sexta-feira, janeiro 22, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


Hotel Astória

Inaugurado em 1926, fica situado em pleno coração da cidade de Coimbra, frente ao rio Mondego e ao Convento de Santa Clara, num edifício que é um dos símbolos arquitectónicos da cidade, da autoria de Francisco Oliveira Ferreira.








terça-feira, janeiro 19, 2016

sábado, janeiro 16, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


O Santuário de Nossa Senhora dos Remédios fica situado em Lamego no monte de Santo Estêvão, sendo uma das principais igrejas de peregrinação do país.

A partir da Avenida Dr. Alfredo de Sousa, no centro de Lamego, existe uma imensa escadaria que sobe até ao alto do monte, onde se encontra o Santuário. Erguido em 1750 a sua conclusão termina apenas em 1905 e substituiu a capela dedicada a Santo Estêvão.

Com o tempo, a devoção a Santo Estêvão foi decaindo e foi crescendo a dedicação à virgem, que era o alvo das preces de quem padecia de males e necessitava de ajuda, o que deu origem à devoção a Nossa Senhora dos Remédios.

O Santuário e o longo escadório de 686 degraus que sobe o monte, estão envolvidos por um denso arvoredo, o Parque de Santo Estêvão e que confere um ar místico ao conjunto. O parque é um local muito aprazível com vários locais de descanso.

Ao longo do escadório encontramos diversos patamares, onde encontramos diversas obras de arte. Esculturas com variados motivos, fontes, obeliscos, painéis de azulejos e uma capela são algumas das obras que pode encontrar.

Do Santuário a vista sobre Lamego é formidável. Este é um dos locais de visita obrigatória na região.















quarta-feira, janeiro 13, 2016

domingo, janeiro 10, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


O Chafariz do Paço da Sé, em Braga,é um dos emblemas da cidade, situando-se num largo adjacente à Rua do Souto. De tal maneira é marcante no imaginário português que o seu desenho chegou a ilustrar as notas de 500$00. Mandado construir em 1723 pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles é uma estilização dos respectivos símbolos heráldicos: a taça, suportada por anjos, é ladeada por seis castelos e o sétimo constitui a coluna encimada por uma imagem feminina que simboliza a cidade.











quinta-feira, janeiro 07, 2016

segunda-feira, janeiro 04, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



Pequenos “retalhos” do jardim do Palácio Beau Séjour .(Lisboa)

O palácio e jardins terão sido mandados construir pela Viscondessa da Regaleira por volta de 1849. Mais tarde foram vendidos ao Barão da Glória, e, em 1876, o palácio foi herdado por uns sobrinhos do Barão que o mandaram redecorar, convidando para o efeito alguns dos melhores artistas da época: os irmãos Bordalo Pinheiro - Maria Augusta, Columbano e Rafael, os irmãos Meira e o grande decorador Francisco Vilaça. Conservando ainda hoje muitas dessas obras (agora recuperadas), o Palácio e os jardins assumem-se como um verdadeiro museu da época romântica.

Ali instalado desde 1992, o Gabinete de Estudos Olisiponenses ocupa o espaço do palácio e dos jardins.


Coreto e lago




Banco




sexta-feira, janeiro 01, 2016

Sintonia entre olhar e poesia




Belo presente a Natureza e o Homem nos deu!
Será ingresso para gruta com lago?
A todos mata a sede com afago.
Explorador e refúgio seu?
Harmónica obra, com certeza!
Dois reinos em apogeu:
minério e vegetal mago.
Conservemos sem estrago
o natural museu
de mui rara beleza.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

11-05-1926 /23-04- 2015

Feliz Ano Novo


Para todos Vós!

(imagem-montagem)

terça-feira, dezembro 29, 2015

Mensagem de Ano Novo



Chega de velhas desculpas e velhas atitudes!
Que o Ano Novo traga vida nova, como o rio que sai lavando e levando tudo por onde passa.

(autor desconhecido)

domingo, dezembro 27, 2015

Um olhar


(...)

No conforto pobrezinho do meu lar,
há fartura de carinho.
e a cortina da janela é o luar,
mais o sol que bate nela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existência singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tigela.


(...)

Reinaldo Faria

quarta-feira, dezembro 23, 2015

sábado, dezembro 19, 2015

Um olhar



O frio ronda o "ferrolho". Não tarda "bate à porta". Há que alimentá-la.
Brrrrrrr... começa a apetecer o aconchego da lareira.

quinta-feira, dezembro 17, 2015

Um olhar



Os tradicionais candeeiros de rua fazem parte da história e do futuro dos lisboetas... estão para ficar! Lá estão eles altos e majestosos, compondo a paisagem citadina com a sua rara beleza!

Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.

“ Conta-me como era”



segunda-feira, dezembro 14, 2015

sexta-feira, dezembro 11, 2015

Um olhar


A alegria da vida, essa alegria d'oiro
A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai...
Melros alegres de bico loiro
Ó melros negros, cantai, cantai!
(...)

(Guerra Junqueiro)


terça-feira, dezembro 08, 2015

quinta-feira, dezembro 03, 2015

Um olhar





Ninguém sabe andar na rua como as crianças. Para elas é sempre uma novidade, é uma constante festa transpor umbrais. Sair à rua é para elas muito mais do que sair à rua. Vão com o vento. Não vão a nenhum sítio determinado, não se defendem dos ohares das outras pessoas e nem sequer, em dias escuros, a tempestade se reduz, como para a gente crescida, a um obstáculo que se opõe ao guarda-chuva. Abrem-se à aragem. Não projectam sobre as pedras,sobre as árvores, sobre as outras pessoas que passam, cuidados que não têm. Vão com a mãe à loja, mas apesar disso vão sempre muito mais longe. E nem sequer sabem que são a alegria de quem as vê passar e desaparecer.

Ruy Belo - Homem de Palavra(s) 1969

terça-feira, dezembro 01, 2015

Sintonia entre olhar e poesia




Duas primeiras estações
se encontram: uma se despede,
outra imagina as canções
p'ra festa que tudo enrede.

Sol morno e o ar está calmo:
nada altera o ser idoso,
que talvez entoe um salmo,
por a vida dar-lhe gozo

ou condene, revoltado,
quem tantas penas causou
ao ente, embora enganado,
sua vida lhe entregou.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1927 / 23-5-2015





sábado, novembro 28, 2015

Um Olhar


…Penso,
A vida é como a cebola

Vai-se tirando camada a camada

E às vezes…

Chora-se!...



Fátima Porto.


ShareThis