segunda-feira, abril 04, 2016

Recordando...


TEATRO E ANFITEATRO ROMANOS (Mérida/ Espanha)


Foi o centro do lazer, da diversão e do entretenimento rebelde em Augusta Emerita, vila romana da grande Hispania e antiga cidade de Mérida. O Anfiteatro acolhia lutas de feras, combates entre gladiadores, recriações bélicas e até execuções de escravos. As pedras que ainda se conservam são a marca de um anfiteatro que chegava a ter 10.000 espetadores. Saudações, aclamações, gritos, rugidos de animais... a vida romana em estado puro. Poderá entrar nas celas em que eram enjaulados os lutadores e as feras e até pisar o que antes era o campo de batalha.Seguindo o itinerário da visita, chegará ao monumental teatro romano. As colunas de mármore, os lintéis, as esculturas e, inclusive, a base do palco são peças originais do teatro romano. Apesar dos visigodos terem destruído o teatro, utilizando as bancadas para reforçar a muralha da cidade, estes elementos foram encontrados em escavações e o seu restauro foi um rotundo êxito que recria fielmente o cenário mais refinado do mundo cultural da antiga Mérida... e da atual. Este teatro continua em funcionamento e, durante os meses de julho e agosto, acolhe o Festival Internacional de Teatro Clássico.




















A Ponte romana de Mérida( vista de longe) localiza-se sobre o rio Guadiana, em Mérida, Espanha. É a maior ponte sobrevivente do período romano.





sexta-feira, abril 01, 2016

Sintonia entre olhar e poesia





Chegou a Primavera. Vamos festejar.
Olhai as flores já estão a desabrochar.
O árido dá lugar ao colorido.
Nas fontes a água tem diverso ruído.
Das aves os trinados enchem os ares;
o seu namoro inveja humanos pares.
Os lábios colam-se de dia,
de noite, os beijos são à porfia.
Jardins, franqueados os portões,
enfloram de amor corações.
Saudo-te, Primavera;
não fujas, por mim espera.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

terça-feira, março 29, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



Inaugurado em 1884, o Jardim Zoológico de Lisboa foi o primeiro parque com fauna e flora da Península Ibérica. Foram vários os seus fundadores - Dr. Pedro Van Der Laan, José Thomaz Sousa Martins e o Barão de Kessler - que contaram com o apoio de várias personalidades, o Rei D. Fernando II e o zoólogo José Vicente Barboza do Bocage.

As primeiras instalações situaram-se no Parque de São Sebastião da Pedreira, que foi cedido gratuitamente pelos seus proprietários.
Mais tarde, o parque mudou-se para a Palhavã e a 28 de maio de 1905, foram inauguradas as novas e definitivas instalações na Quinta das Laranjeiras. No dia 12 de março de 1913, o Jardim Zoológico foi declarado Instituição de Utilidade Pública.

As inúmeras remessas de animais vindos de África e do Brasil contribuíram para que, ao longo dos anos, o Jardim Zoológico tivesse uma das colecções de animais mais vastas e diversificadas do mundo.

Destacaram-se, na realidade, alguns governadores das ex-províncias ultramarinas no contributo para o enriquecimento da colecção zoológica com exemplares de espécies exóticas, pouco conhecidas e muito atractivas.

 Em 1952, a Câmara Municipal de Lisboa galardoou o Jardim Zoológico com a Medalha de Ouro da Cidade.

A queda do Estado Novo em 1974 e a consequente independência das antigas colónias em África, significou a quebra do forte apoio prestado ao Jardim Zoológico pelas autoridades na diversificação e renovação da colecção animal.


Em 1990, a nova política de gestão adoptada por Félix Naharro Pires, que entretanto tomou posse como Presidente do Jardim Zoológico, teve por objetivos a modernização das instalações existentes, assim como dos serviços.
Em paralelo, foram criados os serviços comerciais, marketing, relações públicas e imprensa, de modo a dinamizar o Parque como parceiro privilegiado das empresas.

Promover a educação para a conservação junto do público visitante foi, também, uma das principais preocupações, que rapidamente mereceu a criação de um serviço próprio, o Centro Pedagógico.

Atualmente o Jardim Zoológico representa o papel de educador, com a vantagem de possuir uma das melhores salas de aula do país, cuja coleção animal, espaço e atividades proporcionam uma aprendizagem atraente e eficaz.
O Jardim Zoológico deixou de ser uma montra de animais para assumir um papel ativo na proteção e conservação da Natureza. A melhoria das instalações para os animais permitiram o aumento da taxa de natalidade. 

Hoje em dia, o Jardim Zoológico está diferente, tem uma nova missão e uma nova mensagem. Apresenta novas atrações e instalações. O Jardim é um espaço onde aliada à conservação e à educação está uma forte componente de entretenimento e diversão.

Neste novo Zoo habitam cerca de 2000 animais num conjunto de aproximadamente 300 espécies, entre mamíferosavesrépteis anfíbios.







Algumas dessas espécies




















sexta-feira, março 25, 2016

Um olhar



Passando por uma rua sinalizada com sentido proibido, reflecti.
Na "estrada da vida" deparamo-nos, por vezes, com "etapas" rotuladas "sentido proíbido", sendo muitas vezes tentados a transgredi-las, pois já diz o ditado: "O fruto proíbido é o mais apetecido".
Será que erramos seguindo o nosso instinto, a nossa curiosidade ou mesmo o desejo de encontrar algo que nos completa?!


quarta-feira, março 23, 2016

Recordando...



Do Adriático, Dubrovnik à vista


Dubrovnik (em italiano: Ragusa) é uma cidade costeira da Croácia localizada no extremo sul da Dalmácia, na ponta do istmo do mesmo nome. É um dos destinos turísticos mais concorridos do Mar Adriático, um porto marítimo e a cidade mais importante do condado de Dubrovnik-Neretva.

Pela sua beleza natural e urbanística, e pelo que representa para a história, Dubrovnik é conhecida como "a pérola do Adriático" e"Atenas eslava", devido aos seus antigos habitantes a distinguirem como única numa região onde imperava a barbárie e por nela terem proliferado grandes figuras das humanidades e das artes. Capital do condado de Dubrovnik-Neretva, Dubrovnik é uma cidade rodeada de muralhas e fortificações, no sopé do monte de São Sérgio, que cai a pique sobre as águas do Mediterrâneo. Desde 1979 que o recinto muralhado está classificado como Património Mundial pela UNESCO.












sexta-feira, março 18, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



Coreto e fonte luminosa, nos Jardins dos Paços do Concelho,  em Oleiros (Castelo Branco)




quarta-feira, março 16, 2016

Um olhar



A vida, qual calçada,  é cheia de ondulações. Um sobe e desce constante de certezas e desilusões.



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