quinta-feira, janeiro 15, 2009

Ainda acreditamos nos sonhos



(…)”Creio que não há sonho mais belo do que o de um mundo onde o pilar fundamental da existência seja a fraternidade, onde as relações humanas sejam sustentadas pela solidariedade, um mundo onde todos compartilhemos da necessidade de justiça social e actuemos com coerência”.
(…)”Tenho muito mundo, muita estrada debaixo dos pés, e em todos os lugares onde estive ou descobri as marcas de outros sonhadores como nós, encontrei mulheres e homens que são como o próprio prolongamento dos nossos sonhos, porque nós também sonhamos os deles”.
(…)”Se não formos audazes, o que não é sinónimo de irresponsabilidade, se não formos terrivelmente audazes como os nossos sonhos e não acreditarmos neles até os tornar realidade, então os nossos sonhos murcham, morrem, e, com eles nós também”.

Luís Sepúlveda
(O poder dos sonhos)
Foto:internet

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Voltando à poesia...


Bilhete

Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais leve ainda…

(Mário Quintana)

terça-feira, janeiro 13, 2009

Xutos & Pontapés " Três décadas de Rock"



Uma das mais carismáticas bandas nacionais, inicia hoje em Lisboa, no Pavilhão de Portugal, numa festa particular, as celebrações dos seus 30 anos de carreira.


Xutos & Pontapés, subiram ao palco pela 1-ª vez, há 30 anos a 13 de Janeiro de1979, num concerto nos Alunos de Apolo.

O sucesso bateu-lhes à porta com o álbum "Circo de Feras" e o "7-º Single" que conta com a canção "A minha Casinha".







Momento Musical " Zeca Afonso"

Ouvir Zeca Afonso é a melhor homenagem que lhe podemos prestar.
Deixo aqui “As Janeiras-Natal dos Simples” cantadas pela voz de timbre único, a voz de ouro, de Zeca Afonso.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Momento de Poesia

do Amor




Prelúdio

O mais belo poema de amor
começou quando me viste
e desejaste;
começou quando nossos olhos
se cruzaram
e se beijaram.

O mais belo poema de amor
foi escrito no silêncio
dos nossos corações,
no alvoroço de nossas mãos
que se não tocaram
mas se enlaçaram.

Adágio
O mais belo poema de amor
escreveste-o tu
segurando-me em teus braços
em momentos bem escassos!

O mais belo poema de amor
nasceu de nossa sede
de ternura
e acabou em loucura.

O mais belo poema de amor
é saber que não há espaço
para este abraço
que começa em ti
e acaba em mim.

Acorde Final
O mais belo poema de amor
escrevemo-lo juntos,
quando nossas almas se beijaram
e nossos corpos se enlaçaram,
despertando em mim, em ti,
acordes vibrantes-sem- Fim.
(in "Antologia da Poesia Erótica",coordenação de Paulo Brito e Abreu,Universitária Editora, 1999)

sábado, janeiro 10, 2009

Cortegaça (aldeia onde nasci)

A aldeia das minhas raízes, dos antepassados que ainda guardo memória. Hoje vila, onde a modernidade entrou, e que pouco conserva do passado que recordo, como por exemplo a casa ancestral do meu avô paterno.


Rua com o nome do meu avô paterno, onde existiu a sua casa.



Casa de um tio meu ( 91 anos) que confina com o terreno onde existiu a casa dos meus avós paternos.

Terreno onde existiu a casa dos meus avós paternos



Igreja matriz de Cortegaça (onde fui baptizada).


Cemitério de Cortegaça (hoje desactivado, onde foram sepultados os meus antepassados paternos).


Casa de praia (palheiro) dos meus avós paternos, (restaurada por uma prima minha).


Capela se Nossa Senhora da Nazaré (praia de Cortegaça)



A praia que conheci (desapareceu). Hoje só existem pedregulhos.


