segunda-feira, dezembro 22, 2008

Boas Festas

Elisa Fardilha (Mona Lisa), deseja a todos os contribuidores, aos que por aqui passaram e em particular àqueles que me visitam e deixam o seu comentário:


domingo, dezembro 21, 2008

O Inverno bate à porta !



Pessoalmente, não gosto do Inverno, prefiro a época quente. No entanto reconheço que o Inverno tem os seus encantos…É reconfortante ver a chuva a cair, junto à lareira, no aconchego do calor do lar, pensar e reflectir na vida…escolher a roupa quentinha que se irá vestir nos dias mais frios…apreciar as inúmeras coisas quentes e saborosas que existem nesta época….Associo sempre o Inverno a uma época triste, adormecida, escura, apenas iluminada pela alegria e cor do Natal e Ano Novo.
No Inverno a Natureza hiberna, cobre-se do enorme branco adormecido do gelo e da neve preparando- se para a germinação da estação vindoura.
(Foto:internet)

Canção de Natal " Happy Cristmas (war is over)"

Estamos numa época que convida ao amor, paz e à reflexão. Deixo aqui uma canção (interpretada pelo pacifista Jonh Lennon),porque entendo-a como sendo um apelo à paz e a um mundo melhor.

sábado, dezembro 20, 2008

Ensaio sobre a Cegueira


Sabedoria Popular

de Dezembro


· Em Dezembro treme de frio cada membro.

· Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.

· Dezembro frio, calor no estio.

· Caindo o Natal à 2-ª feira, tem o lavrador que alugar a eira.

· Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.

· Dos Santos ao Natal é Inverno natural.

· Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.

· Mal vai Portugal, se não há três cheias antes do Natal.

· Natal na praça, Páscoa em casa.

· Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.

· Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

· Em Dezembro descansar para em Janeiro trabalhar.

· Pela Santa Luzia, minga a noite e cresce o dia.
(Imagem:internet)

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Frases de Fernando Pessoa


· O homem é do tamanho do seu sonho.

· Tenho em mim todos os sonhos do mundo.


· Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é.


· Para realizar um sonho é preciso esquecê-lo, distrair dele a atenção. Por isso realizar é não realizar.


· Eu sou aquilo que perdi.

· Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.


· As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais.

(Imagem:internet)



quinta-feira, dezembro 18, 2008

Momento de Poesia


Natal

Natal…Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

(Fernando Pessoa)
(Foto:internet)

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Poesia

Ao meu menino Jesus

Menino a irradiar tanta luz
De olhar tão meigo e doce
Vem adormecer nos meus braços
Como eterno embalo eu fosse.

Todos os anos quis festejar
Teu nascimento divino
Pensamentos te dediquei
Louvores solfejei como hino.

Menino de tantos poderes
O mundo podes mudar
A todos queres acolher
Nunca me queiras deixar.

Sozinha na multidão
Com sede ao pé da fonte
No escuro cheio de luz
Sem fé todavia tão crente.

Anyta (18.11.08)



Mensagens de Natal




· “A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida.”

· “Melhor que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.”

· “O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a vida.”

·" Se não sabes como presentear os teus seres mais queridos, no Natal, presenteia-os com o teu amor.”

· "Tudo o que desejar de bom, do fundo do coração, poderá realizar, basta acreditar, mentalizar-se, visualizar o futuro que deseja, acreditar: todo o universo conspira a seu favor.”

(Autor desconhecido)


terça-feira, dezembro 16, 2008

Primeiro selo de Natal (no Mundo)



As colecções temáticas relativas ao “Natal” estão actualmente, entre as mais populares do mundo. Há publicações especializadas sobre o assunto e extensa bibliografia. Muitos consideram como válidas, nestas colecções, as emissões postais da antiga colónia britânica de Natal, que se situa a nordeste da colónia do Cabo, e que passou a integrar a União da África do Sul, em 1910. Apesar da denominação, não reputamos aqueles lançamentos como homenagem ao nascimento de Jesus Cristo. O primeiro selo do mundo que efectivamente recorre ao tema natalício é do Canadá, quando trouxe a inscrição “XMAS 1898”, ou seja, a abreviatura da palavra Christimas (Natal). O selo entrou em circulação no dia 7 de Dezembro de 1898, com valor facial de 2 centavos, com uma tiragem de 19.927.500 exemplares, impressos pelo American Bank Note Co. Oficialmente a emissão comemora a adopção de uma tarifa uniforme para todos os correios do império britânico. Além da já mencionada inscrição relacionada ao Natal, traz ainda um mapa onde estão assinalados os países colonizados, com a predominância da religião protestante.

