A vista panorâmica sobre a cidade e o rio Douro, que se alcança do alto da Torre, vale bem o esforço de subir a escadaria com cerca de 200 degraus.
quinta-feira, outubro 17, 2013
Pelos caminhos de Portugal...
A Torre dos Clérigos, obra barroca da autoria de Nicolau Nasoni, foi construída na primeira metade do século XVIII. É um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto.
A vista panorâmica sobre a cidade e o rio Douro, que se alcança do alto da Torre, vale bem o esforço de subir a escadaria com cerca de 200 degraus.
A vista panorâmica sobre a cidade e o rio Douro, que se alcança do alto da Torre, vale bem o esforço de subir a escadaria com cerca de 200 degraus.
terça-feira, outubro 15, 2013
Um olhar
Foto minha
O costume?
Sim, o costume. Um pão da aldeia com manteiga e meia de leite quentinha.
São servidos?
domingo, outubro 13, 2013
Um olhar
"Ouve-se" o silêncio!
A vida parou indiferente ao tapete dourado estendido pelo Outono, ao verde do Verão que teimosamente persiste, acabando ambos por sucumbir ao frio e nudez do Inverno que só o brilho da Primavera acordá-la-á.
sexta-feira, outubro 11, 2013
Recordando...
O antigo
convento de Bonaval , hoje Museu Del Pueblo Gallego, deve-se a Domingo de
Andrade.
Dentro do
edifício, na zona noroeste, é digna de admiração a tripla escadaria helicoidal,
que, pela sua técnica e audácia estrutural, revela todo o virtuosismo de Domingo
de Andrade. A partir daí, desenvolvem-se três saídas independentes que conduzem
a diferentes pisos; só uma delas nos leva ao miradouro, a partir do qual se
pode vislumbrar a cidade. Esta escadaria é considerada um elemento singular no
património arquitectónico de Santiago de Compostela.
quarta-feira, outubro 09, 2013
Um olhar
Tal como o caminho da vida, tantas vezes percorrido numa corda bamba, também eles trabalham, arriscando as suas vidas.
segunda-feira, outubro 07, 2013
sábado, outubro 05, 2013
Um olhar
Foto minha
Há um provérbio chinês que diz que "uma imagem vale mais do que mil palavras". Reparem na originalidade desta fotografia toda ela simplicidade e sentido estético.
quinta-feira, outubro 03, 2013
Um olhar
O telhado duma casa
é visto com tal carinho,
como se fosse uma asa
estendida sobre o ninho.
Os telhados são terreiros
onde a neve vem poisar.
Onde passam nevoeiros
e onde o vento anda a bailar.
(Frederico de Brito)
terça-feira, outubro 01, 2013
Momento de poesia com Agostinho Fardilha
Foto minha
Outubro (signo do Porco)
O porco é bondoso animal:
uma honesta imitação
também não te ficará mal;
um meiguinho coração
berra para dar o sinal,
rogando, a tempo, a ração;
o Porco culto, que bom!
Horóscopos Chineses (segundo Rita Danylink)
Agostinho Alves Fardilha ( o meu pai)
Coimbra
domingo, setembro 29, 2013
sexta-feira, setembro 27, 2013
Um olhar
Nada se assemelha à alma como a abelha. Esta voa de flor para flor. Aquela de estrela em estrela. A abelha traz o mel, como a alma traz a luz.
(Victor Hugo)
quarta-feira, setembro 25, 2013
segunda-feira, setembro 23, 2013
Chegou!
Foto minha
" O Outono é um caminhante melancólico e gracioso que prepara admiravelmente o solene adágio do Inverno".
George Sand
sábado, setembro 21, 2013
quinta-feira, setembro 19, 2013
terça-feira, setembro 17, 2013
domingo, setembro 15, 2013
Pelos caminhos de Portugal...
Na Vila de Mértola, encavalitada num promontório ladeado pela ribeira de Oeiras e pelo rio Guadiana, sobressai a Igreja Matriz, antigo templo muçulmano dos séculos XII e XIII, hoje consagrada a Nossa Senhora de Anunciação. Nela persistem vestígios muçulmanos.
Igreja Matriz (antiga Mesquita)
Mihrab (ao fundo)
Abóbadas seiscentistas
Porta islâmica
Rio Guadiana
Torre do relógio
Rio Guadiana
Ruínas da Torre do Rio (Monumento Nacional desde 1910)
Rio Guadiana
Ponte da Ribeira de Oeiras (afluente do rio Guadiana)
Ribeira de Oeiras
sexta-feira, setembro 13, 2013
quarta-feira, setembro 11, 2013
segunda-feira, setembro 09, 2013
Momento de poesia com Agostinho Fardilha
Conde de Monsaraz
(António de Macedo Papança)
(1852- 1913)
“ É oriundo de uma família de
latifundiários do Alentejo. O seu nome destaca-se de entre os poucos poetas
parnasianos que houve entre nós. Começou por receber, ainda em Coimbra,onde se
licenciou em Direito, a influência de João Penha e do parnaseanismo. Estreou-se
nas letras com o poemeto “Avante”, imbuído de retórica patriótica. De toda a
sua obra destaca-se nitidamente a colectânea de poemas intitulada “Musa Alentejana”,
em que evoca a mitologia rural, em termos patriarcais e de grande senhor das
terras.”
Vamos lembrá-lo com as composições
poéticas que se seguem.
I
As mondadeiras
Jovem, Alentejo
percorri,
planícies a perder de
vista.
Oh! Que odor da terra
eu senti
e que cânticos eu ouvi
das mondadeiras: tela
de artista!
Tal como as cigarras no
galho,
sempre a rir e a
cantarolar,
mas quais formigas no
trabalho
no rego ou até no
atalho:
há ervas daninhas a
arrancar.
Labor duro, mas forças
há.
Erguem-se p’ra cruzes
descansar:
pouco tempo e retoma
está
e a alegria regressará.
Há muito joio para
queimar.
Elas, p’ra calor
enfrentar,
usam roupas largas, mas
os peitos
desafiam as ondas do
mar,
pois baloiçam, mas sem quebrar.
Em breve há molhos de
trigo feitos.
O dia está quase a
findar:
da torre, ao longe,
ouvem-se as trindades.
E lá vêm elas a cantar.
Limpam suor e vão cear.
Amanhã regressam às
herdades.
II
O Cavador
Desde o romper da
Aurora até ao Sol-posto,
o cavador trabalha sem
cessar.
As marcas da labuta
estão no rosto.
Comida? Só regressa
p’ra cear.
Ano de fome: foi
madrasta o chão.
A mulher, tão precoce
envelhecida.
Que ceia! Caldo de
couves e feijão.
Filhos, muito longe, a
ganhar a vida.
De malga nas mãos, ao
lume, ele pensa
que será deles, se
alguma doença
do labor duro da terra
o impede.
Na lareira apagou-se o
lume e vão
deitar-se. Aos Santos
pedem a sua bênção.
A estes tristes Deus
também concede.
III
O Semeador
Já balançando vem
semeador
ao lançar o grão p’ra
terra fecunda,
onde germinará e,
quando abunda,
p’ros desventurados é
cura da dor.
Tua origem de escravo é
do senhor
da terra; foste servo
dela, imunda.
Ela, sem ti, estava
moribunda,
mas tu lhe deste todo o
teu amor.
De quantas guerras foi
cenário a terra!
Quanto sangue de lutas
ela encerra!
Déspotas já o mundo
dominaram,
mas tu, alheio sempre à
tirania,
só desejas p’ra todos
cada dia
tenham a paz que
outrora lhes roubaram.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
sábado, setembro 07, 2013
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