quarta-feira, julho 15, 2026

Pelos Caminhos de Portugal...


Bote Negro


Foto minha



18 comentários:

lis disse...

A composição visual é muito bonita eFardlha
e o texto ajuda entender o 'bote de pesca' nessa obra de Edgar Massul. Uma forma de pintar criando.
Deixo abraços, Mona

Ana Lúcia disse...

Uma obra de arte muito interessante e bem descrita (algo que não é comum nas obras de arte, já que se costuma dar ao admirador que observa a possibilidade de entender o representado com a sua sensibilidade. Gosto desta abordagem a um tema tão preocupante nos dias de hoje. Beijinhos, Elisa.

Bella disse...

Gostei imenso, sobretudo pela mensagem que veicula! Ao menos este artista está atento à realidade que se vive, uma realidade esmagadora que nos tira os direitos mais básicos. Nunca se falou tanto em direitos humanos ao mesmo tempo que nos roubam dos direitos mais básicos!
Quem nos rouba? Os políticos, que mais não são que prostitutas e grandes corporações e entidades financeiras! Vivemos numa ditadura de corporações, e as pessoas ainda acham que se vive numa democracia. Já se viveu, mas há duas décadas que assim não é!
Desculpa o desabafo! Beijinhos!

chica disse...

Adorei tua foto e o texto explicativo da obra. Muito legal! Ótimo dia, beijos, tudo de bom,chica

Eduardo Medeiros disse...

Oi, tudo bem?

Interessante esse arranjo artístico, ainda mais que tenha relação com pessoas que dependem do mar, da pesca. Gostei de conhecer.

São disse...

Boa foto, muito bem acompanhada pelo texto.

Gostei!

Abraço, Elisa, bom resto de semana :)

Lucimar da Silva Moreira disse...

Suas fotos são sempre magníficas, interessante o bote negro, Lisa feliz quarta-feira bjs.

Liliane de Paula disse...

Que interessante, Elisa!
Quarteira eu não conheci e estive tão perto de lá.
Beijo,

Luma Rosa disse...

Uma crítica social bem conseguida. Vou dizer que nunca antes soube do " Barco Negro". Existi uma obra chamada "O Barco" em Inhotim/MG que carrega similaridade. A foto inspirou-me:

O mar que dava o pão, hoje assiste ao desterro,
Ergue-se na areia um abrigo em pele de piche e ferro.
Bote que foi de pesca, agora é teto e frágil trincheira,
Grito mudo de tinta preta no meio da praia fasteira.
A paz é urgente, o pão é direito e a autoconstrução...
É a dignidade humana que teima em brotar do chão.

Roselia Bezerra disse...

Amiga Elisa, bom dia de Paz!
Sua sensibilidade capta cliques perfeitos e significativos.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos

Arthur Claro disse...

Linda foto, muito interessante este post.

Arthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com

Remus disse...

É um bonito conceito e bonita homenagem.
Por outro lado, faz-me lembrar a Arca do Noé.
O que estará em concordância com o conceito e ideia do artista.

Daniela Silva disse...

Que instalação tão original e cheia de simbolismo! Um simples bote transforma-se numa casa, evocando a vida dos pescadores, a autoconstrução e a ligação profunda ao mar. Gostei muito deste registo, que nos convida a olhar para o património e para a arte de uma forma diferente. Obrigada por nos levares, mais uma vez, pelos caminhos de Portugal.

Beijinho na alma,
Daniela Silva | Alma Leve

Toninho disse...

Maravilha de critica ao sistema habitacional, que não atende as necessidades dos menos favorecidos. Sabe-se da dificuldade em moradia em terras portuguesas e a reconstrução espelha bem esta
deficiencia. Uma bela imagem Elisa que voce belamente nos apresenta. No Brasil em alguns lugares ainda se vive em palafitas.
Grato pela partilha auto-explicativa.
Bjs e paz amiga e feliz fim de semana iluminado.

Existe um olhar by Manu disse...

Uma obra de arte muito bonita e gosto da descrição, algo que nem sempre se mostra, por vezes temos de adivinhar.
Habitação que tanta falta faz aos portugueses.
Gostei da foto.
Beijinhos Elisa

Os olhares da Gracinha! disse...

É lindo!!! 👏👏👏😘

Emília Simões disse...

Boa tarde Elisa,
Uma foto de uma escultura que muito apreciei, assim como a descrição.
Uma obra que faz pensar sobre a problemática da falta de habitação no nosso País!
Um grande beijinho e um fim de semana muito abençoado.
Emília

Isa Sá disse...

A escultura não me parece muito apelativa.
Isabel Sá
Brilhos da Moda

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