Praia actual (antiga praia d' Aberta )


Praia actual (antiga praia d' Aberta )

Tintin faz 80 anos


Faz hoje 80 anos que a 10 de Janeiro de 1929, o belga Hergé, autor de Tintin e do seu fiel amigo Milu (fox terrier), publicou a primeira prancha de Tintin, a preto e branco, onde este vestiu a pele de repórter.
Nessa data, deu-se início a uma aventura que passados 80 anos está cada vez mais distante da actual banda desenhada.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Cai neve em SantoTirso...


















E, para acompanhar, que tal ouvirmos: "Tombe la neige"

Os Reis Magos (4-ª e última partes)


São Mateus chama-lhes “magos”(na acepção de sábios). Também são nomeados como peritos em astrologia e magia. Eles próprios consideravam-se discípulos de Zoroastro ou Zaratustra, importante chefe religioso persa que acreditava num Deus único.
Retomando o seu caminho, os magos foram guiados pela estrela até Belém, tendo ela parado sobre o local onde a Sagrada Família se encontrava. Entraram no estábulo ou gruta, prostraram-se e adoraram Jesus, apresentando-Lhe oferendas que têm frequentemente sido interpretadas como simbólicas: ouro, sinal de realeza; incenso, símbolo de divindade e mirra aromática, substância que prenunciava a futura crucificação do presenteado.
O que é de realçar é que todos--pobres e ricos, humildes e sábios--vêm adorar esta Criança que é, na sua frágil presença, o Rei do Céu, que nos veio salvar.
Os magos, avisados em sonho para não satisfazerem o pedido de Herodes, regressaram à sua terra sem lhe darem qualquer notícia sobre a identidade e localização do Menino.
Herodes, furioso com a atitude dos magos, mandou matar todos os meninos de Belém até aos 2 anos, ou seja, todas as crianças do sexo masculino ali nascidas desde que a “estrela “ fora vista.
Também José foi alertado, num sonho, por um anjo, das intenções de Herodes, dizendo-lhe que fugisse com Maria e o Menino para o Egipto. E nessa mesma noite, os três partiram, discretamente, de Belém em direcção ao Sul. É de salientar a escolha do Egipto, pois, em tempos de dificuldades, a solução tradicional dos Judeus era, desde há vários séculos, a busca de uma terra de refúgio e esta situava-se nos férteis campos de cultivo ao longo do Nilo fecundo.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra




(Foto:internet)

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Os Reis Magos (3-ª parte)

.

O nascimento de um novo rei dos Judeus era uma ameaça para Herodes, que costumava derrubar, sem dó nem piedade, os seus opositores. Por isso, procurou informar-se junto dos mais importantes sacerdotes e escribas de Jerusalém onde é que devia nascer o Cristo. Responderam-lhe que as profecias apontavam para Belém.
Herodes, mal intencionado, mandou, secretamente, chamar os magos e pediu-lhes que o informassem, detalhadamente, sobre o Menino, já que também desejava ir adorar o herdeiro do trono de Israel.
Mas quem eram estes homens, que a tradição apelida de “reis magos” e de que longínquas terras provinham?
No decorrer dos séculos, muitas tradições e lendas se têm levantado acerca de tais misteriosas e simpáticas figuras. O seu número variou entre 3 e 12. A tradição mais recente chamou-lhes “reis” e na Idade Média foram-lhes atribuídos os nomes de Gaspar, Melchior e Baltasar. Sobre as regiões de onde vieram, uns dizem, que partiram da Pérsia ou Babilónia, outros, das regiões desérticas da Arábia e até há quem sugira que podem ter vindo da terra onde, em tempos, reinou a rainha de Sabá.
No mapa, a seguir, estão marcadas as rotas usualmente seguidas a partir destas terras.




