quinta-feira, maio 19, 2016

Pelos caminhos de Portugal...

Pelourinho da Sé Porto

Parece ser uma relíquia bem antiga, mas não. Esta coluna de estilo rococó não é mais que uma imitação de um pelourinho antigo ali colocado em 1945, como decoração, devido às obras que se fizeram no Terreiro da Sé.









segunda-feira, maio 16, 2016

Um olhar



No âmbito do programa “Enamorados por Lisboa”, acção municipal comemorativa do Dia de S. Valentim, realizou-se no mês de Fevereiro de 2013 a 5-ª fase da acção  “Reciclar o Olhar”.A iniciativa registou asssinalável sucesso, pois o número de candidatos a pintar um vidrão superou os 50 equipamentos disponibilizados para o efeito, o que confirma a grande adesão da população a este projecto e o seu desejo de deixar  uma marca pessoal na Cidade.



Vidrão em Telheiras (Lisboa)


sexta-feira, maio 13, 2016

Pelos caminhos de Portugal...


O Castelo de Mourão, implantado num ponto altaneiro e fronteiriço,  foi construído no início de 1343, no reinado de D. Afonso IV. É composto por uma alvenaria em xisto da região, mármore e granito.  Ao longo dos tempos sofreu as investidas de forças inimigas que levaram à sua reconstrução




sábado, maio 07, 2016

Recordando...



Guadalupe é um município de Espanha situado na província de Cáceres.

O mosteiro de Nossa Senhora de Guadalupe é um dos mais importantes edifícios religiosos espanhóis, implantado numa zona de montanha, longe das grandes cidades, o que lhe dá um encanto especial.
A razão da sua localização deve-se a uma imagem de nossa senhora que foi recuperada, aqui, por um camponês em finais do século XIII, depois de perdida desde as invasões muçulmanas
Foi, então, construído um mosteiro para albergar a imagem e os monges da ordem de São Jerónimo. Este, construído e modificado ao longo dos séculos apresenta vários estilos arquitectónicos, incluindo o gótico, mudéjar, renascentista, barroco e neoclássico.














Um pouco de Guadalupe












quarta-feira, maio 04, 2016

Sintonia entre olhar e poesia



Nuvens parecem novelos de algodão:
em tempo bom lembram jardim albiflor,
se escuro céu, borrasca e muito terror.
Os sonhos, qual mar calmo ou agitação.



Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11/5/1926 a 23/4 /2015

domingo, maio 01, 2016

Mãe...Para Sempre




Por que Deus permite 

que as mães vão-se embora? 

Mãe não tem limite, 

é tempo sem hora, 

luz que não apaga 

quando sopra o vento 

e chuva desaba, 

veludo escondido 

na pele enrugada, 

água pura, ar puro, 

puro pensamento. 

Morrer acontece 

com o que é breve e passa

sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,
é eternidade.

Por que Deus se lembra

— mistério profundo —
de tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,

baixava uma lei:

Mãe não morre nunca,

mãe ficará sempre

junto de seu filho

e ele, velho embora,
será pequenino

feito grão de milho. 



Carlos Drummond de Andrade, in 'Lição de Coisas'




quinta-feira, abril 28, 2016

Pelos caminhos de Portugal...

Chafariz das Águas Boas ou da Convalescença (Lisboa)



Mandado erguer por D. Maria I, através de provisão de 12 de Dezembro de 1791, com o objectivo de abastecer, com a água do Aqueduto, os moradores das Estradas da Convalescença (actual Estrada de Benfica) e das Laranjeiras, só viria a ficar concluído no início do séc. XIX (1817/1818). Situado numa meia-laranja frente à fachada do Convento de Sto. António da Convalescença, ficaria também conhecido como Chafariz da Convalescença. Encurvado entre duas pilastras terminais e rusticadas, ambas encimadas por uma urna em forma de fogaréu, apresenta uma arca de água quadrangular, de cobertura tronco-piramidal de 4 arestas curvilíneas, rematada por um ábaco revestido de folhas de acanto, sobre o qual se eleva uma urna gomedada na base e ornamentada com sanefas pendentes. Na sua fachada destaca-se a seguinte inscrição: "Real obra de Agoas Livres. Anno de 1817", sobrepujada pelo escudo das armas de D. João VI, encimado pela coroa real. Por sua vez, no plano superior do tanque do chafariz distingue-se um pequeno nicho com uma sanefa e laço central que se desenvolve até às 2 bicas. Trata-se de uma peça de grande originalidade e individualidade relativamente às restantes estruturas das Águas Livres, nomeadamente quanto à unidade da arca de água, à cobertura tronco-piramidal e ao uso de sanefas e de superfícies frisadas e estriadas. É possível filiá-lo numa tipologia devida a Carlos Mardel que reúne de forma única o neoclássico da época, o barroco romano e o rocaille decorativo francês.

















segunda-feira, abril 25, 2016

Um olhar





Chá, café, chocolate e não só. Em primeiro plano o " Fiel Amigo".


sexta-feira, abril 22, 2016

Pelos caminhos de Portugal...








Rua da Louça



Rua da Moeda



Rua Direita


Rua do Corvo


À Praça 8 de Maio, protegida pela vetusta Igreja de Santa Cruz, convergem várias ruelas, onde toda a espécie de degradação choca qualquer ser humano.


ShareThis