domingo, abril 22, 2018

quinta-feira, abril 19, 2018

Pelos caminhos de Portugal...



Largo de São Sebastião (Lisboa)
Freguesia: Lumiar

Classificada como Imóvel de Interesse Público, por si própria e por integrar o conjunto do Paço do Lumiar, este pequeno templo do início do séc. XVI, dedicado a S. Sebastião protector da peste, sofreu beneficiações no séc. XVII, séc. XVIII e nos finais do séc. XX. De planta longitudinal, tem a fachada ladeada por pilastras adossadas e rasgada por portal manuelino com decoração vegetalista, uma cruz de azulejos polícromos ,com a data de 1628, na parede posterior da capela-mor, e torre sineira junto à cabeceira. A capela, de nave única e coro alto separado da capela-mor por arco triunfal de volta perfeita, possui no interior:painéis de azulejos figurativos, seiscentistas,de tipo "tapete"; painéis de azulejos, representando S. Pedro, S. Francisco, S. Paulo e Sto. António; frontais de altar azulejados; pinturas setecentistas do tecto; e sepulturas dos sécs. XVII e XVIII.








segunda-feira, abril 16, 2018

Um olhar





Um jardim...um banco...uma sombra...o ideal para ter um livro por companhia.


sexta-feira, abril 13, 2018

Um olhar




No Outono da vida inicia-se a descida final, qual caminho pedregoso, com bons e maus momentos...

quinta-feira, abril 12, 2018

PC internado

O PC adoeceu. Espero que melhore o mais rápido possível. O blogue continuará activo, pois agendei-o.
Vou tentar comentar a partir do tablet .

Até breve





sábado, abril 07, 2018

Um olhar




A vida está cheia de desafios qual escada de degraus  tortuosos. Quando correctamente subidos, transformam-se em oportunidades.



quarta-feira, abril 04, 2018

Li e Gostei





A maior glória em viver não está em jamais cair, mas em nos levantarmos cada vez que caímos.

Nelson Mandela


segunda-feira, março 26, 2018

Um olhar


... são meramente curvas na estrada da nossa vida que teremos que saber contornar.


sexta-feira, março 23, 2018

quarta-feira, março 14, 2018

Um olhar




" A árvore quando está a ser cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira."

(Provérbio árabe)



domingo, março 11, 2018

Um olhar





A trepadeira, qual cortinado, tentando amenizar o impacto cruel das grades, embelezando a janela.



terça-feira, março 06, 2018

Um olhar


"A vida é um caminho de sombras e luzes. O importante é que se saiba vitalizar as sombras e aproveitar as luzes".

(Henri Bergson)


quinta-feira, março 01, 2018

Li e Gostei


Em Portugal a emigração não é, como em toda a parte, a transbordação de uma população que sobra: mas a fuga de uma população que sofre.

Eça de Queiroz


domingo, fevereiro 25, 2018

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Um olhar


"Minha aldeia é todo o mundo.

Todo o mundo me pertence.

Aqui me encontro e confundo

com gente de todo o mundo

que a todo o mundo pertence."



António Gedeão




segunda-feira, fevereiro 19, 2018

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

Pelos caminhos de Portugal...


A Boca do Inferno localiza-se na costa oeste da cidade de Cascais.
O nome "Boca do Inferno" atribuído a este local deve-se à analogia morfológica e ao tremendo e assustador impacto das vagas que aí se fazem sentir.









terça-feira, fevereiro 13, 2018

sábado, fevereiro 10, 2018

Um olhar


 Candeeiros de Lisboa, altos e majestosos, compondo a paisagem citadina com a sua rara beleza!










quarta-feira, fevereiro 07, 2018

Um olhar



Conhecida por:
 Granjas
 Hortências
 Novelos (Madeira)
 mas o seu nome de baptismo é:
 HIDRANGEA.

domingo, fevereiro 04, 2018

Um olhar




A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!

Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...

Mário Quintana


quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Li e gostei



A poesia não está só nos versos, por vezes ela está no coração e é tamanha, a ponto de não caber nas palavras.
Jorge Amado

quinta-feira, janeiro 25, 2018

Um olhar




Ó tempo volta para trás
Dá-me tudo o que eu perdi
Tem pena e dá-me a vida
A vida que eu já vivi
Ó tempo volta p'ra trás
Mata as minhas esperanças vâs
Vê que até o próprio sol
Volta todas as manhãs.

António Mourão

sexta-feira, janeiro 19, 2018

Um olhar



Apontamentos, em azulejo, do quotidiano da antiga vila piscatória, Quarteira.






ShareThis