domingo, dezembro 28, 2008

Continuando com poesia...



O Inverno

Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.
Vem de sobretudo,
Vem de cachecol,
O chão onde passa
Parece um lençol.
Esqueceu as luvas
Perto do fogão:
Quando as procurou,
Roubara-as um cão.
Com medo do frio
Encosta-se a nós:
Dai-lhe café quente
Senão perde a voz.
Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.



(Eugénio de Andrade)
(Foto:internet)

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Momento de Poesia













Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos-
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.

Assim será a nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos-
Por isso precisamos de velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.

Não há muito que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor
Uma prece por quem se vai-
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.

Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte-
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

(Vinícius de Moraes)
(Foto:internet)

Benfica Campeão de Inverno


O "Glorioso" é oficialmente Campeão de Inverno da época 2008/09, feito que não acontecia há mais de 10 anos, o último treinador a alcançar este registo foi Toni e por isso este artigo é como uma homenagem a ENRIQUE SANCHÉZ FLORES mais conhecido por QUIQUE FLORES.


Outro resultado, digamos assim, que Quique Flores atingiu ( não só Quique, como também os seus atletas ) foi o facto de o BENFICA ser a única equipa da Europa que ainda não perdeu um único jogo para o respectivo campeonato. E também é de salientar que há 25 anos que o BENFICA não estava invicto na primeira fase do campeonato, este acontecimento ocorreu na "era" ERIKSSON, por isso benfiquistas podemos dizer que QUIQUE FLORES está ao nível de ERIKSSON.
Saudações Benfiquistas
P.S- que o "benfas" seja campeão

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Momento de Poesia

Natal

O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho.
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.


(Fernando Pessoa)

terça-feira, dezembro 23, 2008

O meu primeiro Natal na Madeira

Lapinha (presépio da Madeira)
Vinda de Angola, em 1975, fui viver para a Madeira com o meu marido, madeirense, e aí passei o Natal, bem diferente ao que estava habituada, mas mesmo assim agradável.
No dia 23 de Dezembro, fui ao “mercadinho” que se realiza dentro e fora do Mercado Municipal do Funchal onde estão à venda flores, frutos, legumes, aves de capoeira, vindos de todos os cantos da ilha. (É uma profusão de cheiros e cores, típicos desta época natalícia).
Além disso nos bares em volta do mercado, aberto até de madrugada, servem-se “dentinhos” (petiscos) de carne de vinha-d’alhos acompanhados com “vinho seco”.
Depois da meia-noite, cantam-se cânticos de Natal, dentro do Mercado.
No dia 24, antes de se ir à missa do galo, deixa-se feita uma canja de galinha caseira, e, no regresso come-se a canja bem quente e fazem-se sandes de galinha com “pão de casa” e manteiga, broas de mel, cervejinhas, rosquilhas, bolos de mel acompanhado de vários licores como o tim-tan-tun (licor de passas), o de tangerina, o de leite, o de pitanga, etc.; todos feitos em casa.
No dia 25, o almoço é também bem diferente daquele a que estava habituada. Come-se carne de vinha de alhos com batatinhas novas cozidas e salteadas na banha de porco, pão frito, milho frito e legumes cozidos: feijão verde, cenouras, pimpinelas, aboborinhas, etc. Como sobremesa há vários pudins entre eles o pudim veludo. É bom, mas prefiro o Natal tradicional de casa dos meus pais.

Maria José Fardilha ( a minha irmã mais velha)
(62 anos)
Oeiras

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Boas Festas

Elisa Fardilha (Mona Lisa), deseja a todos os contribuidores, aos que por aqui passaram e em particular àqueles que me visitam e deixam o seu comentário:


domingo, dezembro 21, 2008

O Inverno bate à porta !



Pessoalmente, não gosto do Inverno, prefiro a época quente. No entanto reconheço que o Inverno tem os seus encantos…É reconfortante ver a chuva a cair, junto à lareira, no aconchego do calor do lar, pensar e reflectir na vida…escolher a roupa quentinha que se irá vestir nos dias mais frios…apreciar as inúmeras coisas quentes e saborosas que existem nesta época….Associo sempre o Inverno a uma época triste, adormecida, escura, apenas iluminada pela alegria e cor do Natal e Ano Novo.
No Inverno a Natureza hiberna, cobre-se do enorme branco adormecido do gelo e da neve preparando- se para a germinação da estação vindoura.
(Foto:internet)

Canção de Natal " Happy Cristmas (war is over)"

Estamos numa época que convida ao amor, paz e à reflexão. Deixo aqui uma canção (interpretada pelo pacifista Jonh Lennon),porque entendo-a como sendo um apelo à paz e a um mundo melhor.

sábado, dezembro 20, 2008

Ensaio sobre a Cegueira


Sabedoria Popular

de Dezembro


· Em Dezembro treme de frio cada membro.

· Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.

· Dezembro frio, calor no estio.

· Caindo o Natal à 2-ª feira, tem o lavrador que alugar a eira.

· Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.

· Dos Santos ao Natal é Inverno natural.

· Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.

· Mal vai Portugal, se não há três cheias antes do Natal.

· Natal na praça, Páscoa em casa.

· Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.

· Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

· Em Dezembro descansar para em Janeiro trabalhar.

· Pela Santa Luzia, minga a noite e cresce o dia.
(Imagem:internet)

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Frases de Fernando Pessoa


· O homem é do tamanho do seu sonho.

· Tenho em mim todos os sonhos do mundo.


· Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é.


· Para realizar um sonho é preciso esquecê-lo, distrair dele a atenção. Por isso realizar é não realizar.


· Eu sou aquilo que perdi.

· Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.


· As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais.

(Imagem:internet)



quinta-feira, dezembro 18, 2008

Momento de Poesia


Natal

Natal…Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

(Fernando Pessoa)
(Foto:internet)

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Poesia

Ao meu menino Jesus

Menino a irradiar tanta luz
De olhar tão meigo e doce
Vem adormecer nos meus braços
Como eterno embalo eu fosse.

Todos os anos quis festejar
Teu nascimento divino
Pensamentos te dediquei
Louvores solfejei como hino.

Menino de tantos poderes
O mundo podes mudar
A todos queres acolher
Nunca me queiras deixar.

Sozinha na multidão
Com sede ao pé da fonte
No escuro cheio de luz
Sem fé todavia tão crente.

Anyta (18.11.08)



Mensagens de Natal




· “A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida.”

· “Melhor que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.”

· “O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a vida.”

·" Se não sabes como presentear os teus seres mais queridos, no Natal, presenteia-os com o teu amor.”

· "Tudo o que desejar de bom, do fundo do coração, poderá realizar, basta acreditar, mentalizar-se, visualizar o futuro que deseja, acreditar: todo o universo conspira a seu favor.”

(Autor desconhecido)


terça-feira, dezembro 16, 2008

Primeiro selo de Natal (no Mundo)



As colecções temáticas relativas ao “Natal” estão actualmente, entre as mais populares do mundo. Há publicações especializadas sobre o assunto e extensa bibliografia. Muitos consideram como válidas, nestas colecções, as emissões postais da antiga colónia britânica de Natal, que se situa a nordeste da colónia do Cabo, e que passou a integrar a União da África do Sul, em 1910. Apesar da denominação, não reputamos aqueles lançamentos como homenagem ao nascimento de Jesus Cristo. O primeiro selo do mundo que efectivamente recorre ao tema natalício é do Canadá, quando trouxe a inscrição “XMAS 1898”, ou seja, a abreviatura da palavra Christimas (Natal). O selo entrou em circulação no dia 7 de Dezembro de 1898, com valor facial de 2 centavos, com uma tiragem de 19.927.500 exemplares, impressos pelo American Bank Note Co. Oficialmente a emissão comemora a adopção de uma tarifa uniforme para todos os correios do império britânico. Além da já mencionada inscrição relacionada ao Natal, traz ainda um mapa onde estão assinalados os países colonizados, com a predominância da religião protestante.

(Fonte: Site: selo & arte)

segunda-feira, dezembro 15, 2008

História do Pai Natal



A figura do Pai Natal, importante em qualquer celebração de Natal, tem uma origem bastante antiga.

Nos países nórdicos era habitual, durante a quadra natalícia, alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa.

Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto, foi associado à figura de São Nicolau.
Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda, segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal.
O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e desde então tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra nas casas pela chaminé.

Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa.
Remonta à década de 1930, quando a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.

Desde sempre toda a criança associa o Natal, não só à imagem do Deus Menino, mas também ao venerável e simpático “Homem das Barbas”, o querido Pai Natal.

(Pesquisa: natal/sapo)
(Imagem:Internet)

domingo, dezembro 14, 2008

Momento Musical "Silent Night"

Canção melodiosa, que me transmite alegria, calma e paz e também me transporta aos natais tropicais da minha infância e juventude, onde as luzes coloridas e cintilantes das árvores de Natal despontavam das janelas, abertas de par em par, acompanhadas pelo som inesquecível do “Silent Night”.

sábado, dezembro 13, 2008

Momento de Poesia



Bethlehemi, Orbis Saluator natus est

Magna laetitia et festinatio in Caelo sunt,
Angelorum laudes, quod Puer natus est;
Hebraici populi cantica audiuntur.
Aurora fulgenti, tota Terra hymnum canit;
Infinitus Deus humanitatem redemit,
Ab omni aeternitate cum Patre societas fit.

Per Sanctum Spiritum Uerbum incarnauit
In Mariae castis uisceribus, quale chrysanthemum!

Uos saluto, Sacra Familia,
Carmina laudationibus et choro
Peruigilatio esse pergent
Hesterno die Natiuitatis.
Mementote, Deus Puer, Uos fratrem nostrum esse.
Peccatores sumus, sed Te amamus.
Infunde in nostro corde Tuum Amorem,
Este firmamentum eius qui hodie Te arridet.

