Duas primeiras estações
se encontram: uma se despede,
outra imagina as canções
p'ra festa que tudo enrede.
Sol morno e o ar está calmo:
nada altera o ser idoso,
que talvez entoe um salmo,
por a vida dar-lhe gozo
ou condene, revoltado,
quem tantas penas causou
ao ente, embora enganado,
sua vida lhe entregou.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1927 / 23-5-2015
Poema e imagens maravilhosos!
ResponderEliminarAmei
Beijo e um dia feliz
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/
La vida es un placer vivirla Elisa ;)
ResponderEliminarPreciosa letras y foto.
un beso
Um belo poema do seu pai e muito bem ilustrado com uma magnifica fotografia.
ResponderEliminarUm abraço e continuação de uma boa semana.
Uma sintonia maravilhosa neste primeiro de Dezembro, a que nos habituaste.
ResponderEliminarbeijinho
Uma imagem fabulosa com uma óptima profundidade de campo.
ResponderEliminarO poema como sempre comoveu-me.
Beijos Elisa
Muito0 lindo o poema do teu pai e a foto! Obrigadão pelo carinho lá! Hoje teremos a 5ª quimioterapia e após dela, dias de cuidados, mais ainda! Mas vamos firmes e confiantes! bjs, chica e INTÉ
ResponderEliminarEu só quis deixar um
ResponderEliminarbeijo.
Bom Natal, amiga.
.
Elisa, uma foto linda, mas nostálgica. Ou será dos meus olhos?
ResponderEliminarAs palavras do poeta acentuam ainda mais essa sensação.
Beijo, querida.
Sintonia, beleza, e harmonia... entre o olhar e a poesia...
ResponderEliminarNem sei do que gostei mais... se das palavras... se da imagem... só sei, que este é um dos meus posts preferidos, por aqui...
Beijinhos
Ana
Elisa
ResponderEliminarLindo o poema do teu pai!
Parece que o escreveu para o ilustrares com o mesmo talento com que o escreveu!
Beijinhos
Que local lindo vc fotografou.
ResponderEliminarDa vontade de sentar para ler. Ou fotografar.
Excelente casamento entre um poema bonito e uma bela foto.
ResponderEliminarBeijinhos para vós
Adoro estes poemas. Agostinho Alves Fardilha é um verdadeiro poeta!
ResponderEliminarBjxxx
Cheira-me a Jardim do Palácio de Cristal, numa bela e aprazível manhã (mas já tardia) de outono.
ResponderEliminarE a fotografia foi muitíssimo bem adornada pela bela poesia de seu pai.
Escolheu um belo olhar condizente com a alma do poeta! Bj amigo
ResponderEliminarEscolheu um belo olhar condizente com a alma do poeta! Bj amigo
ResponderEliminarCom o fim do Outono o seu pai não pensou apenas no Inverno, mas na festa do Natal e ainda teve em conta as canções ao Menino. Adoro ler a poesia do seu pai.
ResponderEliminarBoa noite.
A foto está linda. O lugar parece propício para momentos de relaxamento. Os versos de seu pai passam melancolia, o que não lhes tira a beleza. Bjs.
ResponderEliminarBoa noite Elisa, um gosto ler a poesia de seu pai em total sintonia com a sua magnífica foto!
ResponderEliminarMomentos sempre muito emocionantes.
Beijinhos,
Ailime
Gostei muito do poema e da fotografia.
ResponderEliminarum beijinho