(Fonte: Site: selo & arte)

segunda-feira, dezembro 15, 2008

História do Pai Natal



A figura do Pai Natal, importante em qualquer celebração de Natal, tem uma origem bastante antiga.

Nos países nórdicos era habitual, durante a quadra natalícia, alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa.

Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto, foi associado à figura de São Nicolau.
Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda, segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal.
O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e desde então tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra nas casas pela chaminé.

Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa.
Remonta à década de 1930, quando a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.

Desde sempre toda a criança associa o Natal, não só à imagem do Deus Menino, mas também ao venerável e simpático “Homem das Barbas”, o querido Pai Natal.

(Pesquisa: natal/sapo)
(Imagem:Internet)

domingo, dezembro 14, 2008

Momento Musical "Silent Night"

Canção melodiosa, que me transmite alegria, calma e paz e também me transporta aos natais tropicais da minha infância e juventude, onde as luzes coloridas e cintilantes das árvores de Natal despontavam das janelas, abertas de par em par, acompanhadas pelo som inesquecível do “Silent Night”.

sábado, dezembro 13, 2008

Momento de Poesia



Bethlehemi, Orbis Saluator natus est

Magna laetitia et festinatio in Caelo sunt,
Angelorum laudes, quod Puer natus est;
Hebraici populi cantica audiuntur.
Aurora fulgenti, tota Terra hymnum canit;
Infinitus Deus humanitatem redemit,
Ab omni aeternitate cum Patre societas fit.

Per Sanctum Spiritum Uerbum incarnauit
In Mariae castis uisceribus, quale chrysanthemum!

Uos saluto, Sacra Familia,
Carmina laudationibus et choro
Peruigilatio esse pergent
Hesterno die Natiuitatis.
Mementote, Deus Puer, Uos fratrem nostrum esse.
Peccatores sumus, sed Te amamus.
Infunde in nostro corde Tuum Amorem,
Este firmamentum eius qui hodie Te arridet.

Tribuite iam pacem nunc in seruitutem abductis hominibus
Et docete bonae uoluntatis homines
Ubi amor sit, caritas uiret.
Agostinho Alves Fardilha( o meu pai)
(Coimbra)


(Versão para português)

Glória a Deus nas alturas

Em Belém, nasceu o Salvador do Mundo

Grande alegria e azáfama há no céu,
Louvores dos Anjos, porque nasceu o Menino;
Ouvem-se cânticos do povo hebreu.
Raiando a Aurora, toda a Terra entoa um hino;
Infinito Deus resgatou a humanidade,
Aliança é feita com Pai p’la eternidade.

I(E)ncarnou o Verbo pelo Espírito Santo
Nas puras entranhas de Maria, qual crisanto!

Eu vos saúdo, ó Sagrada Família,
Xácaras com loas e coral
Continuarão a ser a vigília
Em vésp’ra do dia de Natal.
Lembrai-vos, Menino Deus, que sois nosso irmão.
Somos pecadores, mas gostamos de ti.
Incute Teu Amor no nosso coração,
Sede amparo daquele que hoje Te sorri.

Dai já paz ao mundo agora escravizado
E ensinai aos homens de boa vontade
Onde exista amor, viceja a caridade.

Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
(Coimbra)

