Carrinhos de linha são registos de vida enrolados com maior ou menor exatidão que guardamos na nossa memória, histórias vividas com alegria ou tristeza que desenrolamos com maior ou menor saudade, consoante as emoções com que as vivemos.
Umas, já estão definitivamente "arrumadas", adormecidas, porque cumpriram bem ou mal a sua função, outras ainda andam "aos trambolhões", inquietas, pois a sua força perturba e interfere no nosso quotidiano.
Carrinhos de linha são, efetivamente, as lembranças que perduram, guardadas nas sempre eternas caixas de costura
Foto e texto meus

Na caixa de ocsturas da vida, lindos e coloridos carreteis de linhas juntamos. Adorei a foto! beijos, lindo fds! chica
ResponderEliminarQue reflexão profunda e uma foto bem nostálgica! Bjs
ResponderEliminarUm texto muito bem escrito.
ResponderEliminarNem metaforicamente me associo aos carrinhos de linha... não tenho uma caixa de costura.
Gostei de ler esta sua associação entre os carrinhos de linhas e as nossas memórias. E por acaso, nunca tinha pensado por esse prisma e feito essa associação.
ResponderEliminarCarrinhos de linhas não de falta. E do que vejo, o amarelo e o cor-de-rosa são linhas que tiveram muita saída.
:-)
Boa noite de Paz, querida amiga Elisa!
ResponderEliminarLindissima mensagem!
Metafora deslumbrante.
Que seus carretéis se desenrolam favoravelmente!
Tenha dias abençoados!
Beijinhos
*que... desenrolem!
EliminarQuis dizer.
Bjm
Bom dia, Elisa
ResponderEliminarLinda postagem, os carrinhos de linhas são memórias efetivas que guardamos no coração, bjs querida.
... e uma pertinente reflexão 👏
ResponderEliminarUma excekente associação que nos trazem boas memórias
ResponderEliminarA foto ficou bonita e colorida .
Beijinhos Elisa
Olá, tudo bem?
ResponderEliminarQue bacana esse texto e essa foto!! Lembrei-me logo da minha mãe que tinha uma caixa com vários carretéis coloridos como estes.
Boa tarde Elisa,
ResponderEliminarUm foto magnífica e um texto reflexivo que tanto nos diz!
Como os carrinhos de linha, assim é a nossa vida. Assuntos resolvidos, outros nem tanto e memórias, muitas.
Beijinhos,
Emília