Arte juvenil na Ilha de Tavira
sábado, agosto 22, 2015
quarta-feira, agosto 19, 2015
domingo, agosto 16, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
Salinas de Tavira
A capacidade de produção é de 60 a 80 toneladas de Flor de sal e de 800 a 1000 toneladas de sal Tradicional. A sua localização no Parque Natural da Ria Formosa, a 500m da barra de Tavira onde a qualidade das argilas que estão implantadas, o seu posicionamento relativamente à entrada de água do oceano e ainda, o mais importante, a qualidade do produto final, comprovada por uma simples visita às salinas e análises realizadas, ao produto final, proveniente desta salina, efectuadas pelas certificadoras. Esta unidade de produção situa-se junto do parque de estacionamento do mercado Municipal de Tavira e está implantada numa área longe de esgotos, estações de tratamento, rios e outras áreas, ocasionalmente, perigosas em matéria de poluição proveniente de terceiros alheios à produção.
quinta-feira, agosto 13, 2015
segunda-feira, agosto 10, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
RIO ALCOBAÇA (ALCOA e BAÇA)
Não
sendo um tema pacífico, o “rio ALCOBAÇA” não existe. Este será o nome atribuído
pela população a uma parte do rio Alcoa, depois da sua junção com o rio Baça,
em Alcobaça.
O rio
desagua no Oceano Atlântico junto à vila de Nazaré.
O “Rio ALCOA” nasce acima
de Chiqueda, em Aljubarrota, no concelho de Alcobaça, distrito leiriense,
alcançando a cidade 7 quilómetros logo após a sua nascente. Ali se junta ao rio
Baça, desaguando depois no Oceano Atlântico, a 12 quilómetros de Alcobaça,
perto da Nazaré, e após haver percorrido os 19 quilómetros de extensão.
O “Rio
BAÇA” é um pequeno curso de água que nasce junto a Vimeiro, no concelho de
Alcobaça. Nesta cidade junta-se ao rio Alcoa para formar o “inexistente” Rio
Alcobaça.
Junção dos rios Alcoa e Baça
Rio Alcobaça
Rio Alcobaça
Rio Alcobaça
Rio Alcobaça
sexta-feira, agosto 07, 2015
terça-feira, agosto 04, 2015
Um olhar
Não é possível destruir o passado para reconstruir o presente, mas é possível reconstruir o presente para reescrever o passado.
Augusto Cury
sábado, agosto 01, 2015
Sintonia entre olhar e poesia
O verde perfumado veraniço,
dando ao lago protecção sombreada,
mostra o descanso e aguarda o movediço
de corpos à espera do bronzeado.
Depois, oh!, como é belo e deslumbrante
ver uns dormitar
e outros a nadar.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1926 / 23-5-2015
11-5-1926 / 23-5-2015
quarta-feira, julho 29, 2015
segunda-feira, julho 27, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
Calcorreando Portugal, podemos apreciar uma diversidade de moinhos mais ou menos degradados. Estes, na praia da Apúlia, onde as velas "voaram"são actualmente símbolo da localidade, encerrando um passado de duro labor.
sábado, julho 25, 2015
quarta-feira, julho 22, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
O Sítio da Nazaré é um bairro da cidade da Nazaré. Na origem do povoamento do promontório
do Sítio estão as condições naturais e o sentimento religioso, advindo do
milagre de Nossa Senhora da Nazaré.
Segundo Frei Bernardo de Brito, data de
1182 a primeira construção no alto do escarpado promontório onde se localiza o
Sítio. Trata-se da Ermida da Memória, mandada erguer por D. Fuas Roupinho sobre
uma gruta, onde esteve durante a época muçulmana a imagem de Nossa Senhora da
Nazaré. Ao episódio que originou a construção da capela dá-se vulgarmente o
nome de Lenda da Nazaré.
O rei D. Fernando fundou um santuário, em
1377, para o qual foi transferida a imagem.
Capela da Memória
Santuário de Nossa Senhora da Nazaré
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