segunda-feira, outubro 10, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



Em frente ao tribunal (Miranda do Douro), estão as ruínas do antigo Paço Episcopal, mandado construir pelo bispo Dom Diogo de Sousa, em 1601.
Restam as arcadas do claustro, formadas por arcos abatidos sustentados pelo pé direito em forma de pilastra monolítica.













sexta-feira, outubro 07, 2016

Recordando...


A cascata de Ézaro é motivada pela desembocadura do rio Xallas que se precipita no mar de uma altura superior a 40 metros.
Esta cascata é muito rara a nível mundial e está localizada junto ao Monte Pindo, no município de Dumbria/Galiza/ Espanha.




















terça-feira, outubro 04, 2016

Pelos caminhos de Portugal...



O Palácio-Convento Nacional de Mafra localiza-se no concelho de Mafra, no distrito de Lisboa, em Portugal. A cerca de 25 quilómetros de Lisboa, constitui-se em um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco, na vertente alemã. Foi iniciado em1717 por iniciativa de João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera no caso de se a rainha dona Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi um dos finalistas para uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.














sábado, outubro 01, 2016

Sintonia entre olhar e poesia


O Outono da Natureza
lembra-nos o Outono da Vida.
Tem seu encanto e pureza:
lembrança é sempre trazida,
as cores são tons de paz.
Recordar, a mente acalma.
A grade ampara o que jaz
na Natura qual sua alma.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra


quinta-feira, setembro 29, 2016

Um olhar



"Aquele que tiver paciência terá o que deseja".

(Benjamim Franklin)


segunda-feira, setembro 26, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


Largo dos Avieiros/Escapourim


 Escaroupim é uma típica aldeia piscatória, formada em meados dos anos 30 por pescadores oriunda da Praia da Vieira (Marinha Grande), que sazonalmente vinham ao Tejo fazer as campanhas de pesca de inverno, sobretudo o sável, procurando no Tejo o sustento das suas numerosas famílias, num Tejo rico em pescado, regressando à Praia da Vieira no verão. Muitos destes pescadores foram ficando pelas margens do Tejo, deixando de ir à sua Praia da Vieira, e assim formaram pequenas povoações piscatórias ao longo do rio. Nestas povoações as habitações são feitas em madeira, pintadas de cores vivas e assentes em estacaria, de modo a estarem protegidas das frequentes cheias do rio. A particularidade das casas é extensiva aos seus barcos de pescas, também em madeira e pintados de cores vivas.






















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