Uma ponte pode mudar o destino de uma vida, se...
sábado, janeiro 13, 2018
quarta-feira, janeiro 10, 2018
Blog em ritmo lento
Por motivo de doença, pouco tenho comentado. Mal me sinta com forças, voltarei.
Os posts vão saindo , pois estão agendados.
Espero a vossa compreensão.
Beijinhos.
Os posts vão saindo , pois estão agendados.
Espero a vossa compreensão.
Beijinhos.
Um olhar
CORETOS
PORTUGUESES (coreto de Vila Viçosa)
Os Coretos são palanques ou palcos cobertos, localizados
nos jardins e praças, destinados a espectáculos musicais e
realizados por coros de igreja e por bandas ou orquestras de música, locais. Os primeiros terão surgido em Inglaterra, em meados do
Século XVIII e em Portugal nos finais do mesmo Século, tendo-se
espalhado por quase todo o mundo. Hoje, infelizmente muitos estão
abandonados, alguns já foram recuperados e constituem o "ex-libris"
de certas localidades.
domingo, janeiro 07, 2018
quinta-feira, janeiro 04, 2018
Um olhar
Seja
sempre forte, não como as ondas que tudo destroem, mas sim como as
rochas que tudo suportam.
segunda-feira, janeiro 01, 2018
sábado, dezembro 30, 2017
quarta-feira, dezembro 27, 2017
Um olhar
No
banco de jardim,
o
tempo se desfaz
e
resta entre ruídos
a
corola de paz.
(…)
(Carlos Drummond de Andrade)
segunda-feira, dezembro 25, 2017
sábado, dezembro 23, 2017
Um Dia Especial
Hoje
é o teu aniversário, minha doce mamã. Farias 90 anos. Dentro de
mim , reina a melancolia, mas também a necessidade de assinalar esta
data.
Querida mamã partiste para não mais regressares, mas comigo ficaram todos os momentos vividos ao teu lado. É nessas lembranças que encontro conforto para a saudade dolorosa que, todos os dias, sinto.
Querida mamã partiste para não mais regressares, mas comigo ficaram todos os momentos vividos ao teu lado. É nessas lembranças que encontro conforto para a saudade dolorosa que, todos os dias, sinto.
Até
um dia, mamã. Beijinhos da tua Lisinha.
quinta-feira, dezembro 21, 2017
terça-feira, dezembro 19, 2017
domingo, dezembro 17, 2017
Um olhar
Apesar
de terem um cérebro mais pequeno que uma noz, as galinhas e galos
são incrivelmente espertas e percebem quase tudo o o que se passa
à sua volta. A conclusão surpreendente é de uma recente
revisão científica sobre a espécie.
sexta-feira, dezembro 15, 2017
terça-feira, dezembro 12, 2017
Um olhar
Unidas… Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
Castro Alves
sábado, dezembro 09, 2017
quarta-feira, dezembro 06, 2017
Um olhar
Plantas verdes, em
profusão, alegrando e enchendo de esperança o coração da cidade, numa
junção perfeita com o protector candeeiro.
domingo, dezembro 03, 2017
sexta-feira, dezembro 01, 2017
Li e gostei
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a
pena ter nascido.
Fernando Pessoa
terça-feira, novembro 28, 2017
Um olhar
Esta escultura existente no parque tem gravado na pedra o seguinte: Maria
Alice C. Pereira - Julho 1956
A Escultura do Parque D. Maria II (Santo Tirso)
Quando no nosso dia a dia atravessamos o bonito parque desta vila, nossos olhos, quase inconscientemente, quedam-se num sugestivo grupo escultórico que, além dum simples olhar, merece a nossa admiração e até bem pode constituir para nós um justo motivo de orgulho. Talvez estas palavras possam ser consideradas exageradas, mas elas têm aqui o seu significado exacto. É que, se possuir uma obra de arte é sempre um motivo de orgulho, no caso presente é-o muito mais, pois se trata de um trabalho executado por alguém que há relativamente pouco tempo ainda, ensinou na nossa Escola Industrial.
A Escultora Snr.ª D. Maria Alice, pela sua dedicação e constância no trabalho escolar, pelas suas notáveis qualidades artísticas, pelas virtudes peregrinas do seu coração, ainda não está esquecida, nem estará jamais de quantos tiveram a felicidade de serem seus alunos. E esta escultura, com que presenteou a vila de Santo Tirso e o seu parque, é bem a prova dos seus dons, perante os quais justo é nos curvemos reverentes.
Fazer escultura não significa apenas dar uma forma ao barro, ao granito, à madeira. É mais. É imprimir a esses materiais, frios e inertes, um pouco do nosso ser, da nossa vida. A concepção de uma obra de arte, o desbobinar do seu processo evolutivo, são coisas muito diferentes do que qualquer pessoa possa imaginar.
E que nos dizem essas duas figuras, impregnadas dum misto de poesia e encanto, além da sua função decorativa? Não quererá aquele “dar as mãos” simbolizar uma fraternidade que teimosamente queremos esquecer, por nos acharmos seguros de nós próprios, confiando demasiadamente na nossa pessoa e esquecendo que, unidos e confiantes, mais e melhor podemos dar e possuir? Sim, aquele grupo decorativo demonstra bem a necessidade de confiarmos uns nos outros, dando-nos as mãos firme e fraternalmente.
E a escultora Snr.ª D. Maria Alice – alma verdadeira de verdadeira artista – a um bloco duro, e frio, que na sua forma tosca e natural nada nos dizia, transmitiu algo de grandioso e sublime, concretizando assim as suas ideias no mundo plástico da Arte.
Pela professora D. Etelvina Soares
In «vozes do ave» - Ano 4 - n.º 10 - 10 de Março de 1964
Edição e Propriedade do Centro Escolar N.º 2 da Mocidade Portuguesa – Ala de Santo Tirso – e dos alunos da Escola Industrial e Comercial de Santo Tirso
Fonte: Página do facebook (Santo Tirso com História)
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