terça-feira, fevereiro 21, 2012

Pelos caminhos de Portugal...




Aldeia pré-histórica  em S. Lourenço


Para informação mais detalhada leia aqui











Fotos minhas

sábado, fevereiro 18, 2012

Um olhar


Foto minha

Choveram lágrimas sobre o meu coração magoado, mas, abrindo o guarda - chuva resguardei-o e aconcheguei-o.


quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Um olhar

Foto minha


Como a Natureza é farta e pródiga!
Quadro raro e maravilhoso!
A quietude é sentimental.
Lago azul-esverdeado abriga
do arvoredo raízes verdoso.
Beleza assim, no éden terrial.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Um olhar com história

Rio Sanguinhedo


O rio Sanguinhedo principia no Lugar do Rego em Santa Cristina do Couto. É o único rio que atravessa a paróquia de S. Bartolomeu de Fontiscos e desagua no rio Ave, no Lugar de Argemil. Corre de Sul para Norte.

Contrariamente a uma opinião generalizada, a origem do nome do rio (sanguinhedo – cor vermelha do terreno ou vegetação) em nada tem a ver com sangue, nem tão pouco com batalhas sanguinárias que teriam manchado o leito do rio de uma cor avermelhada, sendo adiantada como hipótese mais provável a oxidação das margens,  tendo como origem uma nascente de águas ricas em ferro que teriam existido e que imprimiam às margens do rio uma cor avermelhada, cor de sangue, – sanguinhedo.



Pesquisa internet





















Fotos minhas

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Um olhar


Foto minha


Usualmente são vistos em campos de cultivo, depois da ceifa. Estes, colocados na calçada de uma cidade, parecem adaptar-se ao provérbio:

"Todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha".

Querem-nos a todos chamar burros? É que a palha está ao alcance de todos os que passam.




sábado, fevereiro 04, 2012

Pelos caminhos de Portugal...

Fundado no Século XI sobre vestígios castrejos romanos e visigóticos, a sua história e a da Terra de Santa Maria  de que foi cabeça, está ligada à fundação e consolidação da Nacionalidade Portuguesa.





















Fotos minhas (Castelo de Santa Maria da Feira)

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Momento de poesia com Agostinho Fardilha




(Rei nascido neste mês)

Foi Afonso IV chamado o “Bravo”
e acresceu património real;
vigiando, com as inquirições,
evitou abusos, às vezes com travo;
realçou o valor de Portugal
e, para defender as populações,
inimigo secular fez escravo,
reduzindo, no Salado, afinal
o terror mouro das cristãs nações.

Agostinho Alves Fardilha ( o meu pai)
Coimbra

Vocabulário:
Travo = amargura

Imagem:internet


segunda-feira, janeiro 30, 2012

Um olhar com história

Núcleo da cidade muralhada (Coimbra)

Porta de Barbaçã

Na zona mais vulnerável da cidade (entre as portas de Almedina e de Belcouce) foi necessário reforçar a defesa, criando uma segunda cintura - a Barbaçã. A porta, parcialmente enterrada, desenha um arco quebrado típico das fortalezas da época manuelina e sobreviveu até aos nossos dias.


Frente (entrada)
Parte posterior

Fotos minhas

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Um olhar


Foto minha


Viver é como andar numa escada rolante: às vezes subindo outras vezes descendo. Quando encontramos um patamar, paramos para reflectir.

terça-feira, janeiro 24, 2012

Um olhar






Fotos minhas



Mala de Cartão, insígnia do português!
Legal ou a "salto" ele vai fronteiras fora
de olhos marejados e inquieto a Deus ora
para que chegue ao destino e com rapidez
arranje labor p'ra sacudir a quem ficou
à espera, em Portugal. Sou de provecta idade
e assisti a alguns dramas de infelicidade.
o Governo só queria o que se poupou.
A maioria, essa, adaptou-se muito bem
ao novo estilo de vida. Honrou o país.
Julguei termos erguido, de vez, a cerviz,
mas, quando me disseram que alvitrou alguém
a emigração de jovens, mesmo com cultura,
pasmei. Mas eles, em passos largos, subiram
ao sotão, procurando as malas que serviram
aos avós, outrora, em dolorosa aventura.
Vão ser as reparadas malas de cartão
que, somadas à crise em tudo persistente,
farão do nosso Portugal país descrente,
mais pobre, amorfo e sem fé na renovação.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

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