sexta-feira, abril 03, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


Situada no topo do monte de Nossa Senhora da Confiança esta capela foi mandada construir pela família Conceição e Silva, oriunda de Pedrógão Pequeno, no ano de 1902 (projecto do arquitecto Ruynant), sob as ruínas de uma outra mais antiga. Do miradouro ali existente tem-se uma vista geral sobre a vila de Pedrogão grande, barragem do Cabril e rio Zêzere.










quarta-feira, abril 01, 2015

Sintonia entre olhar e poesia





                    I
Que conjunto prenhe de beleza
e de profundo significado!
Enlevada c'o artificial,
reparte-se, alegre, a Natureza
no dia ou no escuro alumiado.

II

A Palmeira, o arranjo floral
com a erva, pródiga oferece
agradável sombra a todo o ser.
O candeeiro é como o fiscal
que avisa quem do escuro aparece.

III

Unidos, são protecção de todos:
se tens namorada (o), a sombra queres
da Palmeira ou luz do Candeeiro?
Mas não te deixes cair nos engodos:
Põe-te sempre alerta onde estiveres.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra



domingo, março 29, 2015

Pelos caminhos de Portugal...



Jardim Municipal de Castelo Branco - Parque da Cidade

Espaço verde bastante agradável, inserido na zona histórica da cidade. Com um traçado simples e elegante é composto por diversas árvores, lagos,corredores relvados, terminando numa grande pérgula circular.

























quinta-feira, março 26, 2015

segunda-feira, março 23, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


A fortaleza de Peniche ainda hoje é uma imponente estrutura militar, que merece uma visita. Ali se encontra um museu (desde 1984) que ilustra a história de Peniche (com peças de arqueologia e de artesanato local, por exemplo) e que evoca a resistência antifascista, recordando que aquele forte serviu de prisão política durante o regime do Estado Novo. 

Foi devido aos constantes ataques de corsários que D. Manuel I mandou construir um castelo-fortaleza naquele local, embora a obra só tenha ficado concluída durante o reinado de D. Sebastião, em 1570. Já durante os 60 anos de domínio filipino em Portugal, realizaram-se importantes obras no forte, transformando-o numa verdadeira praça de guerra.




































ShareThis