segunda-feira, abril 07, 2014

Pelos caminhos de Portugal...


A Estufa Fria , situada numa antiga pedreira, começou a ser plantada em 1910, integrada no projecto urbanístico do Parque Eduardo VII, em Lisboa.
Com regatos artificiais e uma profusão de plantas exóticas, obteve de imediato a adesão do público, sofrendo sucessivas ampliações, que posteriormente levaram à construção da Estufa Quente e de um pavilhão envidraçado para a realização de exposições temporárias e feiras.



















quinta-feira, abril 03, 2014

Um olhar


Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer.

(Confúcio)

terça-feira, abril 01, 2014

Momento de poesia com Agostinho Fardilha


Fotos minhas
Composição: Luís Fardilha


Abril (mês da margarida)
          

A margarida da ninfa nasceu
bela, foi sempre  muito desejada;
resistindo, porém, ao mal, viveu
inocente e, por isso, sempre amada:
logo p’la Natureza é perfilhada.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra


sábado, março 29, 2014

Pelos caminhos de Portugal...



A Ponte Medieval de Ponte da Barca construída no início do século XV foi  alvo de obras de restauração em 1761 e 1896. Tem 10 arcos assentes em fortes pilares com talha- mares. Os dois arcos centrais pertencem à reforma do século XVIII. Os restantes  à primitiva construção.










quinta-feira, março 27, 2014

terça-feira, março 25, 2014

Pelos caminhos de Portugal...

O castelo de Viana do Alentejo, mandado construir em 1313 por D. Dinis e reedificado por D.João II, mantém ainda as características do projecto inicial. Trata-se de um monumento de arquitectura militar Gótica, de planta pentagonal em cujos ângulos se erguem torres cilíndricas com seteiras cruciformes.


Integrada no castelo e datada do séc. XVI, encontra-se a Igreja Matriz de Viana do Alentejo,sendo uma das suas paredes  adjacente à muralha do mesmo. É considerada um dos melhores exemplares do estilo manuelino da região. Obra da autoria de Diogo Arruda revela também fortes influências mudéjares. Apresenta um soberbo portal manuelino, em mármore
























domingo, março 23, 2014

Um olhar



Já se ouve o lento sucumbir do Inverno
e o gorgolhar do que a Mãe Natureza
produz: bichinhos às frondosas  árvores.
Todos os seres se enleiam em afago terno.

Logo virão as travessas moçoilas
com géneros, temperos e namorados.
De ditos chistosos fartam-se os ares.
Em breve fumegarão as caçoilas.

Quentes as cabeças, irromperão as danças.
Os pares estreitam-se cada vez mais.
Lábios roxos de tanto morder.
Folgai, ó Juventude, e sem tardanças.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

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