Para todos VÓS
sexta-feira, dezembro 25, 2015
quarta-feira, dezembro 23, 2015
segunda-feira, dezembro 21, 2015
sábado, dezembro 19, 2015
Um olhar
O frio ronda o "ferrolho". Não tarda "bate à porta". Há que alimentá-la.
Brrrrrrr... começa a apetecer o aconchego da lareira.
quinta-feira, dezembro 17, 2015
Um olhar
Os
tradicionais candeeiros de rua fazem parte da história e do futuro dos lisboetas... estão para ficar! Lá estão eles altos
e majestosos, compondo a paisagem citadina com a sua rara beleza!
Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.
Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.
“ Conta-me
como era”
segunda-feira, dezembro 14, 2015
sexta-feira, dezembro 11, 2015
Um olhar
A alegria da vida, essa alegria d'oiro
A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai...
Melros alegres de bico loiro
Ó melros negros, cantai, cantai!
(...)
(Guerra Junqueiro)
terça-feira, dezembro 08, 2015
sábado, dezembro 05, 2015
quinta-feira, dezembro 03, 2015
Um olhar
Ninguém sabe andar na rua como as crianças. Para elas é sempre uma novidade, é uma constante festa transpor umbrais. Sair à rua é para elas muito mais do que sair à rua. Vão com o vento. Não vão a nenhum sítio determinado, não se defendem dos ohares das outras pessoas e nem sequer, em dias escuros, a tempestade se reduz, como para a gente crescida, a um obstáculo que se opõe ao guarda-chuva. Abrem-se à aragem. Não projectam sobre as pedras,sobre as árvores, sobre as outras pessoas que passam, cuidados que não têm. Vão com a mãe à loja, mas apesar disso vão sempre muito mais longe. E nem sequer sabem que são a alegria de quem as vê passar e desaparecer.
Ruy Belo - Homem de Palavra(s) 1969
terça-feira, dezembro 01, 2015
Sintonia entre olhar e poesia
Duas primeiras estações
se encontram: uma se despede,
outra imagina as canções
p'ra festa que tudo enrede.
Sol morno e o ar está calmo:
nada altera o ser idoso,
que talvez entoe um salmo,
por a vida dar-lhe gozo
ou condene, revoltado,
quem tantas penas causou
ao ente, embora enganado,
sua vida lhe entregou.
Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1927 / 23-5-2015
sábado, novembro 28, 2015
Um Olhar
…Penso,
A vida é como a cebola
Vai-se tirando camada a camada
E às vezes…
Chora-se!...
Fátima Porto.
quinta-feira, novembro 26, 2015
segunda-feira, novembro 23, 2015
sexta-feira, novembro 20, 2015
Um olhar
"O pão que sobra à riqueza, distribuído pela razão, matava a fome à pobreza e ainda sobrava pão".
António Aleixo
terça-feira, novembro 17, 2015
Um olhar
Quando algo acontecer ou simplesmente for embora, lembre-se que as folhas do Outono não caem porque querem, mas sim porque chegou a hora!
(Karol Correia)
sábado, novembro 14, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
A Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa , Monumento Nacional quinhentista, destaca-se pelo seu alçado frontal de feição gótico - manuelista.
quarta-feira, novembro 11, 2015
Um olhar
"Eu nasci dentro dum
berço,
Que ninguém tocar ousava,
Aquele que lhe mexia
a pôr a mão não tornava."
( Adivinha )
segunda-feira, novembro 09, 2015
Um olhar
Respeito e medo o vulcão a todos impõe, mas os rubros clarões espelham a sumptuosidade que emerge das entranhas da Terra.
sábado, novembro 07, 2015
Pelos caminhos de Portugal...
Ermida de São Sebastião
De origem medieval, esta ermida
foi reconstruída a partir de 1745 pelas mãos do arquitecto Diogo Tavares de
Ataíde. Pertencia à confraria de São Sebastião, composta essencialmente por
oficiais da Câmara de Tavira. O exterior simples e despojado não deixa adivinhar
a riqueza e envolvência decorativa do interior, de tipologia barroca. Várias
disciplinas artísticas - talha polícroma, imaginária e pintura em trompe l’oeil e cavalete – concorrem para fazer deste
espaço o que vulgarmente se designa de Obra
de Arte Total.
Após obras de conservação e restauro em 2008, esta
particularidade da ermida passou a ser oferecida como valor acumulado e
suscetível de disfrute.
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