A natureza vestiu-se para a sua chegada. Há Vida, Cor, Alegria, Música! Despontam as cores das flores, salpicando os verdejantes bosques com suas árvores vestidas de novo. Os pássaros, acabados de nascer, ensaiam suas vozes. Coloridas borboletas rodeiam as flores, ao som do canto dos pássaros.
É a Primavera que chega, qual deusa coroada, dançando embalada pelo canto universal.
Escritora portuguesa de origem alemã, nascida em Hanôver, de ascendência judia, veio para Portugal em 1934, fugindo à perseguição nazi.
É conhecida principalmente pelos seus livros para crianças e pelo seu livro sobre as memórias das perseguições aos judeus com o título "O Mundo em que vivi” (1943).
Recebeu, em 1991 o" Grande Prémio de Livros para Crianças", atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Dos livros infantis destaco “Beatriz e o Plátano”…tão do agrado dos meus alunos.
Inseri um pequeno excerto do livro, que todos os adultos e em particular os nossos governantes, deveriam ler, pois trata da luta de uma menina, a Beatriz, contra as autoridades da sua cidade, que pretendiam cortar um velho plátano, em nome da” modernidade”.
(…) Beatriz todos os dias vê diante da sua janela um enorme plátano, de tronco grosso e copa farta. Para ela, aquela árvore fazia parte da sua vida, tal como um bom amigo. Ora, certo dia, as autoridades decidem deitar o plátano abaixo, a pretexto de árvore tão antiga não se enquadrar na moderna paisagem que elas tinham planeado para a cidade. E é a determinação da Beatriz em defesa do seu "velho amigo" que acaba por dissuadir as ditas autoridades de levarem a cabo o seu plano…
Inseri vídeo de uma canção que Roberto Carlos dedicou a seu pai. Faço minhas as suas palavras, dedicando-a a todos os pais do mundo, especialmente ao MEU.
O Museu Abade Pedrosa, em Santo Tirso, acolheu a VIII Expocamélia , uma mostra que surgiu associada ao programa” A poesia está na rua”.
Apreciem a junção da beleza das camélias à dos versos.
Camélia, planta de origem distante,
prefere a sombra à luz da manhã,
povoando os jardins públicos e privados
de Santo Tirso desde há muitas décadas.
Pelos fins do século XIX, marcados pela crise,
perdeu muito da sua popularidade,
mas soube iludir o esquecimento e,
nada a fez desistir de florir entre as ruínas de
castelos, casas solarengas e jardins de casas antigas.
Em princípios do século XX, marcados pela guerra,
perdeu admiradores e o título de “rainha”,
mas recuperou o prestígio – a beleza,
essa, nunca a perdeu.
Foi uma intelectual e activista social de origem açoriana, autora de extensa e variada obra publicada, com predominância para a poesia. Deputada à Assembleia da República (1980-1991), interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres.
Ficou conhecida pela sua personalidade livre de convenções sociais, vigorosa e polémica, que se reflecte na sua escrita. A sua obra está traduzida em várias línguas.
Criador do romance passional. Nas suas mãos o romance transforma-se na alegria e na sátira. E é na alegria e na sátira que ele triunfa. Ninguém mais do que ele teve o dom do choro e da hilaridade contagiosa, a capacidade das evoluções burlescas ou trágicas, o talento de carpir ou insultar.
Que bonito: o país caminha para a bancarrota e o Parlamento discute o sal no pão. Sal em excesso faz mal, dizem os deputados, que trataram de reduzir os níveis da coisa. Sem esquecer, claro, outras ‘recomendações’ para combater a obesidade nos petizes. Nada disto espanta: nos últimos anos, e com a bênção de Bruxelas, infantilizar os portugueses tem sido o propósito do poder político. O que espanta é o governo não ir mais longe: instalando, por exemplo, funcionários do Estado na casa de cada um, dispostos a vigiar os nossos hábitos. Se comemos, ou não comemos, frutas e legumes; se fumamos, ou não fumamos, em frente a crianças e animais; se fornicamos, ou não fornicamos, cumprindo as regras de segurança. Num país que sempre apreciou a servidão, a liberdade já deu o que tinha a dar.
Os temas, dos azulejos, oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas, etc.) aplicados a paredes, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos, de habitação e públicos.
Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos.
Este material convencional foi usado pelo seu baixo custo e pelas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático.
De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.
Inseri vídeo com azulejos da cidade de Aveiro.
Pesquisa: internet Fotos: recebidas por e-mail Video: Meu
Manuel da Fonseca, foi poeta, romancista, contista e cronista. Toda a sua obra retrata, como poucas ,a vida dura do Alentejo e do seu povo.
