"Monumento" (refúgio do milho) de arte popular.
domingo, março 05, 2017
sexta-feira, março 03, 2017
Pelos caminhos de Portugal...
Passados mais de 40 anos, visitei, de novo, o Jardim Botânico, em Coimbra.
Artisticamente delineado, é um dos locais mais aprazíveis da cidade. A grandiosidade, beleza e variedade das árvores de várias tonalidades de verde, os seus recantos com bancos convidam ao descanso, reflexão, principalmente nos dias quentes de Verão, pois a frescura deleitosa mantem-se noite dentro.
Artisticamente delineado, é um dos locais mais aprazíveis da cidade. A grandiosidade, beleza e variedade das árvores de várias tonalidades de verde, os seus recantos com bancos convidam ao descanso, reflexão, principalmente nos dias quentes de Verão, pois a frescura deleitosa mantem-se noite dentro.
Deixo aqui um "cheirinho" do Jardim
quarta-feira, março 01, 2017
Li e gostei
Aprendi hoje que a paixão é um estado de alma
demora vinte segundos a ser sentida
dez anos a ser esquecida
mas quando é correspondida dura toda a vida.
José Gomes de Almeida
segunda-feira, fevereiro 27, 2017
sábado, fevereiro 25, 2017
quinta-feira, fevereiro 23, 2017
terça-feira, fevereiro 21, 2017
domingo, fevereiro 19, 2017
Um olhar
Ainda fui uma utente do bacio (penico), debaixo da cama, quando vinha, de férias, à aldeia, a casa dos meus avós. Hoje, o seu uso quase restrito, tem mais a finalidade, não só decorativa, mas também como recordação da infância.
quinta-feira, fevereiro 16, 2017
segunda-feira, fevereiro 13, 2017
Um olhar
(…)
Ninguém sabe que coisa quer,
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
(Fernando Pessoa)
sexta-feira, fevereiro 10, 2017
Um olhar
O dia
prepara-se para recolher e como ele a passarada retorna ao aconchego do lar ,encantando-nos
com o seu inconfundível chilrear.
terça-feira, fevereiro 07, 2017
sábado, fevereiro 04, 2017
Um olhar
"Nunca desista.Tente. Sei lá. Tem sempre um pôr do sol esperando para
ser visto"
Caio Fernando de Abreu
quarta-feira, fevereiro 01, 2017
Li e gostei
(...) Pela primeia vez, compreendo o que significava a inexistência do corpo e da alma. Senti um vazio na barriga. Tinha náuseas, mas também estava zangado. Só de pensar que um dia eu vou desaparecer para sempre, não por uma ou duas semanas, quatro ou quatrocentos anos, mas para toda a eternidade, fico furioso.
Que aldrabões! Primeiro oferecem-nos o mundo e dão-nos rocas e combóios para brincarmos. Depois mandam-nos para a escola no Outono. No momento seguinte riem-se de nós e dizem:"Vocês foram enganados!", e arrebatam-nos o mundo das mãos. Sinto-me desamparado.Não tenho nada a que me agarrar. Nada pode salvar-me. Eu não perco apenas o mundo. Perco tudo e todos de quem gosto. Perco-me sobretudo a mim próprio.
E, num ápice, deixo de existir.
segunda-feira, janeiro 30, 2017
sábado, janeiro 28, 2017
Recordando...
O
rio Guadalquivir: belo, romântico e célebre artéria de Sevilha.
Foi
a partir daqui que os conquistadores espanhóis partiram em busca de
novos mundos, e ainda continua sendo o único rio navegável da
Espanha. Neste passeio de barco de uma hora, siga o percurso das
legiões romanas, dos eruditos árabes e dos navegadores espanhóis e
aprenda mais sobre a importância deste grande rio na história de
Sevilha, além de admirar as fantásticas vistas desta cidade mágica
e de suas margens.
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