sexta-feira, setembro 16, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



OS "PASSEIOS DE NATUREZA RIO-A-DENTRO" ( Escapourim /Salvaterra de Magos) dão a descobrir algo que não se pode observar em muitos lugares do mundo.

Um composto único de natureza: rio, canais secundários, ilhas, recantos mágicos, lugares únicos, árvores e plantas sem fim, aves das mais diversas espécies e cavalos nas ilhas e praias.

Fazem-se sem pressas, sem stress, ziguezagueando por entre ilhas, ilhotas e bancos de areia, vendo bem de perto a fauna e flora, tudo calmamente. Afinal, temos 2h30, tempo suficiente para fazer um passeio e descobrir o Rio Tejo. Tudo isto, sempre rodeados de conforto e de natureza.















Valada 




Ninhos de andorinhas



Ao longe, a verde e vermelho casas típicas avieiras.







Cavalos lusitanos


Cavalos lusitanos





Junquilhos aquáticos






Miradouro da "Aldeia Avieira" da Palhota,  







terça-feira, setembro 13, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


Toda a zona envolvente do espaço da catedral (Miranda do Douro) foi sempre ponto de atracção  para o visitante.
Do lado  ocidental é de apreciar a belíssima paisagem do desfiladeiro e Penedo Amarelo e da albufeira da Central Hidroeléctrica  do Rio Douro, com o célebre 2 marcado no Penedo Amarelo, já do lado de Espanha que não é mais que uma ilusão óptica.








quarta-feira, setembro 07, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



Núcleo da Cidade Muralhada (Coimbra)

Porta e Torre de Almedina


Como o próprio nome indica era a porta da Medina, entrada principal  da cidade intra-muros. Assente na parte mais baixa da muralha constituía o acesso de maior importância militar e civil e o que tinha maior movimento. Foi, originalmente, uma porta entre dois cubelos avançados que,mais tarde,foram ligados por um arco fundo e levantado o forte torreão. A torre é provavelmente uma das torres defensivas de maior imponência no perímetro da muralha devido à vulnerabilidade do local.



Porta de Almedina





Pormenor da porta


Torre de Almedina



Parte posterior


domingo, setembro 04, 2016

Um olhar



...o tempo passa, o Verão se vai, o Outono se aproxima, e perdemos algumas das nossas folhas. Algumas nascem num outro Verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, aumentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.

(Desconheço o autor)

quinta-feira, setembro 01, 2016

Sintonia entre olhar e poesia




Muitos anos semelhante máquina usei,
pautando a vida p'la cadência do tempo;
o bom e mau aceitava sem contratempo.
Nela escrevi poemas que lhe dediquei.
Inimiga a pressa era da felicidade;
havia tempo p´ra pensar e decidir:
prudentes, construíamos nosso porvir
e de tanto labor ficava a saudade.
Há gosto p'lo actual estilo de vida?
Sempre queremos subir e se houver descida?
Muito é feito, agora, aleatoriamente:
será vegetar ou ficar subserviente?
Aprecio e com o progresso regozijo,
mas que ele não seja da mente esconderijo.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra


segunda-feira, agosto 29, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


Apesar da paisagem se mostrar repetida o passeio pelo Guadiana revelou-se calmo e relaxante.


Cais de Alcoutim (Portugal), tendo em frente Sanlúcar (Espanha)


Sanlúcar (Espanha)



Alcoutim (Portugal)


Sanlúcar (Espanha)




Porto mineiro da Lage ( Espanha)










Alcoutim à vista (Portugal)


Sanlúcar à vista (Espanha)


Alcoutim com seu castelo altaneiro /Portugal)


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