Agostinho Alves Fardilha (o meu Pai)

Coimbra


(Continua )

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Os Reis Magos (2-ª parte)

Desde o século IV que o dia de Natal é comemorado a 25 de Dezembro, data escolhida pelas antigas autoridades cristãs por razões simultaneamente práticas e simbólicas. O próprio evangelista São Mateus refere que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, o grande, que morreu no ano 4 a.C., pelo que a data de nascimento do menino foi certamente anterior. Por isso, muitos estudiosos apontam o ano 6 ou 7 antes da nossa era para o nascimento de Jesus.
Enquanto Jesus dormia na manjedoura, nos arredores de Belém vários pastores faziam, à vez, durante a noite, guarda aos seus rebanhos. De repente, apareceu-lhes, vindo do céu, um anjo que lhes anunciou que um milagre ocorrera nessa noite, pois havia nascido o Salvador da humanidade. Os pastores, pressurosos, dirigiram-se Belém e encontraram o Deus- Menino com Maria e José, como o anjo lhes tinha anunciado. Prostrados , adoraram-No.
Depois dos humildes pastores, vieram aqueles que conhecemos pela designação de “reis magos” e que perguntavam onde estava o rei dos Judeus que tinha acabado de nascer, pois a Sua estrela os tinha guiado até ali desde o Oriente e eles queriam adorá-Lo.
A pergunta que os magos fizeram, quando chegaram a Jerusalém, deixou toda a gente alvoroçada e muito perturbada, especialmente Herodes, o grande, que era, de facto, o rei dos
Judeus por designação do imperador romano.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra












(continua)

terça-feira, janeiro 06, 2009

Dia de Reis

Bolo Rei
O Rei dos Bolos




(Foto:internet)

Os Reis Magos (1-ªparte)




Segundo a tradição eclesiástica, cujos primórdios enraízam no século II, um dos Evangelhos Sinópticos é da autoria de São Mateus. De acordo com essa tradição, Mateus, o publicano, que integrava o colégio dos doze Apóstolos, escreveu o primeiro Evangelho, em aramaico, depois traduzido para grego, estando na Palestina e tinha por destinatários os cristãos convertidos do judaísmo.
As diversas fases da vida de Jesus- desde a infância até à paixão/ressurreição- são relatadas, com grande pormenor, no evangelho de São Mateus.
Quando se aproximava o tempo em que Jesus ia nascer, César Augusto, imperador romano, resolveu mandar fazer o censo da população, com a finalidade de actualizar os registos de contribuintes de Roma. Foi uma destas circunstâncias que levou José e Maria, que se encontrava grávida, a encetarem o caminho de cerca de 145 Kms até Belém, cidade de David, na Judeia, pois José era da casa e linhagem de David.
Ora, enquanto estavam em Belém, chegou o tempo em que o Menino devia nascer. E Maria deu à luz o Seu Filho primogénito, tendo, por berço, uma manjedoura, porque, na estalagem, já não havia lugar.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
(Imagem:internet)
(continua)


domingo, janeiro 04, 2009

Cantar as Janeiras...Origem e Tradição.




As Janeiras ou cantar as Janeiras são uma tradição em Portugal que consiste na
reunião de grupos que se passeiam pelas ruas no início do ano, cantando de porta em porta e desejando às pessoas um feliz ano novo.Realizam-se em Janeiro. Este mês era consagrado a Janus, o Deus das Portas e das Passagens. Era o porteiro dos céus e por isso muito importante para os romanos que esperavam a Sua protecção.Era-Lhe pedido que afastasse das casas os espíritos maus, sendo especialmente invocado no Seu mês, o primeiro. Era tradição que os Romanos se saudassem em Sua honra no começar de um novo ano e daí derivam as Janeiras.

A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver os mais comuns são a pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito vão cantar de porta em porta pela vizinhança. Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriços, morcelas, etc. Por comodidade, é hoje costume dar chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição). No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então comem todos juntos aquilo que receberam. As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada localidade.

