Atrasos...
Sempre olhavas o relógio
E as horas marcadas
Para estar em casa
Quando começava
A despir-me
Olhavas-me cobiçoso
E tocavas-me
Onde sabias
As horas ficavam para trás
(Mas nunca te atrasavas
Em casa)
Atrasavas-te só em mim
No reboliço
Em que deixavámos
Metade de nós…
Paula raposo
Foto minha
A realidade em poema.
ResponderEliminarAbraço.
Sensual.
ResponderEliminarBeijos.
Há muito que por aqui não passava.
ResponderEliminarSoberbo!
Parabéns a ti, por publicares este belo poema e à autora.
Beijos.
Que lindo Mona Lisa !!
ResponderEliminarPara o amor nunca estamos atrasados é hora exata.
beijos
Muito lindo e sensual.
ResponderEliminarBjs
Lindo o poema, Mona Lisa. Os relógios deveriam acabar...há horários para tudo e a correria é sempre grande. Claro, para estes momentos há sempre tempo...até se tira o relógio para não atrapalhar, não é?
ResponderEliminarBem...eu praticamente nem uso relógio e faço os possíveis por não ter horérios fixos.Já foi o tempo disso!!!!
Belas fotos de Stª Sofia! Que saudades desse passeio. Adorei! Um bom fim de semana...sem relógio, de preferência. Beijinhos
Emília
Lindo poema,onde cada palavra é um sopro do tempo que se perdeu na mão,e relogio de alguém.
ResponderEliminarBeijinho bfs
Já tinha saudades dos lindos poemas da Paula.
ResponderEliminarA foto está óptima e desejo sempre que o relógio nunca se atrase nos momentos mais felizes,mas que pare quando esses momentos ocorrem!(com falta de pilhas ou corda não interessa )
Beijos Zé
Olá Elisa
ResponderEliminarMais uma foto bem conseguida para o tema deste poema,parabéns para a autora dele e para si também pela escolha da foto.
Beijinhos com votos de um tranquilo fim de semana.
Savi
"Atrasavas-te só em mim"... excelente.
ResponderEliminarMuito sensual este poema
Beijo
Boa semana