Foi um dos maiores escritores do neo-realismo literário português. Fez parte do grupo do Novo Cancioneiro e, através da sua arte, manteve uma intervenção social e política muito importante, retratando a fortuna e as vicissitudes do povo.
Da sua obra como poeta destacam-se "Rosa-dos-ventos" (1940) e "Planície" (1941).
Da sua obra como romancista destacam-se "Cerromaior" (1943) e "Seara do Vento" (1958), duas das obras que melhor representam o neo-realismo português.
Inseri vídeo com o seu poema “Tejo que lavas as águas” (um dos meus preferidos), cantado pela voz inesquecível de Adriano Correia de Oliveira.
«Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar.
Lava-a de crimes espantos de roubos fomes terror lava a cidade de quantos do ódio fingem amor.
Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro.
Lava palácios vivendas casebres bairros de lata leva negócios e rendas que a uns farta a outros mata.
Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas.
Lava avenidas de vícios vielas e amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais.
Afoga empenhos favores vãs glórias ocas palmas leva o poder de uns senhores que compram corpos e almas.
Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo.
Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar».
A 9 de Março de 1959, foi apresentada ao mundo numa feira de brinquedos, em Nova Iorque, a primeira Barbie, a boneca mais famosa e mais vendida do mundo.
Barbie, que revolucionou o mundo das crianças, reflecte o comportamento e desejo das garotas de todo o mundo. É rica, bonita, famosa, inteligente e está sempre na moda.
Nunca brinquedo algum reflectiu tão bem o comportamento de uma época, como esta boneca, que acompanhou todas as mudanças destas últimas 5 décadas.
Veterinária, pediatra e domadora de animais marinhos, são os modelos para 2009.
Ouvi num canal televisivo e li no jornal Expresso , esta notícia , que me deixou estupefacta e desanimada! Fui docente do 1-º ciclo durante 36 anos, por isso a minha indignação. Cliquem e leiam.
A RTP1 é o primeiro canal de televisão da Rádio e Televisão de Portugal, a empresa pública de rádio e televisão.
As suas emissões experimentais iniciaram-se em 1956, nos estúdios da Feira popular, em Lisboa.
No entanto, as emissões regulares só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957.
As emissões a cores iniciaram-se em 7 de Março de 1980.
Outras datas de relevo
!968: Criação da RTP 2 (25/12) 1972:Criação da RTP Madeira (06/08) 1975: Criação da RTP Açores (10/08) 1992: Iniciam-se as transmissões da RTP Internacional (10/06) 1998: Iniciam-se as transmissões regulares da RTP África /07/01)
Conhecem o que existe debaixo do solo da cidade do Porto?
Então vejam!
Para quem julga que conhece a Cidade do Porto...Reparem que a obra foi autorizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) e a construção durou 90 anos! Curioso, não é?
Foi o introdutor do simbolismo em Portugal, com o livro de poemas Oaristos (1890). A esta fase simbolista sucedeu uma outra, de feição neoclássica. As últimas obras do autor correspondem a uma maior simplificação da sua escrita poética, inspirada na poesia tradicional.
Noticia o JN que está marcado para o dia 20 de Abril, no Tribunal da Maia, o julgamento de um homem que, em 2007, terá arrombado um galinheiro e furtado duas galinhas no valor de 50 euros.
A Justiça tarda, mas chega. O criminoso andou mal e merece justa punição, quer pela mediocridade de fins quer pela ruralidade de meios. Gente como ele, que pilha galinhas em vez de fundar um banco e pilhar as contas dos depositantes, ou como aquela septuagenária que não pagou uma pasta de dentes num supermercado em vez de pedir uns milhões à Caixa, comprar o supermercado na bolsa e igualmente não o pagar, vendendo-o depois à Caixa através de um "offshore" pelo dobro do preço (ou vendendo-lho mesmo antes de o ter comprado), não tem lugar no Portugal moderno e empreendedor. Ainda por cima, deixou-se apanhar. Se calhar, até confessou, em vez de invocar lapsos de memória. E aposto que nem se lembrou de se divorciar antes de ser preso, pondo os 50 euros a salvo na partilha de bens. Não queria estar na pele do seu advogado, não há Código de Processo Penal que valha a um caso destes. É condenação mais que certa.
“Há qualquer coisa de podre, há qualquer coisa de decadente e de vil neste tempo. Repare-se no rosto dos que estão no poder, e no daqueles que estão preparados para os substituir. Sempre aquelas caras que pouco se alteram. Sempre os mesmos hábitos. Sempre o mesmo sarro da aldrabice, da dissimulação, do desdém por todos nós”.
Vou deslizando meus dedos por essa estrada sedosa, Em cada curva que passo, um odor, novas surpresas: É tua pele macia, horizonte de belezas, Delícias de minha vida, companheira, saborosa...
