
Boa Páscoa

Boa Páscoa



de Abril
Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril águas mil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Não há mês mais irritado do que Abril zangado.
No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
Imagem:internet
Como madrinha do blog arte & design Persida Silva, venho dizer-vos que a mesma realizará, nos dias 25 e 26 de Abril, uma exposição na APEB (Associação Portuguesa na Bélgica).







Imagens: Jota Santos
Vídeo:Meu


Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4000 anos. No entanto, o circo como o conhecemos hoje, só começou a tomar forma durante o Império Romano.
A palavra circo tem origem na forma circular dos picadeiros do Coliseu Romano. O primeiro a tornar-se famoso foi o Circus Maximus, inaugurado no século VI a.C.
A atracção principal eram as corridas de carruagens, mas com o tempo foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns.
Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar as suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas.
No entanto foi só em Inglaterra no século XVIII que surgiu o circo moderno, com o picadeiro circular e a reunião das atracções que compõem o espectáculo, ainda hoje. O circo inglês foi imitado no resto do continente europeu e em todo o mundo.
Inseri vídeo de uma amostra do exterior do circo de hoje.
Foto:internet




Foto:minha (jardim em Santo Tirso)


Inseri um pequeno excerto do livro, que todos os adultos e em particular os nossos governantes, deveriam ler, pois trata da luta de uma menina, a Beatriz, contra as autoridades da sua cidade, que pretendiam cortar um velho plátano, em nome da” modernidade”.
(…) Beatriz todos os dias vê diante da sua janela um enorme plátano, de
tronco grosso e copa farta. Para ela, aquela árvore fazia parte da sua vida, tal como um bom amigo. Ora, certo dia, as autoridades decidem deitar o plátano abaixo, a pretexto de árvore tão antiga não se enquadrar na moderna paisagem que elas tinham planeado para a cidade. E é a determinação da Beatriz em defesa do seu "velho amigo" que acaba por dissuadir as ditas autoridades de levarem a cabo o seu plano…
fotos:internet
Pesquisa:internet




Pesquisa:internet
Foto:internet





Pesquisa: internet
Fotos: recebidas por e-mail
Video: Meu
Ouçam-na comigo!...É linda!...
