domingo, dezembro 05, 2010
sexta-feira, dezembro 03, 2010
Um olhar
Indiferente à crise, a autarquia continua a esbanjar, iluminando a cidade, em detrimento do essencial.
Fotos minhas
quarta-feira, dezembro 01, 2010
Momento de Poesia com Agostinho Fardilha
Décimo mês dos tempos idos
e, actualmente, o décimo segundo;
zangam-se as gentes peninsulares a fundo
e Portugal foge aos bandidos;
mas olhemos para a agricultura:
bonitas árvores se vão plantar,
rasga-se a terra com brandura
onde haverá flores de bom cheirar.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
segunda-feira, novembro 29, 2010
Recordando Pamukkale ( Turquia )
Visto à distância, o panorama lembra um manto de algodão. Daí o seu nome "Pamukkale" que traduzido significa "Castelo de Algodão".
Obra da natureza, várias nascentes de águas quentes e calcárias formaram piscinas com os seus sedimentos.
Obra da natureza, várias nascentes de águas quentes e calcárias formaram piscinas com os seus sedimentos.
Deixo-vos aqui um pouquinho da sua beleza.
Fotos minhas
sábado, novembro 27, 2010
quinta-feira, novembro 25, 2010
Pedro Abrunhosa levou ao rubro o Coliseu de Lisboa (20 de Novembro)
segunda-feira, novembro 22, 2010
Momento de Poesia com Agostinho Fardilha
Poesia do século XVII
A poesia lírica Cultista e Conceptista
O cancioneiro barroco: a “Fénix Renascida” e o “Postilhão de Apolo”
E a “viagem” é retomada. Agora com o poeta
Jacinto Freire de Andrade
A uma mosca bisbilhoteira
Sextilhas
És uma mosca audaz,
co’a esperteza suplantando o tamanho;
julgo-te até capaz
d’entrares em baú forrado a estanho.
Penetras e escondida
bisbilhotas, a rir, de todos a vida.
Como consegues entrar
em suposto fortim impenetrável?
Tal cupido a picar
um, o corpo; outro, o coração afável.
Devias ter pudor,
não dizendo às amigas o teu penhor.
Foste velhaca e má
ao contar-lhes o que viste na alcova
de um casal por Deus já
abençoado. Outro assunto te mova:
corrupção dos políticos,
mercância poluta dos sibaríticos.
És noctívago bicho
para melhor acometeres a vítima;
ébrios por capricho
escolhes para tua cor legítima
tentares encobrir:
serás sempre feia ora e no porvir.
Insecto repelente
pela tua porca alimentação.
Nem parece contente
o vidraceiro com a dejecção.
Tens sonido irritante,
que todos consideram aviltante.
Ao criar o Universo,
parece que Deus de ti se esqueceu;
do nada e ao inverso
te fez, mas dizem que se arrependeu.
Do ser a brevidade
não se compara co’ a tua maldade.
Corpo tão reduzido,
sempre na sombra; o Sol nem te descobre.
Provocas alarido,
quando aferroas algum rico ou pobre.
E se uma mão pesada
em ti cair? Ficarás esmagada.
Se promessa fizeres
de igualmente revelares ao Mundo
d’homens e de mulheres
o desejo do regresso profundo
d’amor e caridade,
rogarei que a lenda seja verdade. (a)
a) referência à lenda de que, no princípio do Mundo, os seres irracionais eram dotados da linguagem dos humanos.
Imagem:internet
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
sábado, novembro 20, 2010
Li e gostei
...lembra-te sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que respiraste, mas pelos momentos que o teu coração palpitou forte:
de muito rir...
de surpresa...
de êxtase...
de felicidade...
e sobretudo...
de amar sem medida.
Desconheço o autor
Foto minha
quinta-feira, novembro 18, 2010
Um mimo com amizade
Recebi-o destas duas amigas (http://comecardenovopt.blogspot.com/) a quem agradeço e retribuo. Obrigada pelo carinho.
Mais uma vez quebro as regras, oferecendo-o a todos/as que por aqui passam, especialmente a quem pára e dedica um pouco do seu tempo , deixando a sua opinião.
Mais uma vez quebro as regras, oferecendo-o a todos/as que por aqui passam, especialmente a quem pára e dedica um pouco do seu tempo , deixando a sua opinião.
terça-feira, novembro 16, 2010
Dia Nacional do Mar
Mar
Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.
E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras.
Sophia de Mello Breyner
Foto minha
domingo, novembro 14, 2010
Júlio Dinis nasceu há 171 anos
Beijos
"Ouvia gabar os beijos.
Dizer deles tão bem.
Que me nasceram desejos.
De provar alguns também.
Essa fruta não é rara.
Mas nem toda tem valor.
A melhor é muito cara.
E a barata é sem sabor."
Júlio Diniz ( 1839 - 1871)
Imagem:internet
sexta-feira, novembro 12, 2010
Um olhar
A languidez, calma e frescura da água, "escorregando" e suavizando a dureza e agressividade coloridas da paisagem rochosa, porém, alindando-a.
Foto minha
quarta-feira, novembro 10, 2010
segunda-feira, novembro 08, 2010
Chocante!
Um corte total de árvores a rebentar para a vida.
Poder-se-ia evitar?
Na minha maneira de ver, sim.
Haverá outros motivos?
Poder-se-ia evitar?
Na minha maneira de ver, sim.
Haverá outros motivos?
Fotos minhas
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