(Pesquisa:internet)






sábado, janeiro 03, 2009

Momento de Poesia



Tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
A que se deu o nome de ano,
Foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
Fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
Se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente…

…Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.

Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente…

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
Ao rumo da sua FELICIDADE!!!
(Carlos Drummond de Andrade)


(Foto:internet)

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Origem do mês de Janeiro



O nome deste mês provém de Janus, deus romano que foi dotado por Saturno com a graça de conhecer, no passado e no presente, tudo o que quisesse.
Este deus que presidia ao tempo, à paz e à guerra, era representado com uma cara com duas faces: uma virada para o passado e outra para o futuro. Por vezes, era representado por uma cabeça de quatro caras – as estações do ano. Era ainda representado com uma chave na mão direita e um bastão na esquerda. Com a chave abria as portas de um templo que foi edificado em sua honra, em Roma, o qual se mantinha sempre fechado em tempo de paz.
Em honra desta divindade os romanos costumam visitar-se no primeiro dia do ano e trocarem presentes.
(pesquisa:internet)

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Novo visual do blog

Durante este Inverno o blog será cinzento, pois associo-lhe esta cor fria e triste.

Saudades da consoada do" Ano Novo"



Na minha infância a consoada tinha
Lugar, por tradição, no dia um.
Alegria e ruído, em mais nenhum,
Toda a casa enchiam, mesmo a cozinha.

Manhã cedo havia Missa e Sermão.
O jantar era sempre melhorado,
Mas a ceia… meu Deus! Tudo contado,
Põe-nos, mãos erguidas, em oração.

Que saudades do vinho e canela,
Da tenra hortaliça e do bacalhau!
Que cheirinho saía da panela!

Ao deitar-me, imaginava um sarau
E de nariz colado na janela
Pedia a Deus que ninguém fosse mau.




Coimbra, 1 de Janeiro de 2009
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
(nascido em Cortegaça, em Maio de 1926)

2009 Chegou!!!


quarta-feira, dezembro 31, 2008

Noite de Fim de Ano (o peso da tradição)


Rituais Seculares


Comer 12 passas nos segundos finais do último dia do ano e, por cada uma, pedir um desejo é, de longe, a tradição mais popular entre os portugueses. Dinheiro, saúde e...amor são os "presentes" mais apetecidos...
Seja qual for a tradição, vivemos do presente, que infelizmente, é pouco risonho. Mas não sejamos pessimistas! Sejamos optimistas ao menos, por uns escassos segundos: saúde, paz, amor e dinheiro para todos no ano que começa.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Ó sino da minha aldeia



Ó sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.
E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.
Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.
A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.
(Fernando Pessoa)

(imagem:internet)

domingo, dezembro 28, 2008

Continuando com poesia...



O Inverno

Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.
Vem de sobretudo,
Vem de cachecol,
O chão onde passa
Parece um lençol.
Esqueceu as luvas
Perto do fogão:
Quando as procurou,
Roubara-as um cão.
Com medo do frio
Encosta-se a nós:
Dai-lhe café quente
Senão perde a voz.
Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.



(Eugénio de Andrade)
(Foto:internet)

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Momento de Poesia













Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos-
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.

Assim será a nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos-
Por isso precisamos de velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.

Não há muito que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor
Uma prece por quem se vai-
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.

Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte-
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

(Vinícius de Moraes)
(Foto:internet)

Benfica Campeão de Inverno


O "Glorioso" é oficialmente Campeão de Inverno da época 2008/09, feito que não acontecia há mais de 10 anos, o último treinador a alcançar este registo foi Toni e por isso este artigo é como uma homenagem a ENRIQUE SANCHÉZ FLORES mais conhecido por QUIQUE FLORES.


