A aldeia de Álvaro estende-se lânguida e serpenteante ao
longo do viso de uma encosta sobranceira ao Rio Zêzere, acomodada na albufeira
do Cabril. Avistada do alto da magistral paisagem que a circunda,parece uma alva muralha que
guarda a passagem do rio. É
uma das “aldeias brancas” da Rede das Aldeias do Xisto. Isto não significa que
o material de construção predominante não seja o xisto. Apenas que a esmagadora
maioria das fachadas dos edifícios está rebocada e pintada de branco,
apresentando, aqui e ali, vãos de cores garridas.
quarta-feira, abril 13, 2016
domingo, abril 10, 2016
quinta-feira, abril 07, 2016
Um olhar
A dureza e austeridade da penedia contrastando com a frescura do verde misturado com o amarelo quente das mimosas singelas.
segunda-feira, abril 04, 2016
Recordando...
TEATRO E ANFITEATRO ROMANOS (Mérida/ Espanha)
Foi o
centro do lazer, da diversão e do entretenimento rebelde em Augusta Emerita,
vila romana da grande Hispania e antiga cidade de Mérida. O Anfiteatro acolhia
lutas de feras, combates entre gladiadores, recriações bélicas e até execuções
de escravos. As pedras que ainda se conservam são a marca de um anfiteatro que
chegava a ter 10.000 espetadores. Saudações, aclamações, gritos, rugidos de
animais... a vida romana em estado puro. Poderá entrar nas celas em que eram
enjaulados os lutadores e as feras e até pisar o que antes era o campo de
batalha.Seguindo o itinerário da visita, chegará ao monumental teatro romano.
As colunas de mármore, os lintéis, as esculturas e, inclusive, a base do palco
são peças originais do teatro romano. Apesar dos visigodos terem destruído o
teatro, utilizando as bancadas para reforçar a muralha da cidade, estes
elementos foram encontrados em escavações e o seu restauro foi um rotundo êxito
que recria fielmente o cenário mais refinado do mundo cultural da antiga
Mérida... e da atual. Este teatro continua em funcionamento e, durante os meses
de julho e agosto, acolhe o Festival Internacional de Teatro Clássico.
A Ponte
romana de Mérida( vista de longe) localiza-se sobre o rio Guadiana, em Mérida, Espanha. É a
maior ponte sobrevivente do período romano.
sexta-feira, abril 01, 2016
Sintonia entre olhar e poesia
Chegou a Primavera. Vamos festejar.
Olhai as flores já estão a desabrochar.
O árido dá lugar ao colorido.
Nas fontes a água tem diverso ruído.
Das aves os trinados enchem os ares;
o seu namoro inveja humanos pares.
Os lábios colam-se de dia,
de noite, os beijos são à porfia.
Jardins, franqueados os portões,
enfloram de amor corações.
Saudo-te, Primavera;
não fujas, por mim espera.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
terça-feira, março 29, 2016
Pelos caminhos de Portugal...
Inaugurado em 1884, o Jardim Zoológico de Lisboa foi o primeiro
parque com fauna e flora da Península Ibérica. Foram vários os seus fundadores
- Dr. Pedro Van Der Laan, José Thomaz Sousa Martins e o Barão de Kessler -
que contaram com o apoio de várias personalidades, o Rei D. Fernando II e o
zoólogo José Vicente Barboza do Bocage.
As
primeiras instalações situaram-se no Parque de São Sebastião da Pedreira, que
foi cedido gratuitamente pelos seus proprietários.
Mais tarde, o parque mudou-se para a Palhavã e a 28 de maio de
1905, foram inauguradas as novas e definitivas instalações na Quinta das
Laranjeiras. No dia 12 de março de 1913, o Jardim Zoológico foi declarado
Instituição de Utilidade Pública.
As inúmeras remessas de animais vindos de África e do Brasil
contribuíram para que, ao longo dos anos, o Jardim Zoológico tivesse uma das
colecções de animais mais vastas e diversificadas do mundo.
