sábado, fevereiro 04, 2012

Pelos caminhos de Portugal...

Fundado no Século XI sobre vestígios castrejos romanos e visigóticos, a sua história e a da Terra de Santa Maria  de que foi cabeça, está ligada à fundação e consolidação da Nacionalidade Portuguesa.





















Fotos minhas (Castelo de Santa Maria da Feira)

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Momento de poesia com Agostinho Fardilha




(Rei nascido neste mês)

Foi Afonso IV chamado o “Bravo”
e acresceu património real;
vigiando, com as inquirições,
evitou abusos, às vezes com travo;
realçou o valor de Portugal
e, para defender as populações,
inimigo secular fez escravo,
reduzindo, no Salado, afinal
o terror mouro das cristãs nações.

Agostinho Alves Fardilha ( o meu pai)
Coimbra

Vocabulário:
Travo = amargura

Imagem:internet


segunda-feira, janeiro 30, 2012

Um olhar com história

Núcleo da cidade muralhada (Coimbra)

Porta de Barbaçã

Na zona mais vulnerável da cidade (entre as portas de Almedina e de Belcouce) foi necessário reforçar a defesa, criando uma segunda cintura - a Barbaçã. A porta, parcialmente enterrada, desenha um arco quebrado típico das fortalezas da época manuelina e sobreviveu até aos nossos dias.


Frente (entrada)
Parte posterior

Fotos minhas

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Um olhar


Foto minha


Viver é como andar numa escada rolante: às vezes subindo outras vezes descendo. Quando encontramos um patamar, paramos para reflectir.

terça-feira, janeiro 24, 2012

Um olhar






Fotos minhas



Mala de Cartão, insígnia do português!
Legal ou a "salto" ele vai fronteiras fora
de olhos marejados e inquieto a Deus ora
para que chegue ao destino e com rapidez
arranje labor p'ra sacudir a quem ficou
à espera, em Portugal. Sou de provecta idade
e assisti a alguns dramas de infelicidade.
o Governo só queria o que se poupou.
A maioria, essa, adaptou-se muito bem
ao novo estilo de vida. Honrou o país.
Julguei termos erguido, de vez, a cerviz,
mas, quando me disseram que alvitrou alguém
a emigração de jovens, mesmo com cultura,
pasmei. Mas eles, em passos largos, subiram
ao sotão, procurando as malas que serviram
aos avós, outrora, em dolorosa aventura.
Vão ser as reparadas malas de cartão
que, somadas à crise em tudo persistente,
farão do nosso Portugal país descrente,
mais pobre, amorfo e sem fé na renovação.


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra

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