde secavam as meias.
Daí o hábito das crianças deixarem as meias na chaminé ou janela à espera dos presentes.
(Fonte:Tradições de Natal)
(Imagens:Internet)
quinta-feira, dezembro 04, 2008
Símbolos do Natal ( II )

Os presentes que os três reis magos deram a Jesus foram: Incenso (Gaspar), representando a nobreza; Ouro (Belchior), o poder material; Mirra (Baltazar), significando o sacrifício que Jesus enfrentaria.
As imagens dos reis magos só apareceram em presépios por volta de 1484. Na maior parte dos países cristãos, o dia 6 da Janeiro, é o Dia dos Reis Magos.

A estrela de Belém é de tradição cristã e tem lugar importante nas representações de Natal. Normalmente, coloca-se em cima da árvore de Natal, no presépio e nas portas.
No entanto o aparecimento desta estrela, quando Jesus nasceu, permanece um mistério. Simboliza a estrela-guia dos Magos e Sábios do Oriente.

O Presépio
Do latim praesepium – s.m., estábulo; estrebaria; representação de Jesus Cristo (escultura, conjunto de figuras, etc.).
Representando o lugar onde Jesus nasceu, o presépio é montado com os seguintes elementos: Maria, José e o Menino Jesus, na manjedoura, os animais (Vaca e burro) e os três reis magos.
O criador desse clássico terá sido S.Francisco de Assis.
(Fonte:Tradições de Natal)
(Imagens:internet)
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Símbolos do Natal (I)
Esta tradição remonta aos festivais do solstício. O verde é a cor das verduras que tem uma grande importância na decoração.
O vermelho apareceu por causa do azevinho, que se dá durante o Inverno e se cobre de bagas vermelhas. Diz-se que este nascer das bagas simboliza Cristo.
O vermelho é também uma das chamadas, cores quentes, que no frio do Inverno dão a sensação de aquecimento.

Árvore de Natal
O pinheiro não perde as folhas durante todo o ano. Permanece vivo e verde. Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicam a Alemanha como país de origem.
Consta que Martinho Lutero, autor da reforma protestante do séc. XVI, montou em sua casa um pinheiro enfeitado com velas. Queria assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. A árvore simboliza a luz e a vida.

O Azevinho
Entre os Romanos, o azevinho era trocado como presente e considerado símbolo da paz e felicidade. Nos nossos dias, tornou-se a principal planta do Natal.
O azevinho liga-se à história cristã como planta que permitiu esconder Jesus, dos soldados de Herodes. Em compensação, diz a lenda, foi-lhe dado o privilégio de conservar as suas folhas sempre verdes, mesmo durante o Inverno.
(Fonte:Tradições de Natal)
(Imagens:internet)





