Harmonia e descanso à beira rio.
domingo, novembro 19, 2017
quinta-feira, novembro 16, 2017
Um olhar
(...)
Cai a neblina na viela
Perdida a saudade ao vento
No céu queima-se uma estrela
Na ruela há um lamento.
(...)
(Amália Rodrigues)
segunda-feira, novembro 13, 2017
sexta-feira, novembro 10, 2017
terça-feira, novembro 07, 2017
Um olhar
" Demorei a compreender que a máscara é um disfarce que se tira no Carnaval e se usa nos outros dias do ano."
(autor desconhecido)
sábado, novembro 04, 2017
Pelos caminhos de Portugal...
De
Verão ou de Inverno, a montanha mais alta de Portugal continental é
o cenário perfeito para uns dias descontraídos em contacto com a
natureza.
Com uma altitude máxima de 1993 metros na Torre, a Serra da Estrela é uma zona de rara beleza paisagística com desníveis montanhosos impressionantes onde podemos viver intensamente o silêncio das alturas e aproveitar esses momentos de comunhão com a natureza para observá-la, reparando na variedade da vegetação, nas aves ou nos rebanhos de ovelhas guiados por cães da raça a que a Serra deu nome.
Com uma altitude máxima de 1993 metros na Torre, a Serra da Estrela é uma zona de rara beleza paisagística com desníveis montanhosos impressionantes onde podemos viver intensamente o silêncio das alturas e aproveitar esses momentos de comunhão com a natureza para observá-la, reparando na variedade da vegetação, nas aves ou nos rebanhos de ovelhas guiados por cães da raça a que a Serra deu nome.
A caminho da Serra da Estrela com saída da Covilhã num dia escaldante deste Outono atípico
Lagoa comprida( do lado da Covilhã)
Vale do Zêzere ou Vale Glaciar ( do lado da Covilhã)
A caminho da torre
Ponto mais alto da Serra da Estrela
Vale do Zêzere ou Vale Glaciar ( do lado de Manteigas)
Barragem do vale de Rossim do lado de Manteigas
Nossa Senhora da Boa Estrela (do lado de Manteigas)
Retalhos da Serra da Estrela
Regresso à Covilhã por Manteigas
quarta-feira, novembro 01, 2017
segunda-feira, outubro 30, 2017
sábado, outubro 28, 2017
Um olhar
A nossa vida é
uma roda
Que está sempre a
rodar
Mal da humanidade
No dia em a roda
parar
(...)
Ninguém pode sair desta roda
Tenha ele vontade
ou não
É uma roda em
movimento
Que não tem mesmo
travão
Gostemos nós ou não
da roda
Temos que a
acompanhar
Mal daquele que
pensa
Que a roda ele pode
parar
(...)
Mas a roda como a vejo
Está mesmo emperrada
Para uns solta
demais
Para outros quase
parada
(António C.)
quarta-feira, outubro 25, 2017
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