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Conto de Natal




O Suave Milagre



Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as outras de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ela o criara parra os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo. Também a ela a doença a engelhara dentro dos trapos nunca mudados, mais escura e torcida que uma cepa arrancada. E, sobre ambos, espessamente a miséria cresceu como bolor sobre cacos perdidos num ermo. Até na lâmpada de barro vermelho secara há muito o azeite. Dentro da arca pintada não restava um grão ou côdea. No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira. Tão longe do povoado, numa esmola de pão ou mel entrava o portal. E só ervas apanhadas nas fendas das rochas, cozidas sem sal, nutriam aquelas criaturas de Deus na Terra Escolhida, onde até às aves maléficas sobrava o sustento!
Um dia um mendigo entrou no casebre, repartiu do seu farnel com a mãe amargurada e, um momento sentado na pedra da lareira, coçando as feridas das pernas, contou dessa grande esperança dos tristes, esse rabi que aparecera na Galileia, e de um pão no mesmo cesto fazia sete, e amava todas as criancinhas, e enxugava todos os prantos, e prometia aos pobres um grande e luminoso reino, de abundância maior que a corte de Salomão. A mulher escutava, com olhos famintos. E esse doce rabi, esperança dos tristes, onde se encontrava? O mendigo suspirou. Ah esse doce rabi, quantos o desejavam, quanto desesperançavam! A sua fama andava por sobre toda a Judeia, como o sol que até por qualquer velho muro se estende e se goza; mas para enxergar a claridade do seu rosto, só aqueles ditosos que o seu desejo escolhia.
………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
A tarde caía. O mendigo apanhou o seu bordão, desceu pelo duro trilho, entre a urze e a rocha.
A mãe retomou o seu canto, a mãe mais vergada, mais abandonada. E então o filhinho, num murmúrio mais débil que o roçar duma asa, pediu à mãe que lhe trouxesse esse rabi que amava as criancinhas, ainda as mais pobres, sarava os males, ainda os mais antigos. A mãe apertou a cabeça engelhada:
- Oh filho! E como queres que te deixe, e me meta aos caminhos, à procura do rabi da Galileia?
………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
Como queres que te deixe? Jesus anda por muito longe e nossa dor mora connosco, dentro destas paredes e dentro delas nos prende. E mesmo que o encontrasse, como convenceria eu o rabi tão desejado, por quem ricos e fortes suspiram, a que descesse através das cidades até este ermo, para sarar um entrevadinho tão pobre, sobre enxerga tão rota?
A criança, com duas longas lágrimas na face magrinha, murmurou:
- Oh mãe! Jesus ama todos os pequeninos. E eu ainda tão pequeno, e com um mal tão pesado, e que tanto queria sarar! E a mãe, em soluços:
-Oh meu filho como te posso deixar! Longas são as estradas da Galileia, e curta a piedade dos homens. Tão rota, tão trôpega, tão triste, até os cães me ladraria da porta dos casais. Ninguém atenderia o meu recado, e me apontaria a morada do doce rabi, Oh filho! Talvez Jesus morresse…Nem mesmo os ricos e os fortes o encontram. O Céu o trouxe, o Céu o levou. E com ele para sempre morreu a esperança dos tristes.
De entre os negros trapos, erguendo as suas pobres mãozinhas que tremiam, a criança murmurou:
-Mãe, eu queria ver Jesus…
E logo, abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse à criança:
-Aqui estou.

Fonte: O Suave Milagre / Eça de Queirós

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Inauguração do canal Benfica, dia 10 de Dezembro

Atrasado, mas muito a tempo, para manifestar a minha alegria e da família benfiquista pela inauguração do canal Benfica TV, deixo aqui esta pequena nota.
É uma vitória contra os anti-benfiquistas deste país.
"Viva o Glorioso". Depois deste feito é sem dúvida nenhuma o maior Clube Português.

Aniversário de Manuel de Oliveira

Faz hoje 100 anos, Manoel de Oliveira, o cineasta mais idoso do mundo. Não está disponível para festejos públicos, comemorando o aniversário a trabalhar na rodagem do filme “Singularidades de uma Rapariga Loira”, adaptação de uma obra do escritor Eça de Queirós.
Este filme terá a sua ante-estreia no Festival de Berlim do próximo ano.
Manoel de Oliveira pensa já no seu próximo filme:”O estranho caso de Angélica”

Recebe no próximo sábado, das mãos do Presidente da Répública, a grã-cruz da Ordem do Infante D. Henrique.




Filmografia

Longas-metragens

Curtas e médias metragens


Como actor

1994 -
Lisbon Story, de Wim Wenders
1980 -
Conversa Acabada, de João Botelho
1933 -
A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo
1928 -
Fátima Milagrosa, de Rino Lupo

Como supervisor

1970 - Sever do Vouga... Uma Experiência, de
Paulo Rocha
1966 - A Propósito da Inauguração de Uma Estátua - Porto 1100 Anos, de Artur Moura, Albino Baganha e António Lopes Fernand
es.