Tribuite iam pacem nunc in seruitutem abductis hominibus
Et docete bonae uoluntatis homines
Ubi amor sit, caritas uiret.
Agostinho Alves Fardilha( o meu pai)
(Coimbra)


(Versão para português)

Glória a Deus nas alturas

Em Belém, nasceu o Salvador do Mundo

Grande alegria e azáfama há no céu,
Louvores dos Anjos, porque nasceu o Menino;
Ouvem-se cânticos do povo hebreu.
Raiando a Aurora, toda a Terra entoa um hino;
Infinito Deus resgatou a humanidade,
Aliança é feita com Pai p’la eternidade.

I(E)ncarnou o Verbo pelo Espírito Santo
Nas puras entranhas de Maria, qual crisanto!

Eu vos saúdo, ó Sagrada Família,
Xácaras com loas e coral
Continuarão a ser a vigília
Em vésp’ra do dia de Natal.
Lembrai-vos, Menino Deus, que sois nosso irmão.
Somos pecadores, mas gostamos de ti.
Incute Teu Amor no nosso coração,
Sede amparo daquele que hoje Te sorri.

Dai já paz ao mundo agora escravizado
E ensinai aos homens de boa vontade
Onde exista amor, viceja a caridade.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
(Coimbra)

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Conto de Natal




O Suave Milagre



Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as outras de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ela o criara parra os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo. Também a ela a doença a engelhara dentro dos trapos nunca mudados, mais escura e torcida que uma cepa arrancada. E, sobre ambos, espessamente a miséria cresceu como bolor sobre cacos perdidos num ermo. Até na lâmpada de barro vermelho secara há muito o azeite. Dentro da arca pintada não restava um grão ou côdea. No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira. Tão longe do povoado, numa esmola de pão ou mel entrava o portal. E só ervas apanhadas nas fendas das rochas, cozidas sem sal, nutriam aquelas criaturas de Deus na Terra Escolhida, onde até às aves maléficas sobrava o sustento!
Um dia um mendigo entrou no casebre, repartiu do seu farnel com a mãe amargurada e, um momento sentado na pedra da lareira, coçando as feridas das pernas, contou dessa grande esperança dos tristes, esse rabi que aparecera na Galileia, e de um pão no mesmo cesto fazia sete, e amava todas as criancinhas, e enxugava todos os prantos, e prometia aos pobres um grande e luminoso reino, de abundância maior que a corte de Salomão. A mulher escutava, com olhos famintos. E esse doce rabi, esperança dos tristes, onde se encontrava? O mendigo suspirou. Ah esse doce rabi, quantos o desejavam, quanto desesperançavam! A sua fama andava por sobre toda a Judeia, como o sol que até por qualquer velho muro se estende e se goza; mas para enxergar a claridade do seu rosto, só aqueles ditosos que o seu desejo escolhia.
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A tarde caía. O mendigo apanhou o seu bordão, desceu pelo duro trilho, entre a urze e a rocha.
A mãe retomou o seu canto, a mãe mais vergada, mais abandonada. E então o filhinho, num murmúrio mais débil que o roçar duma asa, pediu à mãe que lhe trouxesse esse rabi que amava as criancinhas, ainda as mais pobres, sarava os males, ainda os mais antigos. A mãe apertou a cabeça engelhada:
- Oh filho! E como queres que te deixe, e me meta aos caminhos, à procura do rabi da Galileia?
………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
Como queres que te deixe? Jesus anda por muito longe e nossa dor mora connosco, dentro destas paredes e dentro delas nos prende. E mesmo que o encontrasse, como convenceria eu o rabi tão desejado, por quem ricos e fortes suspiram, a que descesse através das cidades até este ermo, para sarar um entrevadinho tão pobre, sobre enxerga tão rota?
A criança, com duas longas lágrimas na face magrinha, murmurou:
- Oh mãe! Jesus ama todos os pequeninos. E eu ainda tão pequeno, e com um mal tão pesado, e que tanto queria sarar! E a mãe, em soluços:
-Oh meu filho como te posso deixar! Longas são as estradas da Galileia, e curta a piedade dos homens. Tão rota, tão trôpega, tão triste, até os cães me ladraria da porta dos casais. Ninguém atenderia o meu recado, e me apontaria a morada do doce rabi, Oh filho! Talvez Jesus morresse…Nem mesmo os ricos e os fortes o encontram. O Céu o trouxe, o Céu o levou. E com ele para sempre morreu a esperança dos tristes.
De entre os negros trapos, erguendo as suas pobres mãozinhas que tremiam, a criança murmurou:
-Mãe, eu queria ver Jesus…
E logo, abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse à criança:
-Aqui estou.

Fonte: O Suave Milagre / Eça de Queirós

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Inauguração do canal Benfica, dia 10 de Dezembro

Atrasado, mas muito a tempo, para manifestar a minha alegria e da família benfiquista pela inauguração do canal Benfica TV, deixo aqui esta pequena nota.
É uma vitória contra os anti-benfiquistas deste país.
"Viva o Glorioso". Depois deste feito é sem dúvida nenhuma o maior Clube Português.

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