Outro resultado, digamos assim, que Quique Flores atingiu ( não só Quique, como também os seus atletas ) foi o facto de o BENFICA ser a única equipa da Europa que ainda não perdeu um único jogo para o respectivo campeonato. E também é de salientar que há 25 anos que o BENFICA não estava invicto na primeira fase do campeonato, este acontecimento ocorreu na "era" ERIKSSON, por isso benfiquistas podemos dizer que QUIQUE FLORES está ao nível de ERIKSSON.
Saudações Benfiquistas
P.S- que o "benfas" seja campeão

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Momento de Poesia

Natal

O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho.
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.


(Fernando Pessoa)

terça-feira, dezembro 23, 2008

O meu primeiro Natal na Madeira

Lapinha (presépio da Madeira)
Vinda de Angola, em 1975, fui viver para a Madeira com o meu marido, madeirense, e aí passei o Natal, bem diferente ao que estava habituada, mas mesmo assim agradável.
No dia 23 de Dezembro, fui ao “mercadinho” que se realiza dentro e fora do Mercado Municipal do Funchal onde estão à venda flores, frutos, legumes, aves de capoeira, vindos de todos os cantos da ilha. (É uma profusão de cheiros e cores, típicos desta época natalícia).
Além disso nos bares em volta do mercado, aberto até de madrugada, servem-se “dentinhos” (petiscos) de carne de vinha-d’alhos acompanhados com “vinho seco”.
Depois da meia-noite, cantam-se cânticos de Natal, dentro do Mercado.
No dia 24, antes de se ir à missa do galo, deixa-se feita uma canja de galinha caseira, e, no regresso come-se a canja bem quente e fazem-se sandes de galinha com “pão de casa” e manteiga, broas de mel, cervejinhas, rosquilhas, bolos de mel acompanhado de vários licores como o tim-tan-tun (licor de passas), o de tangerina, o de leite, o de pitanga, etc.; todos feitos em casa.
No dia 25, o almoço é também bem diferente daquele a que estava habituada. Come-se carne de vinha de alhos com batatinhas novas cozidas e salteadas na banha de porco, pão frito, milho frito e legumes cozidos: feijão verde, cenouras, pimpinelas, aboborinhas, etc. Como sobremesa há vários pudins entre eles o pudim veludo. É bom, mas prefiro o Natal tradicional de casa dos meus pais.

Maria José Fardilha ( a minha irmã mais velha)
(62 anos)
Oeiras

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Boas Festas

Elisa Fardilha (Mona Lisa), deseja a todos os contribuidores, aos que por aqui passaram e em particular àqueles que me visitam e deixam o seu comentário:


domingo, dezembro 21, 2008

O Inverno bate à porta !



Pessoalmente, não gosto do Inverno, prefiro a época quente. No entanto reconheço que o Inverno tem os seus encantos…É reconfortante ver a chuva a cair, junto à lareira, no aconchego do calor do lar, pensar e reflectir na vida…escolher a roupa quentinha que se irá vestir nos dias mais frios…apreciar as inúmeras coisas quentes e saborosas que existem nesta época….Associo sempre o Inverno a uma época triste, adormecida, escura, apenas iluminada pela alegria e cor do Natal e Ano Novo.
No Inverno a Natureza hiberna, cobre-se do enorme branco adormecido do gelo e da neve preparando- se para a germinação da estação vindoura.
(Foto:internet)

Canção de Natal " Happy Cristmas (war is over)"

Estamos numa época que convida ao amor, paz e à reflexão. Deixo aqui uma canção (interpretada pelo pacifista Jonh Lennon),porque entendo-a como sendo um apelo à paz e a um mundo melhor.

sábado, dezembro 20, 2008

Ensaio sobre a Cegueira


Sabedoria Popular

de Dezembro


· Em Dezembro treme de frio cada membro.

· Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.

· Dezembro frio, calor no estio.

· Caindo o Natal à 2-ª feira, tem o lavrador que alugar a eira.

· Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.

· Dos Santos ao Natal é Inverno natural.

· Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.

· Mal vai Portugal, se não há três cheias antes do Natal.

· Natal na praça, Páscoa em casa.

· Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.

· Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

· Em Dezembro descansar para em Janeiro trabalhar.

· Pela Santa Luzia, minga a noite e cresce o dia.
(Imagem:internet)

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Frases de Fernando Pessoa


· O homem é do tamanho do seu sonho.

· Tenho em mim todos os sonhos do mundo.


· Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é.


· Para realizar um sonho é preciso esquecê-lo, distrair dele a atenção. Por isso realizar é não realizar.


· Eu sou aquilo que perdi.

· Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.


· As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais.

(Imagem:internet)



quinta-feira, dezembro 18, 2008

Momento de Poesia


Natal

Natal…Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

(Fernando Pessoa)
(Foto:internet)

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Poesia

Ao meu menino Jesus

Menino a irradiar tanta luz
De olhar tão meigo e doce
Vem adormecer nos meus braços
Como eterno embalo eu fosse.

Todos os anos quis festejar
Teu nascimento divino
Pensamentos te dediquei
Louvores solfejei como hino.

Menino de tantos poderes
O mundo podes mudar
A todos queres acolher
Nunca me queiras deixar.

Sozinha na multidão
Com sede ao pé da fonte
No escuro cheio de luz
Sem fé todavia tão crente.

Anyta (18.11.08)



Mensagens de Natal




· “A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida.”

· “Melhor que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.”

· “O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a vida.”

·" Se não sabes como presentear os teus seres mais queridos, no Natal, presenteia-os com o teu amor.”

· "Tudo o que desejar de bom, do fundo do coração, poderá realizar, basta acreditar, mentalizar-se, visualizar o futuro que deseja, acreditar: todo o universo conspira a seu favor.”

(Autor desconhecido)


terça-feira, dezembro 16, 2008

Primeiro selo de Natal (no Mundo)



As colecções temáticas relativas ao “Natal” estão actualmente, entre as mais populares do mundo. Há publicações especializadas sobre o assunto e extensa bibliografia. Muitos consideram como válidas, nestas colecções, as emissões postais da antiga colónia britânica de Natal, que se situa a nordeste da colónia do Cabo, e que passou a integrar a União da África do Sul, em 1910. Apesar da denominação, não reputamos aqueles lançamentos como homenagem ao nascimento de Jesus Cristo. O primeiro selo do mundo que efectivamente recorre ao tema natalício é do Canadá, quando trouxe a inscrição “XMAS 1898”, ou seja, a abreviatura da palavra Christimas (Natal). O selo entrou em circulação no dia 7 de Dezembro de 1898, com valor facial de 2 centavos, com uma tiragem de 19.927.500 exemplares, impressos pelo American Bank Note Co. Oficialmente a emissão comemora a adopção de uma tarifa uniforme para todos os correios do império britânico. Além da já mencionada inscrição relacionada ao Natal, traz ainda um mapa onde estão assinalados os países colonizados, com a predominância da religião protestante.

(Fonte: Site: selo & arte)

segunda-feira, dezembro 15, 2008

História do Pai Natal



A figura do Pai Natal, importante em qualquer celebração de Natal, tem uma origem bastante antiga.

Nos países nórdicos era habitual, durante a quadra natalícia, alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa.

Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto, foi associado à figura de São Nicolau.
Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda, segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal.
O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e desde então tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra nas casas pela chaminé.

Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa.
Remonta à década de 1930, quando a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.

Desde sempre toda a criança associa o Natal, não só à imagem do Deus Menino, mas também ao venerável e simpático “Homem das Barbas”, o querido Pai Natal.

