sábado, setembro 25, 2010
Li e gostei
Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que gostaríamos de sair dos sonhos só para a poder abraçar.
Foto minha
quinta-feira, setembro 23, 2010
Ele aí está!
A estação romântica, nostálgica, das cores amarelo/avermelhado, inspiração de muitos pintores e poetas...
O blog dá-lhe as boas vindas.
Foto minha
terça-feira, setembro 21, 2010
Voltei ao baú!!!
Tirei de lá uma toalha, para camilha, feita por mim, em croché (linha fina).
Acho-a linda!
Claro!...Sou suspeita!
sábado, setembro 18, 2010
Momento de Poesia com Agostinho Fardilha
Poesia do Século XVII
A Poesia Lírica Cultista e Conceptista
O cancioneiro barroco: a “Fénix Renascida” e o “Postilhão de Apolo”.
“ O que mais depressa fere a atenção na poesia barroca portuguesa é o contraste entre a sua ênfase ou tortura de estilo e as ninharias que servem de conteúdo à maior parte dela.
Notam-se defeitos como o exagero descabelado da superlativação encomiástica. Por vezes, entrelaçam-se dois, três ou quatro temas dentro do soneto.
Um dos seus mais evidentes estigmas é um sentimentalismo amaneirado e verboso. Até o sentimento religioso se alambica em muitas poesias desta época.
A ânsia de evasão para os paraísos artificiais da imaginação é uma das características do estilo barroco. Não é por acaso que o título do principal cancioneiro barroco se refere a uma ave mitológica ( a Fénix que renasce das próprias cinzas).
O cultismo é essencialmente um artifício da forma, enquanto o conceptismo é do conteúdo.
Os poetas da “Fénix Renascida” ou do “Postilhão de Apolo” limitam-se a intensificar fórmulas, a emprestar muita importância a uma construção que cai no artificioso.
Resumindo: cultismo e conceptismo são duas expressões de um conceito de poesia fundamentalmente idêntico e que se integra no estilo da época barroca: o que a reduz a uma actividade puramente lúdica. É um jogo de palavras, faiscante de graciosos trocadilhos ou equívocos; é um jogo de imagens, com que se aformoseia, se transfigura a realidade; um jogo de construções, com que se organiza a frase e se molda o pensamento dentro de modelos predeterminados; um jogo de conceitos – os conceitos subtilizados pelos hábitos escolásticos, que os substituíam à observação e à experiência.”
Até ao fim do ano em curso vamos recordar, com poesia, alguns poetas que cultivaram o estilo barroco, respeitando a sua actividade puramente lúdica.
Iniciamos esta”viagem” com o poeta
António Barbosa Bacelar
Soneto
À solidão
Vivo satisfeito, por estar só;
óptimo seria estar com alguém,
acreditando que eu era ninguém.
A companhia até me causa dó.
Viajo parado no meu trenó,
correndo na neve que está além.
Os intensos clarões não vejo bem,
mas ouço o moinho que não tem mó.
Se estou alegre, começo a chorar;
se desanimo, coisa boa espero.
A desgraça alimenta minha esp’rança
de tudo possuir, sem o lograr.
Se o dia é radioso, desespero;
se está chuvoso, a fúria me amansa.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
Foto: Olhares.comquinta-feira, setembro 16, 2010
Li e gostei
Nenhum de nós possui o passado do outro. A questão é se podemos ter um futuro juntos...
(...) Ohámos um para o outro cerca de meio minuto, talvez para provar a nós próprios que ainda conseguíamos esperar mais um segundo, antes de nos abraçarmos apaixonadamente, talvez, demasiado apaixonadamente...
Foto minha
terça-feira, setembro 14, 2010
Passeio à beira- mar com breve paragem na marginal de Esposende
domingo, setembro 12, 2010
Um olhar
Fruto doce, carnudo e suculento, consumido desde a antiguidade. Fonte de inspiração para muitos pintores.
Quando seco é dos frutos mais populares.
Quando seco é dos frutos mais populares.
Gosto de os saborear bem madurinhos.
Fotos minhas
sexta-feira, setembro 10, 2010
quarta-feira, setembro 08, 2010
Férias de Suzana em Charme El Sheikh (Egipto) - A Jóia do Mar Vermelho (II)
Deserto e mar
Bar beduíno
Por do Sol no deserto
Grand Canyon
Vista geral do deserto (foto tirada do avião)
Vista geral do deserto (foto tirada do avião)
Fotos:Suzana Fardilha
segunda-feira, setembro 06, 2010
Férias de Suzana em Charme El Sheikh (Egipto) - A Jóia do Mar Vermelho (I)
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