quinta-feira, agosto 07, 2014

Um olhar


© Elisa Fardilha

A pobreza diminuiu?
Transformou-se em prosperidade?
Ou p'ra arredores escorraçada?
Julgo que ela não restringiu
e até a sua liberdade
ficou, aos poucos, afectada.


Com espaços mais reduzidos
mal ou bem todos se alojaram.
Descrentes de nova expressão,
vivem os dias sem ruídos,
entregues ao que mais desejaram:
trabalho e p'ros seus, afeição.


De um lado, às vezes errados amores,
d'outro é normal sincero afecto;
na parte urbana, há luzes e festas,
nos casebres, apagam os ardores,
fruto de um dia bem completo
de trabalho e livre de sestas.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

segunda-feira, agosto 04, 2014

Pelos caminhos de Portugal...

A barragem do Alto-Lindoso situa-se no rio Lima, freguesia de Lindoso, no Lugar de Lindoso, dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A barragem foi projectada em 1983 e concluída em 1992.










sexta-feira, agosto 01, 2014

Momento de poesia com Agostinho Fardilha


Fotos minhas
Composição: Luís Fardilha


Agosto( mês do gladíolo)


A beleza está ligada a esta flor,
geralmente também certa vaidade;
o gladiador a ela foi buscar
seu nome, fazendo dele o senhor
todo destro na combatividade
o gladíolo “força”denotar.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra



terça-feira, julho 29, 2014

Pelos caminhos de Portugal...



A vila de Monsaraz, ainda hoje envolta pelas suas muralhas medievais, ergue-se sobre urna pedregosa escarpa dominadora de uma vasta região que inclui o vale do Guadiana, situação privilegiada propícia a uma presença humana muito remota, embora não haja certeza acerca de uma ocupação castreja ou mesmo romana.
A única certeza é a de que a povoação já existia no período de ocupação muçulmana, devendo datar de então as suas primeiras fortificações.


  






























sábado, julho 26, 2014

quarta-feira, julho 23, 2014

Pelos caminhos de Portugal...


No ponto alto da cidade de Moura encontra-se o que ainda resta do castelo do século XIII, cuja origem terá sido um castro construído na Idade do Ferro, sucessivamente ocupado pelos Romanos, pelos Visigodos e pelos Muçulmanos


A parte que hoje pode ser observada foi considerada Imóvel de Interesse Público, em 1943.















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