sexta-feira, dezembro 11, 2009

Um olhar

Fruto apreciado desde a antiguidade.
Uma “inspiração” para muitos pintores.

Com a chegada do Outono vestem-se de castanho. São um dos mimos da ceia de Natal.




Foto minha

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Dossier de Recordações: "Lenda do Pinheirinho de Natal"



Segundo a lenda, existiam três árvores próximas do estábulo onde nasceu o menino Jesus. Uma oliveira, uma tamareira e um pequeno pinheiro.
Para saudar a chegada do Menino, a oliveira ofereceu azeitonas, a tamareira as suas tâmaras, não tendo o pobre pinheiro nada para oferecer.
No céu, as estrelas, vendo a tristeza do pinheirinho desceram, pousaram nos seus ramos, enfeitando-o.
O pinheirinho ofereceu-as, a Jesus, como presente.
Assim nasceu a árvore de Natal.Resumo(colectivo) dos meus alunos (1991)

Imagem:internet

terça-feira, dezembro 08, 2009

Santo Tirso,"Capital do Presépio"




Deixo aqui um "cheirinho" da exposição.
Visitem-na!





Angola


Moçambique



Cabo Verde


Guiné Bissau


S.Tomé e Príncipe



Egipto


Burquina Farso



Camarões



Congo- Brazzaville


Uganda



Quénia



Marrocos

Fotos minhas


segunda-feira, dezembro 07, 2009

Um olhar



Acho-a linda, saborosa e sumarenta. O seu tom rosa avermelhado fascina-me.
Prefiro vê-la, como enfeite, numa cesta de fruta ou numa tela.

Uma curiosidade: a romã é símbolo de fertilidade, em Israel sua terra natal.


Fotos minhas

sexta-feira, dezembro 04, 2009

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Sabedoria Popular

Alguns


de Dezembro



Em Dezembro corta lenha e dorme.


Dos Santos ao Natal bico de pardal.


Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.


Dezembro frio, calor no estio.


Dia de S. Silvestre (31/12), quem tem carne que lhe preste.


Do Natal à Sta. Luzia, cresce um palmo em cada dia.


Dos Santos ao Natal, é Inverno natural.


Ande o frio por onde andar, há-de vir pelo Natal.


Para que o ano não vá mal, os rios enchem 3 vezes entre S. Mateus e o Natal.


Pelo Natal, neve no monte, água na ponte.


Quem quer bom ervilhal semeia antes do Natal.


Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.


Em Dezembro descansa, em Janeiro trabalha.


Em Dezembro, treme de frio cada membro.



Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.


Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Momento de Poesia com Paula Raposo


Poema Único

Este é o poema mágico da noite
o poema despido e frontal
do canto imaginado dos pássaros
é o poema colorido de paixão
de flores e de gestos precisos.

Este é o poema único
nascente e foz
vivo e persistente
o poema da tua vida
quando nossa.

Este é o poema imortal
da tua voz.



Paula Raposo

Foto:Suzana Fardilha (anazus)

terça-feira, dezembro 01, 2009

Origem do nome do mês de Dezembro


Dezembro é o décimo segundo e último mês do ano do Calendário Gregoriano, tendo a duração de 31 dias. Deve o seu nome à palavra latina decem (dez), dado que era o décimo mês do Calendário Romano.

Pesquisa internet

Novo Visual

Em Dezembro, o blog mudará o seu "look". Passará a vermelho (uma das minhas cores predilectas).
Uma cor quente, viva e alegre, lembrando o calor humano, as lareiras acesas e festividades do mês.

segunda-feira, novembro 30, 2009

Fernando Pessoa morreu há 174 anos

Recordo-o, transcrevendo esta frase de que gosto.


“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”

Fernando Pessoa
Imagem:internet

sexta-feira, novembro 27, 2009

Um olhar

A cidade vestiu-se de cor e luz para receber o Natal.







Fotos minhas

Desafio

A Chris desafiou-me a responder ao “jogo do conhecimento”.



Aqui fica:


1 - Quatro filmes que assisto, sempre que passam:

Gosto imenso de cinema, embora já tenha visto mais.

- A Escolha de Sofia

- A Vida é Bela

- As palavras que nunca te direi

- O Pianista

2 - Quatro lugares onde já morei:

-Nasci em Cortegaça (vivi lá 2 anos).

-Macau( tenho poucas recordações).

-Luanda (os melhores anos/eterna saudade).

-Coimbra (recordações inesquecíveis).

Gostava de voltar a morar junto ao mar (sinto a sua falta).

3 - Quatro programas de televisão que gosto de ver:

Vejo pouca televisão.

-Telejornais

-O Eixo do Mal

-Plano Inclinado (recentemente)

-Alguns programas de música e dança

4 - Quatro pessoas que me mandam e-mails regularmente:

-Joana Louçã

-Isabel Louçã

-Teresa Fardilha

-Waléria Lima

5 - Quatro coisas que faço todos os dias (s/falta):

Coloquei mais uma

- Tomar café

-Ler o jornal

- Sentar-me e pensar (não dispenso estes momentos)

-Navegar na net (um vício)

-Telefonar à minha filha e meus pais

6 - Quatro comidas favoritas:

-Peixe grelhado

-Arroz de polvo

-Frutos tropicais

-Bolo de chocolate

7 - Quatro lugares que gostaria de ir (ou estar):


Gostaria de estar...

-Voltar a Veneza

-Índia

-Tibete

-Patagónia


Não querendo estragar o jogo,passo-o a todos os amigos da blogosfera.
Espero que aceitem!

quinta-feira, novembro 26, 2009

A 26 de Novembro de 2006 morreu Mário Cesáriny, escritor e pintor português


De entre a sua vasta obra poética destaco um poema que gosto.


Poema

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco


Foto:internet

Miminho "Protector"

Este miminho, muito especial, veio daqui.
Obrigada ,Ana!

quarta-feira, novembro 25, 2009

Nasceu há 164 anos


A minha singela homenagem a Eça de Queirós, um dos mais importantes escritores portugueses.

Aprecio os seus textos políticos que continuam actuais.

Política de Interesse

Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações. A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse. A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva. À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade.

Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora (1867)
Foto:internet

segunda-feira, novembro 23, 2009

Momento de Poesia


Novembro

Há pétalas a celebrarem sozinhas
a linguagem do amor
o cheiro da terra molhada
quando sobre o jardim cai Novembro
a humidade que nos abraça
o lusco-fusco precoce da mudança da hora
o crepúsculo já frio da tarde
pede o calor da lareira um interior
que aconchegue e sorva
o sabor do chá então servido.

todo o tempo do mundo pode parar
assim que alguém lho peça
mas o maior motivo sabemo-lo
não tem hora marcada nasce cresce mata
sempre que menos se espera
já tive dias horas meses assim
suspenso na vida pelo coração
a maior das ilusões todos os desenganos
mas não importa que interessa
não os trocava por nada

e o que as pétalas desse jardim ensinam
não vem nos livros tem séculos
é um cheiro a suavidade de um toque
tudo o que não falaremos
os movimentos da memória das vidas
o cor de que são pintadas
o a diferença de tom em todas as flores
o beleza eterna de cada
como uma dávida é isso
sim é isso
o que fica por dizer.

Pedro Strecht

Foto: Anazus (Suzana Fardilha)

sábado, novembro 21, 2009

Um olhar...um rever: rio Ave

Passa por aqui.
É água! É vida!
Transmite-me paz, liberdade!
Corre como o destino!









Fotos minhas

quinta-feira, novembro 19, 2009

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