(Fonte:Wikipédia)
(Foto:internet)

quarta-feira, dezembro 10, 2008

10 de Dezembro" Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos"



Celebram-se hoje 60 anos, que a 10 de Dezembro de 1948, em Paris, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Esta declaração foi o primeiro documento internacional a reconhecer que todos os seres humanos têm direitos e liberdades fundamentais.


A Declaração Universal dos Direitos do Homem da Organização das Nações Unidas afirma:


“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em
direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”


Bom seria que, mesmo por um só dia, todo o ser humano levasse isso a sério.

(Pesquisa: internet)

terça-feira, dezembro 09, 2008

A simbologia, a lenda e a história que envolvem o "Bolo-rei"


Simbologia

Por detrás do bolo-rei está uma simbologia com 2000 anos de existência. De uma forma muito resumida, pode dizer-se que esta doce iguaria representa os presentes que os três Reis Magos deram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento. Assim, a côdea simboliza o ouro; as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; o aroma do bolo assinala o incenso.

Lenda


Ainda na base do imaginário, também a fava tem a sua “explicação”. Reza a lenda que, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o menino.Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava. O Rei Mago a quem calhasse a fatia de bolo contendo a fava, seria o primeiro a entregar o presente. O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi Gaspar, Baltazar ou Belchior o feliz contemplado.

História


Historicamente falando, a versão é bem diferente. Os romanos usavam as favas para a prática inserida nos banquetes das Saturnais, durante os quais se procedia à eleição do Rei da Festa, também designado Rei da Fava. Este costume terá tido origem num jogo de crianças, muito frequente, durante aquelas celebrações e que consistia em escolher entre si um rei, tirando-o à sorte com as favas.
Este inocente jogo acabou por ser adaptado pelos adultos, que passaram a fazer uso das favas para votar nas assembleias. Dado aquele jogo infantil ser característico do mês de Dezembro, a Igreja Católica decidiu relacioná-lo com a Natividade e, depois, também com a Epifania (os dias entre 25 de Dezembro e 6 de Janeiro). Esta última data acabou por ser designada pela Igreja como Dia de Reis, altura em que algumas famílias, nomeadamente em Espanha, procuram manter a tradição, não só comendo o bolo-rei como aproveitando a ocasião para distribuir os presentes pelas crianças.
Para além desta, havia uma outra tradição, da qual poucos terão conhecimento, que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos-reis, entre o Natal e os Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo-rei terá, aliás, surgido neste país, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. Com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida, mas, como bom negócio que era, os pasteleiros continuaram a confeccioná-lo sob o nome de” gâteau dês san- cullottes.”
Em Portugal, depois da proclamação da República, não chegou a ser proibido, mas andou lá perto. Com excepção desse mau período, a história do bolo-rei é uma história de sucesso.
Todas as pastelarias e confeitarias enchem-se de clientes para adquirir “ O Rei das iguarias”, nesta data festiva. Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu, em Lisboa, foi a Confeitaria Nacional, depois de 1869. No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890, pela Confeitaria Cascais.
(Fonte: Diário de Notícias online)
(Imagem:internet)

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Recordar "Florbela Espanca"


A 8 de Dezembro de 1894, nasceu em Vila Viçosa, Florbela Espanca, precursora do movimento feminista em Portugal.

Um dos seus belos sonetos,é cantado por Luis Represas.


Ser Poeta


Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!




Símbolos do Natal(VI)


Ceia

No dia 24 de Dezembro, à noite, ceia-se e dia 25 é o dia de Natal, propriamente dito. A ceia simboliza o banquete eterno. É o momento em que a família se reúne. A ceia, a refeição do Natal, significa que a nossa verdadeira vida é Cristo.




Frutos Secos

A apresentação de uma grande variedade de frutos secos no Natal tem uma ligação muito forte e particular ao solstício do Inverno.
Na antiga Roma eram um presente habitual, durante as celebrações. Os frutos secos que se colocam na mesa de Natal, são um antigo costume romano, que prometia a ausência de fome e pobreza durante o ano.
(Fonte:Tradições de Natal)
(Imagens:internet)

ShareThis