(Pesquisa: natal/sapo)
(Imagem:Internet)

domingo, dezembro 14, 2008

Momento Musical "Silent Night"

Canção melodiosa, que me transmite alegria, calma e paz e também me transporta aos natais tropicais da minha infância e juventude, onde as luzes coloridas e cintilantes das árvores de Natal despontavam das janelas, abertas de par em par, acompanhadas pelo som inesquecível do “Silent Night”.

sábado, dezembro 13, 2008

Momento de Poesia



Bethlehemi, Orbis Saluator natus est

Magna laetitia et festinatio in Caelo sunt,
Angelorum laudes, quod Puer natus est;
Hebraici populi cantica audiuntur.
Aurora fulgenti, tota Terra hymnum canit;
Infinitus Deus humanitatem redemit,
Ab omni aeternitate cum Patre societas fit.

Per Sanctum Spiritum Uerbum incarnauit
In Mariae castis uisceribus, quale chrysanthemum!

Uos saluto, Sacra Familia,
Carmina laudationibus et choro
Peruigilatio esse pergent
Hesterno die Natiuitatis.
Mementote, Deus Puer, Uos fratrem nostrum esse.
Peccatores sumus, sed Te amamus.
Infunde in nostro corde Tuum Amorem,
Este firmamentum eius qui hodie Te arridet.

Tribuite iam pacem nunc in seruitutem abductis hominibus
Et docete bonae uoluntatis homines
Ubi amor sit, caritas uiret.
Agostinho Alves Fardilha( o meu pai)
(Coimbra)


(Versão para português)

Glória a Deus nas alturas

Em Belém, nasceu o Salvador do Mundo

Grande alegria e azáfama há no céu,
Louvores dos Anjos, porque nasceu o Menino;
Ouvem-se cânticos do povo hebreu.
Raiando a Aurora, toda a Terra entoa um hino;
Infinito Deus resgatou a humanidade,
Aliança é feita com Pai p’la eternidade.

I(E)ncarnou o Verbo pelo Espírito Santo
Nas puras entranhas de Maria, qual crisanto!

Eu vos saúdo, ó Sagrada Família,
Xácaras com loas e coral
Continuarão a ser a vigília
Em vésp’ra do dia de Natal.
Lembrai-vos, Menino Deus, que sois nosso irmão.
Somos pecadores, mas gostamos de ti.
Incute Teu Amor no nosso coração,
Sede amparo daquele que hoje Te sorri.

Dai já paz ao mundo agora escravizado
E ensinai aos homens de boa vontade
Onde exista amor, viceja a caridade.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
(Coimbra)

