sexta-feira, julho 07, 2017

Um olhar





Tal como nós, também ele, antes do início de mais um dia de labuta, tem a sua higiene diária...


terça-feira, julho 04, 2017

"Retalhos"" da vida histórica de Coimbra, em Azulejo.


Torre do Anto



Mosteiro de Santa Clara- A- Velha (SÉC. XIV)


Igreja de São Tiago (SÉC. XII)


Aqueduto de S. Sebastião( SÉC.XVI)


Sereia (Quinta de Santa Cruz) SÉC..XVII


Sé Nova (SÉC.XVI)


Convento de Santo António dos Olivais (SÉC.XVIII)




Museu Machado de Castro




Mosteiro de Celas ( SÉC.XIII)




Palácio de Sobre- Ribas ( SÉC.XVI)




Arco de Almedina (Época Medieval)




Sé Velha ( SÉC.XII)




Igreja de Santa Cruz ( SÉC.XII)




Universidade de Coimbra



sábado, julho 01, 2017

Li e gostei



" A vida não se conta pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos em que perdemos a respiração".

( Autor desconhecido)

quinta-feira, junho 29, 2017

terça-feira, junho 27, 2017

segunda-feira, junho 19, 2017

Um olhar





As heras tomaram conta da grandeza e sumptuosidade do passado! Será que Portugal também esteve/ está "tapado" pelas "heras" que nos governaram/ governam?!...


sexta-feira, junho 16, 2017

Pelos caminhos de Portugal...


O Miradouro das Portas do Sol é a varanda que todos os lisboetas gostariam de ter na sua casa. A vista magnifica da cidade de Lisboa, combina na perfeição com a vista igualmente magnífica do Rio Tejo.
Entre vários pontos de interesse, permite-nos observar a Igreja de São Vicente e todo o Bairro de Alfama que se estende por ruas estreitas e sinuosas até ao rio.







segunda-feira, junho 12, 2017

Começaram os Santos Populares!




ó meus ricos santos populares

com balões e sardinhada festejamos

levo a alegria por todos os lugares

dançando e cantando como desejamos






domingo, junho 04, 2017

Um olhar






Hortências
que belas flores
de cor azul ou rosa
enchem de êxtase os amores
com sua forma sensível e mimosa

Hortências
a pura singeleza
fragilidade sem par
o que aumenta sua beleza
sendo impossível desviar o olhar.


Cláudia Fernandes

quinta-feira, junho 01, 2017

Li e gostei



" A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos".

Pablo Picasso

terça-feira, maio 30, 2017

Um olhar



Velharias e antiguidades...Uma amostra do esquecido passado num presente em evolução.

quinta-feira, maio 25, 2017

Um olhar


Superar é preciso.

Seguir em frente é essencial.

Olhar para trás é perda de tempo.

Passado se fosse bom era presente.

Clarice Lispector


sexta-feira, maio 19, 2017

Um olhar


O Cabo Carvoeiro situa-se no extremo da Peninsula de Peniche, sobre o Oceano Atlântico, no concelho de Peniche, Distrito de Leiria, em Portugal. É um local de grande valor natural e paisagístico, com grande variedade de falésias calcárias fortemente erodidas e campos de lapiás.

É o ponto mais ocidental de Portugal continental a norte do Cabo da Roca. Neste local foi erguido o Farol do Cabo Carvoeiro, de 25 m de altura, devido aos inúmeros naufrágios ocorridos nesse trecho do litoral.




terça-feira, maio 16, 2017

domingo, maio 07, 2017

Ser MÃE



é mais do que um dom, é a virtude que engloba as palavras mais belas que um ser humano possa pronunciar.

 (Luís Alves)

quinta-feira, maio 04, 2017

Um olhar



Quantas vezes na vida temos vontade de pegar uma estrada sem olhar para trás?


segunda-feira, maio 01, 2017

Li e gostei





O meu mundo não é como o dos outros...quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade...sei lá de quê!

Florbela Espanca

sexta-feira, abril 28, 2017

terça-feira, abril 25, 2017

Um olhar


(...)


O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
(...)
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
O que nós vemos das coisas são as coisas.

(Alberto Caeiro)


sábado, abril 22, 2017

Um olhar



Crescendo em “falsa” liberdade aguardam o que homem lhes destinou.
  

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