Em tua cútis, a boca rastejo, de sul a norte, Provocando em cada pêlo um gostoso arrepio, E sinto que te contorces como a gazela no cio, E te envolvo, faminto, e te abraço bem forte...
Inexplicáveis momentos de ternura, de paixão, De corpos embriagados, em transe de comoção, Com gemidos e suspiros saltando à flor da pele...
E prossigo no caminho de mistérios tão infindos, Amando teu ser completo, fitando teus olhos lindos, Até que afinal, num beijo, meu prazer tua boca sele...
Chove? Faz Frio? Faz Calor? Que Importa, nem que o jogo seja no fim do mundo, entre as neves das serras ou no meio das chamas do inferno...Por terra... Por mar... Ou pelo ar, eles ai vãoos adeptos do Benfica atrás da equipa... Esta é a mística Benfiquista.
Bella Guttman
É com orgulho que me assumo como um desses adeptos. Presente em todos os jogos, é do fundo do meu coração que hoje dou os parabéns ao meu clube. Espero que esta minha ligação se prolongue por muitos e eternos anos, com muitos títulos e com a alegria que todos os fins de semana me faz sair de casa para ir cantar e apoiar o meu Benfica. Demasiado fiel para desistir!
Muitos parabéns pelos teus 105 anos, Sport Lisboa e Benfica!
Frédéric Chopin ,nasceu na Polónia, a 1 de Março de 1810. É amplamente conhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história, da era romântica.
Os Noturnos ficaram célebres. O Opus 9, no. 2, é talvez o mais conhecido
A designação do mês de Março tem origem no nome do deus da guerra Marte – Martius.
Era o primeiro mês do calendário de Rómulo (o ano tinha apenas dez meses). 0 primeiro do ano antes da reforma feita por Pompílio.
Minerva, deusa da sabedoria era a divindade tutelar deste mês, sendo-lhe dedicadas várias festas. Era neste mês, que no Capitólio, os louros secos eram renovados. Estes louros eram para homenagear os heróis.
Nesse mês, escudos sagrados eram carregados pelos sacerdotes em volta da cidade em sua homenagem.
A personagem Charlot, interpretada por Charlie Chaplin apareceu pela primeira vez no cinema, em Between Showers (Dia Chuvoso ou Carlitos e os Guarda- Chuvas), a 28 de Fevereiro de 1914, num filme, mudo e cómico, de curta metragem.
Iniciou a sua carreira como mímico, fazendo excursões, para apresentar a sua arte.
Chaplin, foi uma das personagens mais criativas que atravessou
Magoa-me a saudade do sobressalto dos corpos ferindo-se de ternura dói-me a distante lembrança do teu vestido caindo aos nossos pés.
Magoa-me a saudade do tempo em que te habitava como o sol ocupa o mar como a luz recolhendo-se nas pupilas desatentas.
Seja eu de novo tua sombra, teu desejo, tua noite sem remédio tua virtude, tua carência eu que longe de ti sou fraco eu que já fui água, seiva vegetal sou agora gota trémula, raiz exposta.
Traz de novo, meu amor, a transparência da água dá ocupação à minha ternura vadia mergulha os teus dedos no feitiço do meu peito e espanta na gruta funda de mim os animais que atormentam o meu sonho.
(Outubro 1979) “Mia Couto, Raiz de Orvalho e Outros Poemas”
A Rainha Isabel II entrega , hoje, em Londres, a medalha de Ouro do RIGA /2009 (Instituto Real dos Arquitectos Britânicos), o mais importante galardão da Arquitectura Britânica. Merece destaque o facto de que tendo Siza Vieira obra praticamente em todo o mundo, não tem nenhuma de referência , em Inglaterra. Inseri fotos de duas das suas obras de destaque , em Portugal.
Escritor, poeta e dramaturgo francês, autor de uma imensa obra, nasceu a 26 deFevereiro de 1802. Aos 20 anos publicou uma reunião de poemas, "Odes e Poesias Diversas", mas foi o prefácio de sua peça teatral "Cromwell" que o projectou como líder do movimento romântico em França.
O seu grande romance histórico, "Notre Dame de Paris" , mundialmente conhecido como "O Corcunda de Notre Dame" (1831), conduziu-o à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841.
Les Misérables (Os miseráveis) são um clássico do romantismo francês escrito por Victor Hugo no século XIX, que narra a situação política e social francesa , através da história de Jean Valjean (um ex-presidiário que de ladrão rancoroso se tranforma na benevolência em pessoa).
Esta obra foi adaptada ao cinema e em musical da Broadway, no século XX.
Inseri um dos seus poemas, de que gosto.