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Conto de Natal




O Suave Milagre



Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as outras de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ela o criara parra os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo. Também a ela a doença a engelhara dentro dos trapos nunca mudados, mais escura e torcida que uma cepa arrancada. E, sobre ambos, espessamente a miséria cresceu como bolor sobre cacos perdidos num ermo. Até na lâmpada de barro vermelho secara há muito o azeite. Dentro da arca pintada não restava um grão ou côdea. No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira. Tão longe do povoado, numa esmola de pão ou mel entrava o portal. E só ervas apanhadas nas fendas das rochas, cozidas sem sal, nutriam aquelas criaturas de Deus na Terra Escolhida, onde até às aves maléficas sobrava o sustento!
Um dia um mendigo entrou no casebre, repartiu do seu farnel com a mãe amargurada e, um momento sentado na pedra da lareira, coçando as feridas das pernas, contou dessa grande esperança dos tristes, esse rabi que aparecera na Galileia, e de um pão no mesmo cesto fazia sete, e amava todas as criancinhas, e enxugava todos os prantos, e prometia aos pobres um grande e luminoso reino, de abundância maior que a corte de Salomão. A mulher escutava, com olhos famintos. E esse doce rabi, esperança dos tristes, onde se encontrava? O mendigo suspirou. Ah esse doce rabi, quantos o desejavam, quanto desesperançavam! A sua fama andava por sobre toda a Judeia, como o sol que até por qualquer velho muro se estende e se goza; mas para enxergar a claridade do seu rosto, só aqueles ditosos que o seu desejo escolhia.
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A tarde caía. O mendigo apanhou o seu bordão, desceu pelo duro trilho, entre a urze e a rocha.
A mãe retomou o seu canto, a mãe mais vergada, mais abandonada. E então o filhinho, num murmúrio mais débil que o roçar duma asa, pediu à mãe que lhe trouxesse esse rabi que amava as criancinhas, ainda as mais pobres, sarava os males, ainda os mais antigos. A mãe apertou a cabeça engelhada:
- Oh filho! E como queres que te deixe, e me meta aos caminhos, à procura do rabi da Galileia?
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Como queres que te deixe? Jesus anda por muito longe e nossa dor mora connosco, dentro destas paredes e dentro delas nos prende. E mesmo que o encontrasse, como convenceria eu o rabi tão desejado, por quem ricos e fortes suspiram, a que descesse através das cidades até este ermo, para sarar um entrevadinho tão pobre, sobre enxerga tão rota?
A criança, com duas longas lágrimas na face magrinha, murmurou:
- Oh mãe! Jesus ama todos os pequeninos. E eu ainda tão pequeno, e com um mal tão pesado, e que tanto queria sarar! E a mãe, em soluços:
-Oh meu filho como te posso deixar! Longas são as estradas da Galileia, e curta a piedade dos homens. Tão rota, tão trôpega, tão triste, até os cães me ladraria da porta dos casais. Ninguém atenderia o meu recado, e me apontaria a morada do doce rabi, Oh filho! Talvez Jesus morresse…Nem mesmo os ricos e os fortes o encontram. O Céu o trouxe, o Céu o levou. E com ele para sempre morreu a esperança dos tristes.
De entre os negros trapos, erguendo as suas pobres mãozinhas que tremiam, a criança murmurou:
-Mãe, eu queria ver Jesus…
E logo, abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse à criança:
-Aqui estou.

Fonte: O Suave Milagre / Eça de Queirós

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Inauguração do canal Benfica, dia 10 de Dezembro

Atrasado, mas muito a tempo, para manifestar a minha alegria e da família benfiquista pela inauguração do canal Benfica TV, deixo aqui esta pequena nota.
É uma vitória contra os anti-benfiquistas deste país.
"Viva o Glorioso". Depois deste feito é sem dúvida nenhuma o maior Clube Português.

Aniversário de Manuel de Oliveira

Faz hoje 100 anos, Manoel de Oliveira, o cineasta mais idoso do mundo. Não está disponível para festejos públicos, comemorando o aniversário a trabalhar na rodagem do filme “Singularidades de uma Rapariga Loira”, adaptação de uma obra do escritor Eça de Queirós.
Este filme terá a sua ante-estreia no Festival de Berlim do próximo ano.
Manoel de Oliveira pensa já no seu próximo filme:”O estranho caso de Angélica”

Recebe no próximo sábado, das mãos do Presidente da Répública, a grã-cruz da Ordem do Infante D. Henrique.




Filmografia

Longas-metragens

Curtas e médias metragens


Como actor

1994 -
Lisbon Story, de Wim Wenders
1980 -
Conversa Acabada, de João Botelho
1933 -
A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo
1928 -
Fátima Milagrosa, de Rino Lupo

Como supervisor

1970 - Sever do Vouga... Uma Experiência, de
Paulo Rocha
1966 - A Propósito da Inauguração de Uma Estátua - Porto 1100 Anos, de Artur Moura, Albino Baganha e António Lopes Fernand
es.




(Fonte:Wikipédia)
(Foto:internet)

quarta-feira, dezembro 10, 2008

10 de Dezembro" Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos"



Celebram-se hoje 60 anos, que a 10 de Dezembro de 1948, em Paris, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Esta declaração foi o primeiro documento internacional a reconhecer que todos os seres humanos têm direitos e liberdades fundamentais.


A Declaração Universal dos Direitos do Homem da Organização das Nações Unidas afirma:


“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em
direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”


Bom seria que, mesmo por um só dia, todo o ser humano levasse isso a sério.

(Pesquisa: internet)

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