Destacaram-se,
na realidade, alguns governadores das ex-províncias ultramarinas no contributo
para o enriquecimento da colecção zoológica com exemplares de espécies exóticas,
pouco conhecidas e muito atractivas.
Em
1952, a Câmara Municipal de Lisboa galardoou o Jardim Zoológico com a Medalha
de Ouro da Cidade.
A queda
do Estado Novo em 1974 e a consequente independência das antigas colónias em
África, significou a quebra do forte apoio prestado ao Jardim Zoológico pelas
autoridades na diversificação e renovação da colecção animal.
Em 1990, a nova política
de gestão adoptada por Félix Naharro Pires, que entretanto tomou posse como
Presidente do Jardim Zoológico, teve por objetivos a modernização das
instalações existentes, assim como dos serviços.
Em paralelo, foram criados
os serviços comerciais, marketing, relações públicas e imprensa, de modo a
dinamizar o Parque como parceiro privilegiado das empresas..
Promover a educação para a conservação junto do público visitante foi, também, uma das principais preocupações, que rapidamente mereceu a criação de um serviço próprio, o Centro Pedagógico.
Atualmente o Jardim Zoológico representa o papel de educador, com a vantagem de possuir uma das melhores salas de aula do país, cuja coleção animal, espaço e atividades proporcionam uma aprendizagem atraente e eficaz.
Promover a educação para a conservação junto do público visitante foi, também, uma das principais preocupações, que rapidamente mereceu a criação de um serviço próprio, o Centro Pedagógico.
Atualmente o Jardim Zoológico representa o papel de educador, com a vantagem de possuir uma das melhores salas de aula do país, cuja coleção animal, espaço e atividades proporcionam uma aprendizagem atraente e eficaz.
O Jardim Zoológico deixou
de ser uma montra de animais para assumir um papel ativo na proteção e
conservação da Natureza. A melhoria das instalações para os animais permitiram
o aumento da taxa de natalidade.
Hoje em dia, o Jardim Zoológico está diferente, tem uma nova
missão e uma nova mensagem. Apresenta novas atrações e instalações. O Jardim é
um espaço onde aliada à conservação e à educação está uma forte componente de
entretenimento e diversão.
Neste novo Zoo habitam
cerca de 2000 animais num conjunto de aproximadamente 300 espécies, entre mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
Algumas dessas espécies
domingo, março 27, 2016
sexta-feira, março 25, 2016
Um olhar
Passando por uma rua sinalizada com sentido proibido, reflecti.
Na "estrada da vida" deparamo-nos, por vezes, com "etapas" rotuladas "sentido proíbido", sendo muitas vezes tentados a transgredi-las, pois já diz o ditado: "O fruto proíbido é o mais apetecido".
Será que erramos seguindo o nosso instinto, a nossa curiosidade ou mesmo o desejo de encontrar algo que nos completa?!
quarta-feira, março 23, 2016
Recordando...
Do Adriático, Dubrovnik à vista
Dubrovnik (em italiano: Ragusa) é uma cidade costeira da Croácia localizada no extremo sul da Dalmácia, na ponta do istmo do mesmo nome. É um dos destinos turísticos mais concorridos do Mar Adriático, um porto marítimo e a cidade mais importante do condado de Dubrovnik-Neretva.
Pela sua beleza natural e urbanística, e pelo que representa
para a história, Dubrovnik é conhecida como "a pérola do Adriático" e"Atenas eslava", devido aos seus antigos habitantes a
distinguirem como única numa região onde imperava a barbárie e por nela terem
proliferado grandes figuras das humanidades e das artes. Capital do condado de Dubrovnik-Neretva, Dubrovnik é uma cidade rodeada de muralhas e fortificações,
no sopé do monte de São Sérgio, que cai a pique sobre as águas do Mediterrâneo. Desde 1979 que o recinto muralhado
está classificado como Património Mundial pela UNESCO.
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