O Homem e A Mulher
O homem é a mais elevada das criaturas; A mulher é o mais sublime dos ideais. O homem é o cérebro; A mulher é o coração. O cérebro fabrica a luz; O coração, o AMOR. A luz fecunda, o amor ressuscita. O homem é forte pela razão; A mulher é invencível pelas lágrimas. A razão convence, as lágrimas comovem. O homem é capaz de todos os heroísmos; A mulher, de todos os martírios. O heroísmo enobrece, o martírio sublima. O homem é um código; A mulher é um evangelho. O código corrige; o evangelho aperfeiçoa. O homem é um templo; a mulher é o sacrário. Ante o templo nos descobrimos; Ante o sacrário nos ajoelhamos. O homem pensa; a mulher sonha. Pensar é ter , no crânio, uma larva; Sonhar é ter , na fronte, uma auréola. O homem é um oceano; a mulher é um lago. O oceano tem a pérola que adorna; O lago, a poesia que deslumbra. O homem é a águia que voa; A mulher é o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço; Cantar é conquistar a alma. Enfim, o homem está colocado onde termina a terra; A mulher, onde começa o céu.
O poeta das deambulações e dicotomias: cidade/campo; mulher fatal/mulher anjo; vida/morte.
De poesia delicada, Cesário empregou técnicas impressionistas, com extrema sensibilidade ao retratar a Cidade e o Campo, seus cenários predilectos. Evitou o lirismo tradicional, expressando-se da forma mais natural possível.
Inseri o poema “De Tarde”, no qual descreve o piquenique como se fosse uma aguarela.
De Tarde
Naquele piquenique de burguesas, Houve uma coisa simplesmente bela; E que, sem ter história nem grandezas, Em todo o caso dava uma aguarela.
Foi quando tu, descendo do burrico, Foste colher, sem imposturas tolas, A um granzoal azul de grão-de-bico Um ramalhete rubro de papoulas.
Pouco depois, em cima duns penhascos, Nós acampámos, inda o sol se via; E houve talhadas de melão, damascos, E pão-de-ló molhado em malvasia.
Mas, todo púrpuro, a sair da renda Dos teus dois seios como duas rolas, Era o supremo encanto da merenda O ramalhete rubro das papoulas!
Durante muitos anos passei o Carnaval na Madeira. Sei que nos anos 70 apenas havia o “Carnaval Trapalhão” que percorria as ruas do Funchal com disfarçados vindos de todos os lugares. Com o decorrer dos anos passou a haver um desfile de várias “escolas de Samba”, com os seus “actores” sempre bem vestidos e muito bem ensaiadas. Este desfile efectua-se no sábado de Carnaval e tem atraído à região milhares de turistas, sendo já um dos cartazes turísticos mais importantes da Região. Mas o Carnaval Trapalhão continua a ser no domingo de Carnaval e é cada vez mais uma crítica à vida política e social da região e do país.
É também tradição comer-se, nesta altura, o cabrito recheado com cuscus e, como sobremesa, “malassadas”, (farturas) e “amêndoas”, (torrões de açúcar de várias cores).
A origem do carnaval é um assunto controverso. Alguns historiadores associam o começo das festas carnavalescas aos cultos feitos pelos antigos para louvar boas colheitas agrárias, dez mil anos antes de Cristo. Há quem diga que o seu início teria acontecido mais tarde, no Egipto, em homenagem à deusa Ísis e ao Touro Apis, com danças, festas e pessoas mascaradas. Também se atribui o início do carnaval aos gregos que festejavam a celebração da volta da Primavera e aos cultos ao Deus Dionísio. Outros ainda o remontam à Roma Antiga com seus bacanais, Saturnais e Lupercais em honra aos deuses Baco, Saturno e Pã.
Uma coisa, porém é comum a todos: o carnaval tem a sua história, como todas as grandes festas, ligada a fenómenos astronómicos ou da natureza. O carnaval caracteriza-se por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas.
A palavra carnaval também apresenta diversas versões e não há unanimidade entre os estudiosos. Há quem defenda que o termo carnaval deriva de carne vale (adeus carne!) ou de carne levamen (supressão da carne). Esta interpretação da origem etimológica da palavra remete-nos ao início do período da Quaresma que era, em sua origem, não apenas um período de reflexão espiritual como também uma época de privação de certos alimentos, dentre eles, a carne.
Outra interpretação para a etimologia da palavra é a de que esta deriva de currus navalis, expressão anterior ao Cristianismo e que significa carro naval. Esta interpretação baseia-se nas diversões próprias do começo da primavera, com cortejos marítimos ou carros alegóricos em forma de barco, tanto na Grécia como em Roma.
.Os padrões de carnaval sofrem adaptações nas localidades onde os carnavais ocorrem.
Hoje o carnaval transformou-se em forte atracção turística.