Inseri vídeo de uma canção que Roberto Carlos dedicou a seu pai. Faço minhas as suas palavras, dedicando-a a todos os pais do mundo, especialmente ao MEU.
O Museu Abade Pedrosa, em Santo Tirso, acolheu a VIII Expocamélia , uma mostra que surgiu associada ao programa” A poesia está na rua”.
Apreciem a junção da beleza das camélias à dos versos.
Camélia, planta de origem distante,
prefere a sombra à luz da manhã,
povoando os jardins públicos e privados
de Santo Tirso desde há muitas décadas.
Pelos fins do século XIX, marcados pela crise,
perdeu muito da sua popularidade,
mas soube iludir o esquecimento e,
nada a fez desistir de florir entre as ruínas de
castelos, casas solarengas e jardins de casas antigas.
Em princípios do século XX, marcados pela guerra,
perdeu admiradores e o título de “rainha”,
mas recuperou o prestígio – a beleza,
essa, nunca a perdeu.
Foi uma intelectual e activista social de origem açoriana, autora de extensa e variada obra publicada, com predominância para a poesia. Deputada à Assembleia da República (1980-1991), interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres.
Ficou conhecida pela sua personalidade livre de convenções sociais, vigorosa e polémica, que se reflecte na sua escrita. A sua obra está traduzida em várias línguas.
Criador do romance passional. Nas suas mãos o romance transforma-se na alegria e na sátira. E é na alegria e na sátira que ele triunfa. Ninguém mais do que ele teve o dom do choro e da hilaridade contagiosa, a capacidade das evoluções burlescas ou trágicas, o talento de carpir ou insultar.
Que bonito: o país caminha para a bancarrota e o Parlamento discute o sal no pão. Sal em excesso faz mal, dizem os deputados, que trataram de reduzir os níveis da coisa. Sem esquecer, claro, outras ‘recomendações’ para combater a obesidade nos petizes. Nada disto espanta: nos últimos anos, e com a bênção de Bruxelas, infantilizar os portugueses tem sido o propósito do poder político. O que espanta é o governo não ir mais longe: instalando, por exemplo, funcionários do Estado na casa de cada um, dispostos a vigiar os nossos hábitos. Se comemos, ou não comemos, frutas e legumes; se fumamos, ou não fumamos, em frente a crianças e animais; se fornicamos, ou não fornicamos, cumprindo as regras de segurança. Num país que sempre apreciou a servidão, a liberdade já deu o que tinha a dar.
Os temas, dos azulejos, oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas, etc.) aplicados a paredes, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos, de habitação e públicos.
Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos.
Este material convencional foi usado pelo seu baixo custo e pelas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático.
De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.
Inseri vídeo com azulejos da cidade de Aveiro.
Pesquisa: internet Fotos: recebidas por e-mail Video: Meu
Manuel da Fonseca, foi poeta, romancista, contista e cronista. Toda a sua obra retrata, como poucas ,a vida dura do Alentejo e do seu povo.
Foi um dos maiores escritores do neo-realismo literário português. Fez parte do grupo do Novo Cancioneiro e, através da sua arte, manteve uma intervenção social e política muito importante, retratando a fortuna e as vicissitudes do povo.
Da sua obra como poeta destacam-se "Rosa-dos-ventos" (1940) e "Planície" (1941).
Da sua obra como romancista destacam-se "Cerromaior" (1943) e "Seara do Vento" (1958), duas das obras que melhor representam o neo-realismo português.
Inseri vídeo com o seu poema “Tejo que lavas as águas” (um dos meus preferidos), cantado pela voz inesquecível de Adriano Correia de Oliveira.
«Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar.
Lava-a de crimes espantos de roubos fomes terror lava a cidade de quantos do ódio fingem amor.
Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro.
Lava palácios vivendas casebres bairros de lata leva negócios e rendas que a uns farta a outros mata.
Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas.
Lava avenidas de vícios vielas e amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais.
Afoga empenhos favores vãs glórias ocas palmas leva o poder de uns senhores que compram corpos e almas.
Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo.
Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar».
A 9 de Março de 1959, foi apresentada ao mundo numa feira de brinquedos, em Nova Iorque, a primeira Barbie, a boneca mais famosa e mais vendida do mundo.
Barbie, que revolucionou o mundo das crianças, reflecte o comportamento e desejo das garotas de todo o mundo. É rica, bonita, famosa, inteligente e está sempre na moda.
Nunca brinquedo algum reflectiu tão bem o comportamento de uma época, como esta boneca, que acompanhou todas as mudanças destas últimas 5 décadas.
Veterinária, pediatra e domadora de animais marinhos, são os modelos para 2009.