terça-feira, maio 05, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


A Torre do Relógio situada no centro Histórico de Rates , de construção recente (1950), foi erigida com excedentes de pedra da ancestral Igreja de São Pedro de Rates, sendo a máquina do relógio a original da referida igreja.

(informação dada pelo guia local)











sexta-feira, maio 01, 2015

Sintonia entre olhar e poesia


© Elisa Fardilha


Vivemos na pujança da Primavera.
Qual o assunto da conversa das três pombas?
A revelar onde elas têm os seus ninhos?
O local p'ra bem comer uma soubera?
Postura é de aves alegres e pontas não rombas,
ansiosas pelo voo dos filhinhos.





Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1926/ 23-4-2015

terça-feira, abril 28, 2015

Pelos caminhos de Portugal...

O Santuário de Santa Luzia localiza-se no alto do monte de Santa Luzia na cidade de Viana do Castelo, em Portugal. É um dos "ex libris" da cidade, donde se  pode apreciar uma vista ímpar que concilia o mar, o rio Lima com o seu vale e todo o complexo montanhoso envolvente.














sábado, abril 25, 2015

Um olhar


Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou.



(Magalhães Pinto)

quarta-feira, abril 22, 2015

Pelos caminhos de Portugal...

Mosteiro de São Bento – Santo Tirso


O mosteiro está implantado na margem esquerda do rio Ave, na zona baixa da cidade de Santo Tirso. Foi fundado por Dona Unisco Godiniz e seu marido Abunazar Lovesendes, primeiro senhor da Maia e ancestral desta família, em 978, conforme documento publicado por D. António Caetano de Sousa.

No século XV foi edificada a igreja monástica por benemerência de Martim Gil, conde de Barcelos. Desta igreja restam alguns vestígios arqueológicos.

A actual igreja matriz foi construida em 1659 - 79, com projeto de Frei João Turriano, filho de um arquiteto milanês, Leonardo Turriano. Possuí planta de cruz latina e é de uma só nave. A fachada possuiu três nichos em que estão alojadas as esculturas de Santo Tirso ao centro, ladeado por S. Bento e Santa Escolástica. No tímpano encontra-se inscrita a data de 1679 que, hipoteticamente, representa o termo da construção da igreja.


Ao mosteiro pertenceram as terras do couto até ao século XIX, quando se deu a expropriação dos bens das ordens religiosas em 1834. Em 11 de maio desse ano, 46 dias após a retirada dos monges de S. Bento, toma posse a Comissão Municipal interina do futuro.
Após a secularização o mosteiro é dividido; uma parte fica para um particular, outra para repartições públicas (Câmara Municipal - nas antigas hospedarias conventuais, Tribunal e Administração do concelho) e o Asilo Agrícola Conde S. Bento, e uma última parte para residência paroquial.
O mosteiro está classificado como Monumento Nacional desde 1910.


(Fonte : internet)











domingo, abril 19, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


O Jardim do Paço Episcopal é um dos mais extraordinários jardins barrocos portugueses e, por si só, justificaria a visita à cidade. Foi construído no século XVIII, por iniciativa do primeiro Bispo de Castelo Branco, D. João de Mendonça, junto do então paço, residência de Inverno do Bispo da Guarda que hoje alberga o Museu Tavares Proença Júnior. O jardim é único pela sua originalidade e elegância. De inspiração barroca, entre as suas alamedas de buxos encontram-se numerosas estátuas de granito, representando, entre outros, as quatro partes do Mundo então conhecidas (Europa, Ásia, África e Índia), os signos do Zodíaco, as estações do ano e os seus meses. Do seu grande lago, onde vem dar a cascata de Moisés, partem duas escadarias monumentais, a dos Reis e dos Apóstolos. De destacar que na evocativa dos Reis de Portugal, as representações dos Filipes da Terceira Dinastia, assim como a do Cardeal-Rei, D. Henrique, pelas suas simpatias castelhanas, foram esculpidos em menores dimensões que os demais.
























quinta-feira, abril 16, 2015

Um olhar



Delicada, livre, sensual, bela, regressa em cada Primavera sem ser convidada.


segunda-feira, abril 13, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


 No Centro Histórico de Rates encontra-se  o Pelourinho(manuelino), também monumento nacional, símbolo da antiga autonomia administrativa de Rates.





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