quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Um olhar


"Minha aldeia é todo o mundo.

Todo o mundo me pertence.

Aqui me encontro e confundo

com gente de todo o mundo

que a todo o mundo pertence."



António Gedeão




19 comentários:

✿ chica disse...

Poesia e foto lindas! Obrigada pelo carinho lá no novo blog! 😘😘😘tudo de bom,chica

Roselia Bezerra disse...

Olá, querida Fardilha!
Bonito seu jeito de postar suave e com fotos lindas acompanhadas de dizeres tão intensos e reflexivos!
Seja muito feliz e abençoada junto aos seus amados!
Bjm de paz e bem

Ana Freire disse...

Pura maravilha! Tanto a imagem, como as palavras de Gedeão!...
Um post para apreciar e reapreciar, esta amorosa aldeia, aninhada num cenário natural tão bonito!
Serão acácias, essas árvores de flores amarelas, que se parecem vislumbrar na imagem?...
Beijinhos, Elisa! Continuação de uma boa semana!
Ana

Larissa Santos disse...

Muito bonito. Parabéns. :))

Hoje:- Silenciada nas águas do rio.
.
Bjos
Votos de uma feliz Quinta-Feira.

Francisco Manuel Carrajola Oliveira disse...

Uma bela ilustração para o poema do António Gedeão.
Um abraço e continuação de uma boa semana.

Andarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
O prazer dos livros

Cidália Ferreira disse...

Boa tarde!
Excelente post!!

Beijo e um excelente dia

Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, ter oportunidade de viver numa aldeia é o que ambiciono, a foto é elevada na beleza, está fantastica, assim como, o poema do Gedeão.
AG

Manu disse...

Fizeste com que recordasse os momentos passados na minha aldeia, onde tudo era mais aconchegante e todos se conheciam.

Gostei desta bem colorida em que a natureza enfeita os espaços e onde o betão não impera.
As palavras do Gedeão foram muito bem escolhidas.

Beijinhos Elisa

Bella disse...

Um belo poema e uma lindissima foto!
Bjs

Remus disse...

Aposto que nesta aldeia é possível ver a casa da tia Maria, da tia Ermelinda, do tio Acácio e do Zé dos Pipos... tudo rodeado por um explosão de primavera, graças às austrálias, uma espécie invasora que é do piorio. É tão má como como o eucalipto.

Belo olhar. Bela tranquilidade.

Emília Pinto disse...

A natureza com a ajuda dos seus elementos faz esculturas impressionantes e proporciona paisagens fantásticas que, aos olhos de pessoas atentas como tu, dão fotos e quadros maravilhosos, como acontece com esta aldeia. Como sempre , olhares belos , de lugares maravilhosos que não escapam à tua observação tão atenta. Gostei muito das frases também. Obrigada, Lisa pela partilha e espero que estejam todos de saúde em tua casa. Beijinhos
Emilia

Ontem é só Memória disse...

Paisagem encantadora!

Bjxxx
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aluap Al disse...

Lindo!
Este poema do António Gedeão faz-me lembrar também aquele "O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia/Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia/Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia" de Fernando Pessoa/Alberto Caeiro.
Bejinhos.
Bom fim de semana.

Liliane de Paula disse...

Que imagem linda!
Mas não sei se viveria um lugar tão bucólico

Lete disse...

Que foto tão linda! Lembra-me a minha aldeia, onde nasci e cresci. Por esta altura enchia-se de mimosas amarelas, muito parecidas com essas flores que se vêm na imagem, deve vir daí a minha associação. :)
Hoje, não viveria num local assim, gosto da vida de cidade, de uma cidade de pequena ou média dimensão. :)

Lete disse...

Vêem e não vêm... desculpa... :)

Os olhares da Gracinha! disse...

As palavras do poeta enriqueceram a bela paisagem! bj

Os olhares da Gracinha! disse...

As palavras do poeta enriqueceram a bela paisagem! bj

Ailime disse...

Poema e fotografia fabulosos.
Um beijinho
Ailime

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