Arte e beleza na
ancestralidade da natureza.
quinta-feira, janeiro 07, 2016
segunda-feira, janeiro 04, 2016
Pelos caminhos de Portugal...
Pequenos “retalhos”
do jardim do Palácio Beau Séjour .(Lisboa)
O palácio e
jardins terão sido mandados construir pela Viscondessa da Regaleira por volta
de 1849. Mais tarde foram vendidos ao Barão da Glória, e, em 1876, o palácio
foi herdado por uns sobrinhos do Barão que o mandaram redecorar, convidando
para o efeito alguns dos melhores artistas da época: os irmãos Bordalo Pinheiro
- Maria Augusta, Columbano e Rafael, os irmãos Meira e o grande decorador
Francisco Vilaça. Conservando ainda hoje muitas dessas obras (agora
recuperadas), o Palácio e os jardins assumem-se como um verdadeiro museu da
época romântica.
Ali instalado
desde 1992, o Gabinete de Estudos Olisiponenses ocupa o espaço do palácio e dos
jardins.
Coreto e lago
Banco
sexta-feira, janeiro 01, 2016
Sintonia entre olhar e poesia
Belo presente a Natureza e o Homem nos deu!
Será ingresso para gruta com lago?
A todos mata a sede com afago.
Explorador e refúgio seu?
Harmónica obra, com certeza!
Dois reinos em apogeu:
minério e vegetal mago.
Conservemos sem estrago
o natural museu
de mui rara beleza.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-05-1926 /23-04- 2015
terça-feira, dezembro 29, 2015
Mensagem de Ano Novo
Chega de velhas desculpas e velhas atitudes!
Que o Ano Novo traga vida nova, como o rio que sai lavando e levando tudo por onde passa.
(autor desconhecido)
domingo, dezembro 27, 2015
Um olhar
No conforto pobrezinho do meu lar,
há fartura de carinho.
e a cortina da janela é o luar,
mais o sol que bate nela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existência singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tigela.
(...)
Reinaldo Faria
sexta-feira, dezembro 25, 2015
quarta-feira, dezembro 23, 2015
segunda-feira, dezembro 21, 2015
sábado, dezembro 19, 2015
Um olhar
O frio ronda o "ferrolho". Não tarda "bate à porta". Há que alimentá-la.
Brrrrrrr... começa a apetecer o aconchego da lareira.
quinta-feira, dezembro 17, 2015
Um olhar
Os
tradicionais candeeiros de rua fazem parte da história e do futuro dos lisboetas... estão para ficar! Lá estão eles altos
e majestosos, compondo a paisagem citadina com a sua rara beleza!
Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.
Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.
“ Conta-me
como era”
segunda-feira, dezembro 14, 2015
sexta-feira, dezembro 11, 2015
Um olhar
A alegria da vida, essa alegria d'oiro
A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai...
Melros alegres de bico loiro
Ó melros negros, cantai, cantai!
(...)
(Guerra Junqueiro)
terça-feira, dezembro 08, 2015
sábado, dezembro 05, 2015
quinta-feira, dezembro 03, 2015
Um olhar
Ninguém sabe andar na rua como as crianças. Para elas é sempre uma novidade, é uma constante festa transpor umbrais. Sair à rua é para elas muito mais do que sair à rua. Vão com o vento. Não vão a nenhum sítio determinado, não se defendem dos ohares das outras pessoas e nem sequer, em dias escuros, a tempestade se reduz, como para a gente crescida, a um obstáculo que se opõe ao guarda-chuva. Abrem-se à aragem. Não projectam sobre as pedras,sobre as árvores, sobre as outras pessoas que passam, cuidados que não têm. Vão com a mãe à loja, mas apesar disso vão sempre muito mais longe. E nem sequer sabem que são a alegria de quem as vê passar e desaparecer.
Ruy Belo - Homem de Palavra(s) 1969
terça-feira, dezembro 01, 2015
Sintonia entre olhar e poesia
Duas primeiras estações
se encontram: uma se despede,
outra imagina as canções
p'ra festa que tudo enrede.
Sol morno e o ar está calmo:
nada altera o ser idoso,
que talvez entoe um salmo,
por a vida dar-lhe gozo
ou condene, revoltado,
quem tantas penas causou
ao ente, embora enganado,
sua vida lhe entregou.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1927 / 23-5-2015
sábado, novembro 28, 2015
Um Olhar
…Penso,
A vida é como a cebola
Vai-se tirando camada a camada
E às vezes…
Chora-se!...
Fátima Porto.
quinta-feira, novembro 26, 2015
segunda-feira, novembro 23, 2015
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